O comercial da marca de shampoos Sunsilk, estrelado por Madonna, Shakira e Marilyn Monroe é um belo exemplo de um comercial sem cara de propaganda e veiculado nas nanomídias You Tube e My Space. Sua página no My Space convida as consumidoras a contarem suas histórias e acaba por concentrar todos os fãs do comercial. Se tivesse "cara" de comercial comum, certamente não faria tanto sucesso e não seria viral. Este é o segredo das nanomídias: saber entreter para convencer e então passar o recado, divulgar a marca.
Afinal, quem não quer ver um mito como Ms. Monroe estrelando um comercial em plenos 2008?
25 de janeiro de 2008
Entreter para convencer
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Karine Moura
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
24 de janeiro de 2008
Gerando receitas em sites de conteúdo gerado pelo consumidor
Recente pesquisa nos Estados Unidos revela que sites com conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube, são o principal meio de entretenimento e informação dos usuários de internet. Seu poder de viralização e audiência massiva têm um potencial de publicidade enorme - no entanto, os modelos de monetização ainda não se consolidaram totalmente.
O YouTube é um dos maiores exemplos de sites cuja mola mestra é o conteúdo gerado pelo usuário. Esta tendência tem sido seguida não apenas pelas redes sociais mais conhecidas, como o próprio YouTube, o My Space ou o Orkut, mas também os veículos ditos "tradicionais" , que apostam no conteúdo gerado pelo usuário como forma de agilizar coberturas e "dar voz" ao internauta.
Os desafios maiores estão no mercado de vídeo, que teoricamente seria o de mais potencial de geração de receita. Segundo a empresa de análises de mercado Screen Digest, em 2010 serão disseminados pela rede nada menos do que 44 bilhões de streamings de vídeo nos Estados Unidos, o que corresponde a 55% de todo o consumo de conteúdo de vídeo no mercado americano. Porém, isto corresponderá a apenas 15% do total de receitas publicitárias obtidas pelos veículos.
Além disso, o formato ideal para publicidade neste tipo de site ainda não foi consolidado. Este tempo de experimentação de novos formatos ainda faz acender a luz vermelha em alguns anunciantes mais conservadores. Por outro lado, existe o temor de que estes sites poderiam perder o seu "charme" quase underground, caso começassem a vender espaços publicitários e ficassem mais parecidos com os veículos mais "mainstream". E esta descaracterização seria como uma morte anunciada para estes tipos de sites, pois a fidelidade dos usuários é a base de sua credibilidade.
Parece que encontrar uma solução para monetizar o conteúdo gerado pelo usuário será um dos pontos-chave das ações de muitos players para 2008. A personalização total das mensagens publicitárias - por exemplo, lançar mão de links patrocinados com produtos relacionados aos vídeos apresentados - pode ser uma saída, embora a receita gerada ainda seja considerada pequena em relação ao potencial de audiência.
Parcerias com as "majors" parecem ser uma solução mais exeqüível - o YouTube e o MySpace já apresentam "canais exclusivos" de clipes e outros conteúdos com o aval de gravadoras e estúdios de Hollywood, que em troca podem ter acesso aos comentários dos usuários de modo simples e rápido - mas a chamada "monetização" ainda passa ao largo desse tipo de aplicação.
Num mundo onde tudo é mensurável - afinal, as métricas existem e podem ser usadas de forma bastante objetiva por quem queira avaliar o desempenho de suas ações online -, certamente a melhor solução para este caso parece estar perto. Talvez ela não seja convencional - afinal, quando se trata de obter receitas com conteúdos tão personalizados é preciso, antes de tudo, focar esforços num determinado tipo de audiência, muito segmentada. E este tipo de desafio não deve ser tratado da mesma maneira do que uma campanha com banners em portais de notícias gigantescos - a relevância e o impacto se dissipariam a níveis preocupantes e - pior - ineficazes, o que colocaria o investimento dos anunciantes a perigo.
As discussões sobre monetização de conteúdos permeará, com certeza, muitas discussões em 2008. Não se sabe se a solução virá neste ano - mas inevitavelmente ela passa por um maior conhecimento do mercado e, talvez, pela tão falada "quebra de paradigmas". E paradigmas são elementos que realmente não têm espaço em um ambiente tão dinâmico como o colaborativo.
PorMaristela Alves
Editora JumpExec
http://jumpexec.uol.com.br
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Thiago Ferrari
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia, Netnografia
23 de janeiro de 2008
Blogtraining
Os executivos das maiores empresas brasileiras já se acostumaram a reservar espaço na sua agenda para fazer media training. O exercício serve para facilitar a a vida de presidentes e diretores quando estão diante de um jornalista. Há desde aulas teóricas até simulações de entrevistas para TV ou mesmo jornais e revistas. Agora esse treinamento ficou mais sofisticado. Algumas das maiores agências de comunicação do País já começaram a estruturar o que estão chamando de Blogtraining, a versão 2.0 do mediatraining. A preocupação agora é outra. A intenção agora é ensinar os clientes a interagir ou mesmo escrever seus próprios blogs corporativos. Presidentes ou diretores de companhias de todo o mundo já descobriram o poder dessa poderosa ferramenta de comunicação interativa. Esse fenômeno é mais robusto nos Estados Unidos onde os executivos são mais inovadores nesse aspecto, mas na Europa e Ásia os exemplos se repetem. Na conservadora Áustria, por exemplo, o presidente da Telekom Austria, Rudi Fischer. “O blog é a extensão do diálogo das marcas com os seus clientes”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (ABRACOM), José Luiz Schiavoni. Também sócio e fundador da S2, que está entre as dez maiores empresas desse mercado, Schiavoni diz que o blogtraining se tornou uma questão quase imperativa nos últimos seis meses do ano passado. “Muitos dos nossos clientes me perguntam como podem se conectar a essa nova mídia e antes deles descobrirem o novo mundo é preciso mostrar as regras.” A S2 não está sozinha na abertura dessa nova oportunidade de negócio. Outra grande marca desse mercado, a In Press Porter Novelli, também está colocando o assunto na ordem do dia dos seus clientes. “Ainda não criamos um produto específico para atender essa demanda porque acreditamos que ela faz parte da consultoria de mídia que trabalhamos junto aos nossos clientes”, afirma Hugo Godinho, coordenador do núcleo de web da In Press. Essa tendência fica mais forte à medida que os blogs, como mídia de propagação, ganham mais força junto a outros consumidores que acessam a internet. “É um movimento sem volta para o mundo corporativo”, afirma Aloisio Sotero, que há sete anos vem estudando comportamento dos clientes na web e sua relação com as marcas. Como Business Processo Outsourcing (BPO) dos grupos Brasif e Dufry, Sotero diz que a “maior lição que podemos obter em relação aos blogs é a capacidade do executivo ficar alerta para os questionamentos e ainda ser rápido na resposta.” São essas técnicas que agências de comunicação, como a S2 e In Press, querem proporcionar aos seus clientes que já decidiram escrever os seus próprios blogs.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
22 de janeiro de 2008
E-Commerce fazendo cada vez mais a cabeça do consumidor
O Crescimento de usuários do comércio eletrônico é cada vez maior.
Segundo pesquisa do Ibope/NetRatings divulgada nesta quinta-feira, a venda de produtos pela Internet atingiu o maior número de usuários desde setembro de 2000, quando a Joint Venture entre o Ibope e a Nielsen começaram a fazer mediações sobre a Internet brasileira. No Mês de dezembro, o número de usuários ultrapassou a barreira dos 12 milhões.
E esse número só tende a crescer. É cada vez mais comum o uso da Internet para transações em geral. Segundo os dados divulgados, 57% dos internautas visitaram algum site de e-commerce:o maior alcance residencial atingido pela categoria.
Outro dado que devemos levar em conta: o Brasil continua sendo o país com o maior tempo médio de navegação residencial por internauta entre os 10 países monitorados pela Nielsen/Net ratings, com 22h59min. Considerando todos os ambientes (residência, trabalho, Escola, cybercafés, bibliotecas, etc), 39 milhões de pessoas com idade superior a 16 acessam a Internet.
Sem dúvida, é um mercado que está em constante crescimento e devemos ficar atentos a ele.Podemos perceber essa movimentação ao analisarmos o caso das lojas americanas que fazem lojas físicas cada vez menores (Americanas Express) e abriram a loja Virtual Americanas.com, investindo cada vez mais no atendimento online. Seria essa uma tendência geral do mercado?
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Ana Paula Gondim
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00:46
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao
18 de janeiro de 2008
Adeus CD
A Vivo e a LG acabaram de anunciar o lançamento de um novo celular. A maior novidade é que ele custará R$ 10 para os clientes pós-pagos da operadora e terá todas as músicas do último CD do conjunto Simple Plan. Essa inovação é mais um movimento da indústria mundial em direção ao novo consumidor, que gera seus próprios conteúdos e se relaciona sem intermediários com as marcas. É pura netnografia. Para os interessados aqui está o release do anúncio.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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18:58
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Netnografia
O roadmap do século 21
Esse é um vídeo que vale olhar como um exercício de futurologia e como os negócios serão movitos, essencialmente, a Bites nos próximos 100 anos. É um vídeo até longo para os padrões do Youtube.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Netnografia
Tangotech
Não existem mais fronteiras para os negócios movidos a bites. A mão-de-obra também está se tornando móvel e alocável em qualquer parte do planeta. A seguir uma história real e singular desse fenômeno. Uma grande multinacional americana com um gigantesco projeto em andamento na Argentina está recrutando especialistas brasileiros nas áreas de gerenciamento de projetos, técnicos em Java e controle de qualidade de softwares. São centenas de vagas e as exigências envolvem o domínio da língua inglesa, salários acima da média do mercado brasileiro e contratos sob o regime CLT. Quem está fazendo a seleção para o cliente na Argentina é a subsidiária brasileira da Digital Intelligence Systems - DISYS, uma empresa americana especializada no recrutamento de mão-de-obra para o setor de tecnologia (www.disys.com). O seu foco são executivos de nível médio interessados em oportunidades de trabalho em todo o mundo. “Não importa onde o candidato mora no Brasil. O que nos interessa é a competência”, afirma o Country Manager da DISYS, Marcos de Almeida. Outro aspectro interessante dessa busca é a forma como, em parte, ela está acontecendo. Almeida tem selecionado gente a partir dos seus contatos, do banco de dados e com a ajuda da nanomídia. Ele fez uma primeira experiência nesse sentido e postou o conteúdo publicado na edição desta sexta-feira da newsletter de negócios de tecnologia Bites em vários blogs nacionais e até comunidades no Orkut.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
17 de janeiro de 2008
O guarda-roupa
Essa históría é pura netnografia e também ilustra como os negócios são movidos a bites. “O mundo físico ainda é a melhor escola de vendas.” Esse é o conceito empregado com disciplina pelo empresário Thiago Fiorin nos projetos em torno da sua empresa, a Idéias Pontual. A companhia é especializada em fazer e gerenciar portais de comércio eletrônico e descobriu com um dos seus clientes que o consumidor virtual não está tão longe do real, como muitos ainda acreditam. Ao aprimorar o sistema de vendas eletrônicas para a rede KD, que está na internet há quase cinco anos, Fiorin ficou intrigado com a baixa aceitação de guarda-roupas. Eram menos de três unidades comercializadas por mês. “Um mistério que nos incomodava .” Foram feitas várias tentativas. De promoções diferenciadas até descontos maiores. Até que alguém teve uma simples idéia: ir nas lojas de rua da KD para observar vendedores e clientes. Durante esse período, Fiorin e sua equipe ficaram estudando cada movimento e com olhos nos detalhes. O que mais chamou atenção era a forma como alguns clientes olhavam o guarda-roupa antes de levá-lo para casa. “Eles abriam a porta para olhar por dentro”, explica o diretor da Idéias Pontual. A partir desse momento, o site das lojas KD incorporou imagens internas dos guarda-roupas, como este exemplo à direita. Foram suficientes apenas dois meses para mudar a realidade. “As vendas triplicaram”, afirma Fiorin. Com a receita do sucesso nas mãos as lojas KD adotaram o conceito como padrão. Todos os fornecedores de armários de quartos foram orientados a mandar fotos externas e internas dos produtos. “Quem não envia não vende”, diz Fiorin. “Nem colocamos no site.”
Esse aprendizado ajudou a resolver outro problema: as vendas de cozinhas. Na primeira versão do site da KD os produtos eram colocados como um único conjunto, a chamada cozinha completa. Mais uma vez, o consumidor mostrou sua força. O desempenho das vendas só mudou depois que o site passou a vender itens em separado. A KD descobriu com a ajuda da equipe de Fiorin algo que muitas operações de comércio eletrônico ainda nem perceberam. É certo que o cliente das primeiras operações de vendas pela internet tinham hábitos bem diferenciados, mas o tempo se encarregou de encurtar essa distância. As relações entre as empresas e seus clientes mudaram porque a tecnologia mexeu com conceitos básicos do comércio, a distância e o tempo. Além disso, o cliente ficou melhor protegido de surpresas e passou a entender melhor o seu poder de fogo na hora de efetuar uma operação de comércio eletrônico. “Estamos assistindo uma pequena revolução diante dos nossos olhos”, afirma Aloisio Sotero, que há anos como BPO (Business Process Outsourcing) de empresa como a Dufry tenta entender esse novo consumidor para colocar na vitrine virtual as melhores ofertas de produtos.
Mesmo com a crescente força de grandes portais de comércio eletrônico, como Amazon nos Estados Unidos e o Submarino por aqui, as vendas pela internet estão entrando num novo ciclo. O ano está começando com o desembarque de um novo conceito. Será a vez das nanonetworks. Nesses novos ambientes virtuais os mesmos consumidores que nos últimos tempos compraram pela rede e hoje geram seus próprios conteúdos começarão a fazer negócios entre si. Comunidades inteiras, por exemplo, de colecionadores de discos em vinil que poderão comprar e vender sem a interferência das grandes marcas. E mais uma vez. Consumidores cada dia mais próximos ao conceito que os antigos comerciantes conseguiram entender e ganhar dinheiro atendendo a essa demanda dos seus clientes. A experiência da rede KD comprova que ao se recusar ouvir a voz do cliente, mesmo que seja fazendo uma ligação entre o virtual e o real, qualquer marca poderá ficar para trás de concorrentes mais ágeis e arrojados.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Netnografia
15 de janeiro de 2008
Coca-Cola é isso ai
A subsidiária inglesa da Coca-Cola também quer ouvir seus consumidores no Reino Unido. Os caminhos tradicionais foram descartados e a companhia preferiu utilizar o conceito do conteúdo gerado pelo consumidor. Na primeira fase o Letsgettogether vai cadastrar consumidores interessados em encontrar os executivos da Coca inglesa para uma conversa face-to-face. Na pauta uma conversa franca sobre os produtos e atividades da companhia. No segundo momento a intenção é abrir um canal regular de conversas com os clientes numa espécie de focus group em tempo real.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia, Netnografia
14 de janeiro de 2008
Nanomídia no terceiro setor
Redes Sociais como blogs, fóruns de discussão... a geração de 20 a 30 anos utiliza o poder da nanomídia e do conteúdo gerado pelo consumidor para apoiar os projetos de professores, patrocinar os estudos de uma criança ou lutar contra a pobreza. O site Kiva, que agrupa mais de 90.000 doadores e já arrecadou mais de 19 milhões de dólares, propõe aos internautas uma fórmula de microfinanciamento. O doador é contactado com o eventual beneficiário em um país em desenvolvimento e pode, se o desejar, visitá-lo. Conscientes do êxito das ONGs virtuais, que seduzem dezenas de milhares de jovens internautas, os sites de relacionamento como Facebook e MySpace associam-se a elas para lançar novos instrumentos de arrecadação. Em maio de 2007, Project Agape, especializada em ações sociais, e o Facebook inauguraram "Causes", que incita aos usuários do segundo a se reunirem em comunidades em torno de uma causa que os interesse.
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Manuela Corrêa
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
