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13 de outubro de 2007

Etnografia X Netnografia

Hoje, pesquisando netnografia na internet, me deparei com um estudo muito completo e interessante sobre o assunto. O estudo realizado por Daiane Scabaroto (Mestre em Administração pela URFGS) e em uma das partes da dissertação ela cita um comparativo entre etnografia e netnografia. Segue abaixo :
“Diferentemente da etnografia, em que a interpretação dos dados se dá através da combinação de dados observacionais e verbais, buscando disjunturas e convergências entre eles (ARNOULD;WALLENDORF, 1994), a netnografia lida apenas com dados textuais. O que deve interessar ao pesquisador quando da utilização deste método é a conversação gerada através do texto escrito, não o comportamento real dos indivíduos que compõem a comunidade. De acordo com Dholakia e Zhang (2004, p.3), a comunicação escrita difere da oral no momento em que as pessoas, comunicando-se por textos, podem selecionar cuidadosamente “o que querem dizer, o quanto querem dizer e como quernetnem dizê-lo - sem medo de serem interrompidas antes de terem completado seu propósito”.
Recomendo a todos que leiam o texto na íntegra. (Comunidades on-line como fonte de informação em marketing: reflexões sobre possibilidades e práticas)

15 de dezembro de 2007

Netnografia ajuda a protejer sua Marca

A Netnografia já faz parte do mundo corporativo. A idéia é mapear as escolhas e os hábitos daqueles que consomem e vivem na web
Uma especulação aqui, uma fofoca ali, e lá se vai a reputação e imagem de uma empresa por água abaixo. De olho no vaivém de informações que transitam pela internet, as empresas estão jogando as suas fichas num novo modelo de análise de informações que circulam nas comunidades virtuais. A idéia é monitorar tudo o que se comenta a respeito de uma marca ou produto no mundo virtual, descobrir detalhes sobre desejos e necessidades do consumidor e, com isso, traçar planos eficientes para ganhar o cliente. Batizado de netnografia, esse novo modelo de pesquisa caiu no gosto das companhias e já chegou ao Brasil. Grandes empresas como IBM, Microsoft e General Motors vasculham a web com freqüência para saber se estão fazendo a coisa certa. “Estamos só no início desse processo. Para mim, não há dúvidas de que os consumidores estão usando os meios virtuais para ficarem cada vez mais críticos e inteligentes, e é preciso entender que esse canal de comunicação é riquíssimo como fonte de dados”, disse, em entrevista à Revista BITES, Robert Kozinets, professor norte-americano de Marketing da Universidade de York, na Inglaterra, e inventor do termo “netnografia”.
Amplamente estudada nos EUA, essa nova maneira de se investigar o que anda pela cabeça do consumidor ganhou força a partir do final dos anos 90, quando Kozinets cunhou o termo em um estudo a respeito do consumo e a internet. Ja publicamos no Acheme7 cinquenta e oito post sobre este tema.

24 de setembro de 2007

Você sabe o que é Netnografia

Netnografia ou Etnografia on-line é um termo criado por Robert Kozinets para descrever os resultados dos estudos de culturas e comunidades on line .Netnografia se ocupa em entender o comportamento e hábitos dos consumidores no mundo virtual. A Etnografia on-line pode ser utilizada para compreender como os consumidores de comunidades virtuais se comportam na web e que significados eles atribuem a determinados produtos e/ou serviços. Introduzimos este assunto é função da natureza e objectivos do nosso blog : conversas sobre conteúdos gerados por consumidores no ciberespaço.Esperamos que o nosso Achme7 se torne um ponto de encontro dos netnografos. Gostariamos de aprender e entender mais sobre este fascinante assunto . Vamos Nessa

25 de setembro de 2007

Conheça o Consumidor pela Netnografia

Netnografia ou Etnografia on-line é um termo criado por Robert Kozinets para descrever os resultados dos estudos de culturas e comunidades on line .Netnografia se ocupa em entender o comportamento e hábitos dos consumidores no mundo virtual. A Etnografia on-line pode ser utilizada para compreender como os consumidores de comunidades virtuais se comportam na web e que significados eles atribuem a determinados produtos e/ou serviços. Introduzimos este assunto é função da natureza e objectivos do nosso blog : conversas sobre conteúdos gerados por consumidores no ciberespaço.Esperamos que o nosso Achme7 se torne um ponto de encontro dos netnografos. Gostaríamos de discutir com mais detalhes este fascinante assunto.

8 de novembro de 2007

Café com Blog - O Comportamento do Consumidor na Web

Você que esta interessado em Conteudos Gerados pelos Consumidores e seus impactos na reputacao e imagem publica das empresas , esta disponivel para download a apresentacao de Aloisio Sotero , no Cafe com Blog da Bites .Aconteceu em São Paulo no dia 6 de novembro o Café com Blog, um encontro muito interessante entre os executivos de grandes empresas e os blogueiros de tecnologia. A primeira edição do Café com Blog começou com uma apresentação de Aloisio Sotero, que apresentou o comportamento do consumidor na web e o surgimento de uma nova fonte de pesquisa para os antropólogos de plantão: a netnografia.

Segue abaixo a apresentação dividida em 3 partes :

PARTE 1 ( Abordagem : Bônus Demográfico e Evolução do Consumidor)
PARTE 2 (Abordagem : O Fenômeno da Digitalização)
PARTE 3 (Abordagem : Case Dufry - Netnografia)

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26 de setembro de 2007

Entenda a Cibercultura com a Netnografia


A Netnografia nos permite entender melhor o mundo da cibercultura. De acordo com o método netnográfico de Kozinets (1998, 2002), existem fases fundamentais na realização de estudos na cibercultura . Estas fases norteiam nossas pesquisas, utilizando e potencializando certos aspectos característicos do mundo digital. São elas:

“Ingresso” cultural: o pesquisador deve investigar diariamente, durante pelo menos seis meses, as ciberculturas e comunidades virtuais, visitando foruns, sites e outras formas de intercâmbio entre os internautas. O objetivo desta fase éaprender a linguagem, os valores e conceitos principais do grupo, o conteúdodestas páginas virtuais e obter informações sobre a identidade cultural dos participantes.

- Coleta de dados e análise: é preciso fazer um levantamento exploratório dos sites mais relevantes para a pesquisa. O autor recomenda, também, que se criem categorias para identificar os diferentes tipos de comportamento na Internet. O material coletado consiste em notas de campo, artefatos da cultura da comunidade (textos, arquivos baixados de grupos de discussão e mensagens de correio eletrônico trocadas), fotos e imagens, arquivos de áudio.

- Construir sua própria home page: a partir desta página pessoal, que apresenta a pesquisa que está sendo realizada. Por este canal de comunicação, o pesquisador pode convidar pessoas a participarem da pesquisa como informantes.

- Realizar “cyber interview”: As perguntas ficam na página virtual e suas respostas são encaminhadas ao pesquisador por correio eletrônico. É importante, alerta Kozinets (1998), garantir (e cumprir) o anonimato. O autor relata que, com estas entrevistas, conseguiu aprender muito sobre linguagem e outras informações importantes para o seu ingresso no grupo.

- Usenets: só após ter cumprido esta longa fase exploratória, o pesquisador estará preparado para entrar como membro do grupo a ser estudado, participando de listas e outras formas de debate na Internet. É imprescindível que o pesquisador seja reconhecido e aceito como membro do grupo.

18 de janeiro de 2008

Adeus CD

A Vivo e a LG acabaram de anunciar o lançamento de um novo celular. A maior novidade é que ele custará R$ 10 para os clientes pós-pagos da operadora e terá todas as músicas do último CD do conjunto Simple Plan. Essa inovação é mais um movimento da indústria mundial em direção ao novo consumidor, que gera seus próprios conteúdos e se relaciona sem intermediários com as marcas. É pura netnografia. Para os interessados aqui está o release do anúncio.

17 de janeiro de 2008

O guarda-roupa

Essa históría é pura netnografia e também ilustra como os negócios são movidos a bites. “O mundo físico ainda é a melhor escola de vendas.” Esse é o conceito empregado com disciplina pelo empresário Thiago Fiorin nos projetos em torno da sua empresa, a Idéias Pontual. A companhia é especializada em fazer e gerenciar portais de comércio eletrônico e descobriu com um dos seus clientes que o consumidor virtual não está tão longe do real, como muitos ainda acreditam. Ao aprimorar o sistema de vendas eletrônicas para a rede KD, que está na internet há quase cinco anos, Fiorin ficou intrigado com a baixa aceitação de guarda-roupas. Eram menos de três unidades comercializadas por mês. “Um mistério que nos incomodava .” Foram feitas várias tentativas. De promoções diferenciadas até descontos maiores. Até que alguém teve uma simples idéia: ir nas lojas de rua da KD para observar vendedores e clientes. Durante esse período, Fiorin e sua equipe ficaram estudando cada movimento e com olhos nos detalhes. O que mais chamou atenção era a forma como alguns clientes olhavam o guarda-roupa antes de levá-lo para casa. “Eles abriam a porta para olhar por dentro”, explica o diretor da Idéias Pontual. A partir desse momento, o site das lojas KD incorporou imagens internas dos guarda-roupas, como este exemplo à direita. Foram suficientes apenas dois meses para mudar a realidade. “As vendas triplicaram”, afirma Fiorin. Com a receita do sucesso nas mãos as lojas KD adotaram o conceito como padrão. Todos os fornecedores de armários de quartos foram orientados a mandar fotos externas e internas dos produtos. “Quem não envia não vende”, diz Fiorin. “Nem colocamos no site.”
Esse aprendizado ajudou a resolver outro problema: as vendas de cozinhas. Na primeira versão do site da KD os produtos eram colocados como um único conjunto, a chamada cozinha completa. Mais uma vez, o consumidor mostrou sua força. O desempenho das vendas só mudou depois que o site passou a vender itens em separado. A KD descobriu com a ajuda da equipe de Fiorin algo que muitas operações de comércio eletrônico ainda nem perceberam. É certo que o cliente das primeiras operações de vendas pela internet tinham hábitos bem diferenciados, mas o tempo se encarregou de encurtar essa distância. As relações entre as empresas e seus clientes mudaram porque a tecnologia mexeu com conceitos básicos do comércio, a distância e o tempo. Além disso, o cliente ficou melhor protegido de surpresas e passou a entender melhor o seu poder de fogo na hora de efetuar uma operação de comércio eletrônico. “Estamos assistindo uma pequena revolução diante dos nossos olhos”, afirma Aloisio Sotero, que há anos como BPO (Business Process Outsourcing) de empresa como a Dufry tenta entender esse novo consumidor para colocar na vitrine virtual as melhores ofertas de produtos.
Mesmo com a crescente força de grandes portais de comércio eletrônico, como Amazon nos Estados Unidos e o Submarino por aqui, as vendas pela internet estão entrando num novo ciclo. O ano está começando com o desembarque de um novo conceito. Será a vez das nanonetworks. Nesses novos ambientes virtuais os mesmos consumidores que nos últimos tempos compraram pela rede e hoje geram seus próprios conteúdos começarão a fazer negócios entre si. Comunidades inteiras, por exemplo, de colecionadores de discos em vinil que poderão comprar e vender sem a interferência das grandes marcas. E mais uma vez. Consumidores cada dia mais próximos ao conceito que os antigos comerciantes conseguiram entender e ganhar dinheiro atendendo a essa demanda dos seus clientes. A experiência da rede KD comprova que ao se recusar ouvir a voz do cliente, mesmo que seja fazendo uma ligação entre o virtual e o real, qualquer marca poderá ficar para trás de concorrentes mais ágeis e arrojados.

9 de julho de 2008

336 posts depois

Há 336 posts, eu e Aloisio Sotero resolvemos compartilhar com vocês uma série de discussões, dúvidas e idéias que tínhamos sobre a fragmentação da mídia. Assim nasceu o Achme7, o blog que hoje ganha um ano depois o seu 337º post. Nosso desafio inicial era mostrar a possibilidade de criar um conteúdo relevante e de qualidade sobre o fenômeno da nanomídia. Quando começamos a escrever existiam no Google 200 citações, todas em inglês, sobre nanomídia. Hoje são 3.770 e o Acheme7 continua aparecendo na primeira página do buscador quando alguém procura pelo termo. Ficamos felizes quando empresas de grande porte começam a assumir essa expressão no seu dia-a-dia. O IBOPE, por exemplo, reconheceu a força da nanomídia ao lançar um serviço para monitorar o que falam das marcas nas redes sociais. O diretor da agência Click, Abel Reis, deu entrevista comentando esse produto e utilizou com propriedade a expressão.Não inventamos a roda. Apenas seguimos a lógica de indexação do Google e, de alguma forma, criamos novas categorias de assuntos e palavras. Foi assim com nanomídia, netnografia, marketing de fragmentação e negócios movidos a Bites. Agora, estamos acrescentando mais duas ao nosso vocabulário: jornalismo de indexação e marketing de interface. Nesses 12 meses, o nosso trabalho diário de publicar posts exclusivos ou de alta relevância. Também desenvolvemos algumas iniciativas interessantes, como o Café com Blog que passou a ser referência nas discussões entre as empresas e esses personagens das mídias sociais. Também ajudamos algumas companhias a entender melhor esse novo mundo e como deve ser construída uma relação de longo prazo com os usuários desse universo. Lá atrás, quando escolheu o nome Acheme7 para este blog queríamos ressaltar que na Googlelândia as pessoas querem ser encontardas e serão desde que as marcas saibam como realizar essa tarefa.

30 de outubro de 2007

Mashups...uma novidade

Olá gente, hoje eu não vou falar sobre conteúdo gerado pelo consumidor e nem sobre marketing de redes sociais e sim sobre netnografia.
A Microsoft está atrás de uma boa colocação no ranking das empresas que mais oferecem serviços na Web aos internautas.
A mais nova surpresa da empresa é o Popfly, é um serviço que permite a criação mashups, mas, afinal de contas o que é isso? Trata-se de aplicações de internet que conseguem misturar mais de uma fonte de conteúdo para criar uma terceira função, normalmente de acordo com o gosto do usuário. O jornalismo atualmente começa a usar o Mashup de seus conteudos editoriais.
O nome já diz tudo, vem da mistura de sons como vozes e batidas, mas na prática, os mashups permitem a mixagem de conteúdos para a criação de alguma outra coisa sem que o usuário precise entender de programação. Um exemplo de mashups para poder entender melhor é a função MyMaps, do Google Maps, onde o usuário pode incluir botões, linhas e apontamentos, além de misturar o conteúdo de outros sites na criação de seus mapas particulares

7 de março de 2008

Turismo 2.0

Em pouco tempo ao pedir ao seu agente de viagens o próximo roteiro de férias, o cliente receberá informações tão precisas que ficará difícil não fechar o pacote. Será o puro exercício do conceito da netnografia. Além do seu perfil construído a partir de compras anteriores, o software da agência de turismo varrerá diversas redes sociais, como Orkut e Facebook, em busca de informações públicas para ajudar na decisão. Nessa procura o programa também vai monitorar blogs e serviços como o Youtube para achar conteúdo relevante de interesse do consumidor. Também não faltará uma consulta ao próprio blog do cliente que servirá de fonte dos seus gostos e desejos. Essa novidade está em gestação. Hoje é um conceito, mas em menos de três se transformará em produto. Cabe a empresa Amadeus, a líder mundial de serviços de tecnologia para a indústria do turismo, levar adiante essa revolução da forma como as agências se relacionam com o mundo digital. A internet se transformou numa fonte de consulta dos viajantes. O que a Amadeus pretende é contextualizar essa busca por informações a partir do perfil de cada cliente. “O mercado será completamente diferente do que conhecemos hoje”, afirma André Froes, gerente de marketing da Amadeus no Brasil. O próprio Froes conduz no País uma experiência que pode ajudar a matriz a entender as necessidades das agências em relação às redes sociais. A subsidiária brasileira lançou um blog corporativo onde as empresas de turismo e qualquer interessado no tema podem discutir com a Amadeus uma pauta sem barreiras, mas com algum foco na questão da indústria do turismo, como a nova política de comissão das companhias aéreas na venda de passagens até mesmo a crise na aviação civil. “O objetivo é estimular os nossos clientes (cerca de 4.500 agências no Brasil) a adotar o mesmo conceito: é preciso falar diretamente com os seus consumidores sem intermediários”, afirma o executivo da Amadeus. Até aqui a experiência tem se mostrado satisfatória. Froes se encarrega de responder pessoalmente algumas dúvidas, e quando não é possível atender uma solicitação, ele procura resolver o problema o mais rápido possível. “A resposta por mais complicada que seja não pode esperar muito para ser enviada ao quem tem a dúvida”, diz o gerente de marketing. Desde o seu lançamento em novembro do ano passado, o blog totalizou 5.455 visitas. É um número que pode parecer pouco significativo, mas nesse caso a audiência, por enquanto, não é o objetivo. O importante é a difusão do conceito. E nesse ponto a Amadeus está na trilha certa.

3 de fevereiro de 2008

O poder das Redes Sociais

Você sabia que , dos dez sites mais visitados no mundo, sete são redes sociais (YouTube, Microsoft Network, Myspace, Facebook, Hi5, Wikipedia e Orkut). Entender o comportamento das Redes Sociais é uma belo desafio para Netnografia uma vez que as suas formas de construção e relacionamento são diferentes ao redor do mundo.

No Brasil a rede social mais acessada é o Orkut e nos Estados Unidos esta rede não aparece entre 10 mais , lá que lidera é o MySpace.

Segundo o Alexa o Ranking Mundial é o seguinte : 1. Yahoo 2. Google 3. You Tube 4.Windows Live 5.MSN 6. My Space 7.face Book 8. Hi5 9.Wikipedia 10.Orkut.

No Brasil 10 mais são : 1. Orkut 2. Google Brasil 3. Windows Live 4. UOL 5. You Tube 6. Google.com 7 Globo.com 8. Yahoo 9. Terra 10.Blogger.com

Os Top 10 nos EUA: 1. Google 2. Yahoo 3. My Space 4. You Tube 5. Facebook 6.Windows Live 7.E-bay 8.Wikipedia 9.MSN 10. Craiglist.org

8 de outubro de 2007

O Valor da Internet nos Esportes Olímpicos

Vamos acompanhar a caminhada do Judô rumo a Pequim graças a Internet.Viva o Blog!! Viva a Internet!! E ippon neles Brasil.A netnografia vai ser de extrema importância para começarmos entender o comportamento das pessoas na internet , em especial na preparação para as olimpíadas de Pequim, em 2008. A internet possibilita conhecermos o que está acontecendo em todo o mundo em praticamente tempo real. Ai teremos um belo teste para divulgação dos nossos esportes olimpicos. Creio que a internet vai mudar a forma de cobertura das próximas Olimpiadas. Um dos esportes que deu mais medalhas para o Brasil em Jogos Olímpicos é o judô. Foram 12 medalhas, sendo 2 de ouro, 3 de prata e 7 de bronze. E para estar "antenado" com o esporte, já existem sites como o da Confederação Brasileira de Judô e o JudoBrasil onde encontram-se notícias atualizadas sobre tudo o que está acontecendo, desde as categorias de base até os profissionais, além de links para as principais confederações de judô do mundo e sites de diversos lutadores.
Esse processo de acesso à informação fez o judô nacional ganhar mais força nos tatames, nossos atletas vão sendo mais respeitados e temidos. No Pan do Rio, já alcançamos um feito inédito, dividimos o número de medalhas de ouro com Cuba (uma das maiores potências do esporte), ganhando tanto no masculino, quanto no feminino. Porém, o resultado mais expressivo aconteceu no último mundial, realizado no Rio, quando o Brasil ficou em 2º lugar, perdendo a liderança para o Japão (maior potência do esporte) no último dia, no apagar das luzes.
A seletiva dos atletas para as Olimpíadas começou neste sábado. Organizada pela Confederação Brasileira de Judô, ela será dividida em 3 fazes, 2 de confrontos diretos e a última de desempenho em competições internacionais. O vencedor desta seletiva estará classificado para os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Lembrando que 2 atletas já estão classificados para representar a nação sem precisar passar pela seletiva, devido ao ótimo desempenho no Pan e no Mundial, ambos no Rio. São eles, o bi-campeão mundial e medalha de ouro no Pan 2007 João Derly e a medalha de prata no Pan e 4ª colocada no Mundial Érika Miranda.
!!

27 de dezembro de 2007

Um novo Comportamento de Compras

Os consumidores adquiriram um novo comportamento que são as compras online aumentando 56% o comércio eletrônico neste Natal sendo um belo desafio para os estudiosos da Netnografia.

A cada dia que passa eu acredito que os fatores que contribuem para esse crescimento nas compras feitas via web são a comodidade para o cliente, a diversidade de condições de pagamento e a melhoría na logistica de entrega.

A empresa de Correios informou que o volume de encomendas movimentadas pelo comércio eletrônico no Natal deste ano aumentou 56% em relação a 2006. A expectativa dos Correios é de fechar dezembro com 1,4 milhão de encomendas provenientes do comércio pela internet, contra 930 mil no mesmo período do ano passado.
Neste Natal, os produtos importados como eletroeletrônicos, celulares, computadores, notebooks, minigames, tocadores de MP3 e televisores LCD foram os preferidos dos consumidores. Em 2000, nos primórdios do varejo eletrônico os principais itens eram CDs, livros e DVDs.
Segundo a e-bit — empresa de marketing on-line especializada em pesquisar o e-commerce no Brasil — as vendas do comércio eletrônico devem obter um crescimento nominal de 45% em relação ao Natal de 2006, atingindo um faturamento recorde de R$ 1 bilhão. Essa expectativa também está lastreada no aumento de entregas de comércio eletrônico feitas pelos Correios. No Natal, o volume dessas encomendas é cerca de 80% superior à média de outros meses".
A participação das encomendas de comércio eletrônico dentro do tráfego total vem crescendo ano a ano, informou os Correios. Em 2006, o comércio eletrônico era responsável por 3,9% do total de encomendas movimentadas pelos Correios. Em 2007, essa participação saltou para 4,9%, acrescentou.
O restante desta informação se encontra no portal G1
.

Um Novo Comportamento de Compras

Os consumidores adquiriram um novo comportamento que são as compras online aumentando 56% o comércio eletrônico neste Natal sendo um belo desafio para os estudiosos da Netnografia.
A cada dia que passa eu acredito que os fatores que contribuem para esse crescimento nas compras feitas via web são a comodidade para o cliente, a diversidade de condições de pagamento e a melhoría na logistica de entrega. A empresa de Correios informou que o volume de encomendas movimentadas pelo comércio eletrônico no Natal deste ano aumentou 56% em relação a 2006. A expectativa dos Correios é de fechar dezembro com 1,4 milhão de encomendas provenientes do comércio pela internet, contra 930 mil no mesmo período do ano passado. Neste Natal, os produtos importados como eletroeletrônicos, celulares, computadores, notebooks, minigames, tocadores de MP3 e televisores LCD foram os preferidos dos consumidores. Em 2000, nos primórdios do varejo eletrônico os principais itens eram CDs, livros e DVDs. Segundo a e-bit — empresa de marketing on-line especializada em pesquisar o e-commerce no Brasil — as vendas do comércio eletrônico devem obter um crescimento nominal de 45% em relação ao Natal de 2006, atingindo um faturamento recorde de R$ 1 bilhão. Essa expectativa também está lastreada no aumento de entregas de comércio eletrônico feitas pelos Correios. No Natal, o volume dessas encomendas é cerca de 80% superior à média de outros meses". A participação das encomendas de comércio eletrônico dentro do tráfego total vem crescendo ano a ano, informou os Correios. Em 2006, o comércio eletrônico era responsável por 3,9% do total de encomendas movimentadas pelos Correios. Em 2007, essa participação saltou para 4,9%, acrescentou. O restante desta informação se encontra no portal G1 .

15 de novembro de 2007

A grande rede procura você

Ultimamente o usuário tem ocupado cada vez mais o centro das atenções na Internet. Estudos de mídia on-line, usabilidade centrada no usuário, mídia e conteúdo gerado pelo consumidor, comportamento das redes sociais e web 2.0. São vários os pontos de interesse nessa figura que antes era apenas vista como um detalhe perto da estrela emergente, chamada de “grande rede de computadores”.

Só que no começo nem todos se lembravam que na frente de cada computador poderia haver um ser humano, com interesses únicos e individuais. A partir de então, o usuário começou a ganhar cada vez mais importância, com direito a defensores dos seus interesses, empresas que procuravam escutar seus anseios e levar em conta suas necessidades. No entanto, o interesse no usuário/ser humano pode ser algo novo na Internet a netnografia , mas não é fora dela.

Diferentes áreas do conhecimento como antropologia, ergonomia, psicologia, semiótica e retórica já tinham percebido que o ser humano é fator central em qualquer atividade, pois o resultado final de tudo que o homem faz é voltado para ele, ou seja, o fim de toda atividade é transformar o próprio homem.

  • No caso da antropologia, desde a antigüidade clássica, os gregos já refletiam sobre o papel do homem e utilizavam a “medida humana” como centro de discussão acerca do mundo. Isso demonstrava uma preocupação antropológica, ou seja, procurava um conhecimento completo sobre o homem, suas produções e seu comportamento.

  • A ergonomia desde 1700 d.C. (com os estudos de Bernardino Ramazzini) já se voltava para o homem como objeto de estudo, visando projetar sistemas, tarefas, produtos, ambientes e trabalhos que fossem compatíveis com as suas necessidades, habilidades e limitações, razão pela qual a ergonomia também é chamada nos EUA de “fatores humanos”.

  • A psicologia também estuda os processos mentais e o comportamento humano e animal. Em 1879, Wilhelm Wundt já praticava a psicologia separadamente da filosofia, na Universidade de Leipzig (Alemanha), trazendo à tona as questões sobre a relação do ser humano com o ambiente e consigo mesmo.
  • A semiótica encara o ser humano como ponto central do seu estudo, na medida em que ele age como o interpretante dos signos, atribuindo significados que são únicos e particulares para cada indivíduo. Ou seja, nunca há dois significados iguais, pois não há dois seres humanos iguais. E o ato semiótico pode ser considerado tão antigo quanto a existência do ser humano, desde o Gênesis bíblico, quando "Tendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais dos campos, e todas as aves dos céus, levou-os ao homem, para ver como ele os havia de chamar; e todo o nome que o homem pôs aos animais vivos, esse é o seu verdadeiro nome. O homem pôs nomes a todos os animais, a todas as aves dos céus e a todos os animais dos campos...". Coube ao homem dar significado ao que o cercava, pois seria o próprio homem que iria desfrutar dele.
  • Por fim, o grego Aristóteles, quase 400 anos antes de Cristo, já dizia que a expectativa emocional do ser humano, junto com a credibilidade do orador e a qualidade da sua mensagem, eram essenciais na arte do convencimento ou retórica. Novamente, não tem como se falar de persuasão sem levar em conta as características únicas que cada ser humano possui e como ele contribui para o desfecho final do que é dito no discurso.

Portanto, quem deseja tirar proveito do que a Internet oferece em termos de potencialidades faria bem em aprender com essas ciências que há séculos analisam o comportamento humano, o modo como nós interagimos com o ambiente e dele extraímos significado.

12 de dezembro de 2007

O sentimento dos blogs

Existem três tipos de empresas no mundo atual. Aquelas que ignoram a revolução da economia digital e estão de costas para esse fenômeno. As que ainda têm medo das mudanças provocadas pelo conteúdo gerado pelo seus consumidores; e aquelas que ainda não entederam direito o que está acontecendo, mas querem navegar no mundo da netnografia. Esse terceiro de grupo de companhias pode ser o futuro do capitalismo. São elas que irão se aproveitar de produtos como este lançado pela empresa inglesa Sentiment Metrics. Por 159 libras por mês é possível fazer uma análise de sentimento nas redes sociais e blogs sobre a marca da empresa. É possível dessa forma, após um período de 14 dias gratuitos, sentir o pulso dessa nanomídia e o que falam os nanopublishers.

7 de novembro de 2007

Café com blog

Blogueiro sem irreverência é apenas um sujeito que tem um diário de impressões na internet. Não é blogueiro. Por isso, a mensagem postada (publicada) às 09h11 desta terça-feira, dia 06, por Alexandre Fugita, do Techbits (www.techbits.com.br) traduz a essência do primeiro Café com Blog (www.cafecomblog.com.br), organizado pela revista BITES. Fugita disse que a reunião era uma conversa entre os executivos de terno e os blogueiros de tecnologia. Realmente foi a realidade do encontro, no Centro Britânico Brasileiro, em São Paulo, que reuniu 40 convidados. Por trás das mangas de camisa e das gravatas havia um grande interesse das duas partes de como criar mecanismos de ajuda mútua e gerar negócios em comuns. “Estamos próximos de uma nova geração e de um modo diferente de pensar a internet”, afirmou Caio Túlio, presidente do iG. Entre os presentes executivos de marcas como Forrester Research, Vignete, Terra, Editora Abril e Dufry presentes. E os blogueiros Gabriel Tonobhom (www.oitopassos.com.br), Manoel Netto (www.tecnocracia.com.br), Edney Souza (www.interney.com.br), Tiago Doria (tiagodoria.blig.ig.com.br), Luciana Monte (www.diadefolga.com.br), Wagner Fontoura (www.boombust.blog.br), Lucia Freitas (www.ladybugbrazil.com), Alexandre Fugita (www.techbits.com.br), Alexandre Inagaki (www.pensarenlouquece.com.br) e Fabio Saba (www.epoca.com.br). O café com Blog Tecnologia é um projeto da revista BITES e começou a ser desenhado há quatro meses a partir de uma série de conversas com o mundo corporativo e os blogueiros. Antes do evento desta manhã BITES organizou duas versões in-house. O primeiro aconteceu no Yahoo! Brasil com a diretoria da empresa no País e outro no próprio iG. A conversa desta manhã foi a primeira de uma série de cinco. Dia 27 será a vez de reunir o mundo da publicidade com os blogs que tratam do assunto. Em seguida haverá encontros nas áreas de finanças, varejo e telefonia.
A primeira edição do Café com Blog começou com uma apresentação de Aloisio Sotero, o responsável por toda a estratégia de marketing direto do grupo Brasif e Dufry. Sotero comentou sobre o surgimento de uma nova fonte de pesquisa para os antropólogos de plantão: a netnografia, o estudo do comportamento do consumidor na internet e disse que o conteúdo gerado pelo consumidor tem uma força capaz de balançar marcas consolidadas. “Estamos diante de um novo comprador que sabe o que deseja e tem os caminhos para realizar sua ação de maneira rápida e sem intermediários”, afirmou. Ele também disse que antes de montar uma estratégia para se comunicar digital cada companhia precisa responder a duas questões. A primeira é saber quais as palavras-chaves do seu negócio e dessa forma conquistar relevância nos serviços de busca da internet. A segunda pergunta envolve a resposta para a frase: o quão digital é meu negócio? “De pronto são poucos empresários que conseguem responder a essa ponderação”, explicou Sotero. O executivo também reforçou a importância das mulheres no mundo digital e disse que são poucas as empresas que conseguiram criar uma política de comunicação digital para esse público. Logo após foi a vez de Ricardo Franco, diretor da empresa de consultoria Forrester Research no Brasil. Ele mostrou como a companhia está analisando esse fenômeno e entregou aos presentes dois estudos exclusivos da Forrester sobre esse mercado. Franco explicou que foram os analistas da Forrester que cunharam pela primeira vez a expressão computação social, que serve para entender todos os efeitos das novas mídias sobre o mundo corporativo. Na sua apresentação Franco provou que um blog pode montar uma equação de retorno sobre o investimento, algo importante para quem deseja rentabilizar aquilo que muitos acham uma diversão. “O que é importante dizer aos interessados em ter seu blog que antes de qualquer movimento o ideal é ter um objetivo claro”, afirmou Rocha. Após essa seqüência de apresentações blogueiros e executivos iniciaram uma troca de experiências. ““Blog é conversa, não pode ser analisado como um meio de comunicação tradicional. É algo pessoal, que depende do boca a boca, a forma mais poderosa de propaganda, descrita desde a década de 80”, diz Edney Souza, do Interney (www.interney.net). Para a maioria dos blogueiros, os executivos ainda não entendem como as redes sociais se formam e ficam pouco à vontade diante dessa inovação. E para os executivos ainda não está claro qual o papel dos blogs em seu negócio. Nesse ponto cada lado terá de amadurecer ainda mais a sua percepção sobre o outro. Ou como disse Lúcia Freitas, do LadyBug (www.ladybugbrazil.com): “Empresas e blogs precisam sair da sua zona de conforto. Só assim surgirão oportunidades de negócios para os dois lados.”

6 de outubro de 2007

Quanto Vale o Facebook ?

O Facebook é a rede social que mais cresce no mundo .Um belo trabalho de netnografia para se compreender os novos comportamentos dos usuários na Internet. Alem disso "Quanto Vale uma Rede Social ? .

O valor estimado do Facebook já atingiu valores presumidos que vão de 1 a 10 bilhões de dólares, bolada devidamente recusada por Zuckerberg, talvez esperando que as mudanças se consolidem para conseguir mais dinheiro ainda - ou então passar para a história como um dos grandes revolucionários da internet.

O site fundado pelo jovem Mark Zuckerberg, ex-aluno de Harvard, coleciona 100.000 novos usuários ao dia, que fazem tudo o que podem fazer em outras redes sociais como o Orkut e o MySpace. Mas, como se sabe, o Facebook mudou seu posicionamento e agora pretende ser o mais completo índex de referências pessoais da web - tarefa facilitada pelo fato de sua plataforma permitir aplicativos desenvolvidos e customizados por terceiros.

Com um total de 31 milhões de usuários, e voando a velocidade de cruzeiro, é possível imaginar o quanto os planos de Zuckerberg estejam chamando a atenção de uma empresa chamada Google. Afinal, quem mais poderia rivalizar com a gigante da internet pelo menos nas pretensões de se tornar o grande repositório de informações pessoais da rede?

22 de novembro de 2007

Netnografia: O Comportamento do Consumidor Online

Acontece hoje em São Paulo um evento da Câmara de Comércio Brasil - Estados Unidos. O evento é um encontro de empreendedores que possuem interesse em comércio eletrônico e que precisam estar antenados com os acontecimentos no mercado de E-Business . A palestra será conduzida por Aloísio Sotero que irá abordar os seguintes temas:

-Bônus demográfico;
-Informatização da Sociedade;
-Fragmentação de Veículos;
-Negócios Online: Panorama, Oportunidades e Ameaças.

. Agora o Download esta disponivel e apresentação segue abaixo dividida em 3 partes :

PARTE 1 ; PARTE 2 ; PARTE 3