13 de fevereiro de 2008

Mobile Marketing: alguns formatos de campanhas

Apesar de ainda não existirem guidelines "oficiais" para os bons processos e práticas em campanhas de mobile marketing no Brasil, é possível listar alguns tipos de campanha que podem ser veiculadas no novo veículo. Com o crescimento constante das vendas de aparelhos celulares mais sofisticados, a chegada da tecnologia 3G e a integração com a TV Digital – quando houver -, a consolidação do mobile marketing como alternativa de publicidade é apenas uma questão de tempo.

È preciso lembrar que este é apenas um guia – muito material ainda vai ser escrito sobre estes formatos. Comece a se familiarizar, portanto. E não se esqueça: as campanhas de mobile marketing funcionam melhor se integradas com outros veículos. Dito isso, aqui vão:

Campanhas com SMS: a grande vedete das campanhas móveis, por serem baratas, compatíveis com qualquer aparelho disponível no mercado e realmente captarem a atenção do destinatário. Podem ser pagas ou não pelo consumidor, e servem também com um poderoso instrumento de relacionamento – desde, é claro, que se tomem cuidados com seu sistema de opt-in.

Campanhas com MMS: mensagens que incluem arquivos de mídia, como imagens, áudio e vídeo. Em mercados mais avançados, são utilizadas para oferecer, por exemplo, demos de mobile games. Espera-se um salto no uso deste tipo de mensagem a partir dos próximos meses. No entanto, o princípio do opt-in também se aplica aqui.

Campanhas "per-per-click": sim, links patrocinados também encontram seu lugar dentro do mix de comunicação mobile. Funcionam da mesma forma do que na internet: Google e Yahoo já fornecem soluções de links patrocinados via mobile, e a Microsoft também se prepara para ingressar neste promissor mercado, com a compra da rede especializada em publicidade móvel Screen Tonic, de origem francesa.

"Ad networks" móveis: num formato bastante parecido com o existente na internet, também haverá a possibilidade de anunciar através das redes segmentadas de anúncios, que oferecem um targeting preciso. Entre os provedores deste tipo de serviço mais famosos estão Ad Mob, Enpocket e Mobile Posse, todos atuando nos mercados europeu, asiático e norte-americano. Um uso muito comum destas redes é por parte dos vendedores de conteúdo (companhias que vendem ringtones, games, serviços e aplicativos), que encontram nelas a possibilidade de anunciar seus produtos e serviços com resultados bastante positivos.

Serviços de localização: embora muitos tenham dúvidas a respeito da questão do opt-in, as campanhas de localização, que oferecem anúncios e promoções específicas para usuários que estejam circulando perto de lojas que utilizam este tipo de campanha, é um dos aplicativos de publicidade mais falados. No entanto, ainda será preciso aperfeiçoar o sistema de targeting, a fim de não aborrecer aqueles usuários que realmente não queiram ser importunados por ofertas especiais enquanto estão fazendo suas compras no shopping center.

Conteúdo patrocinado: Para consultorias como o Gartner, este modelo de anúncio será o mais utilizado em pouco tempo. Ele é útil porque vai combinar estudos do perfil dos usuários com o tipo de conteúdo que os interessa, e este conteúdo será acessado juntamente com algum tipo de publicidade. Sabendo-se que serviços móveis especializados em música, jogos e TV estão entre os mais populares, é fácil imaginar as possibilidades que se abrem.

As possibilidades são muitas, mas ainda cabe algum estudo e muita informação para saber como adequar as campanhas em mobile marketing para as necessidades de sua empresa.

12 de fevereiro de 2008

Facebook é lento e tem interface não-amigável, diz estudo

Um estudo divulgado pela WatchMouse nos Estados Unidos afirma que, em comparação a outros grandes portais de conteúdo, o Facebook é lento e tem interface não-amigável. A empresa monitorou 104 sites e colocou o Facebook no último lugar da lista de melhores performances, devido ao grande tempo de espera de processamento e erros frequentes de programação. O critério utilizado pela empresa usou seu índex "Site Performance", que quantifica a percepção do usuário em relação à velocidade de processamento e a usabilidade do site.

O índice considera uma pontuação de 500 como indicador de boa performance, enquanto índices superiores a 1500 mostram um rendimento considerado ruim. O Facebook atingiu uma pontuação de 6629. A empresa WatchMouse não divulgou as razões pelas quais a rede social teve um desempenho tão fraco. Especula-se que a performance ruim seja resultado do uso de diversas aplicações de terceiros, que podem impactar o desempenho do site dependendo da quantidade de aplicações que cada usuário escolhe usar.

10 de fevereiro de 2008

Pesquisa com executivos de marketing aponta tendências para 2008

Pesquisa com 1700 altos executivos de marketing mostra perfil das estratégias para o próximo ano.

A Andersen Analytics divulgou os resultados de uma pesquisa que conduziu junto a executivos de marketing para saber quais serão as principais tendências de marketing para 2008. A pesquisa foi feita em parceria com a Marketing Executives Networking Group, uma associação que conta com 1700 executivos que ocupam altos cargos nas áreas de marketing das maiores empresas dos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, investimentos em marketing na web e em iniciativas ambientais estarão ocupando pontos privilegiados nas agendas e orçamentos de marketing no próximo ano; além disso, os fundamentos do marketing, segundo os entrevistados, serão mais importantes do que nunca, a fim de que possam ajudar os executivos a compreender as fortes mudanças pelas quais o mercado está passando.

A pesquisa procurou identificar, além das tendências de marketing, saber quais são as áreas onde estão as melhores oportunidades de negócio e também mostrou quais são os livros que têm inspirado os executivos de marketing na busca de novas estratégias e idéias.

Conceitos de marketing: A pesquisa procurou saber quais os conceitos de marketing que serão mais importantes em 2008. Para 60% dos entrevistados, os fundamentos do marketing serão "muito importantes" para compreender o mercado. Este termo inclui conceitos específicos como satisfação do consumidor, retenção de consumidores, segmentação, lealdade à marca e retorno de investimento.
As técnicas de otimização de buscas também estão muito bem cotadas, já que foram citadas por 42% dos entrevistados como estratégia importante para 2008. O termo "green marketing", que pode ser traduzido, a grosso modo, como "iniciativas ambientais", foi considerado por 32% dos pesquisados como um conceito que aumentará sua relevância no ano que vem - sendo reconhecido também como uma "palavra chave" bastante importante na estratégia das empresas.

Perfis de consumidor: Para os executivos de marketing ouvidos, o target principal de suas estratégias deve continuar sendo os chamados "baby boomers" (os nascidos entre 1946 e 1964); 88% dos entrevistados consideram esta faixa etária como a mais relevante para suas estratégias. Entretanto, outros targets, como a chamada "Geração X" (nascidos entre 1965 e 1980, indicados por 86% dos entrevistados), os Hispânicos (86%), Mulheres (85%) e a "Geração Y" (nascidos entre 1981 e 1995, com 84% das citações) já começam a rivalizar com os baby boomers como os focos principais da atenção dos executivos.

Questões Globais: A China permance como a região onde estão as melhores oportunidades de investimentos, com 52% das citações, enquanto a India fica em segundo lugar, com 20%. Também foram mencionados com um certo destaque Europa Ocidental, Europa Oriental, América Latina, Brasil, Rússia e México, como localidades onde podem haver investimentos atraentes para o marketing das grandes empresas.
No entanto, 77% dos executivos acreditam que a maioria das estratégias de marketing devem ser decididas nas próprias matrizes ou escritórios centrais das companhias; 75% dos executivos mais velhos acreditam que nenhuma atividade estratégica de marketing deva ser feita fora da matriz.

Fontes de informação: Um dado coletado pela pesquisa revela que executivos de marketing altamente qualificados gostam de obter insights através de livros. Entre os livros recentes mais citados na pesquisa estão: "O Mundo é Plano", de Thomas Friedmann, "Empresas Feitas para Vencer", de Jim Collins e "Blink", de Malcolm Gladwell. Quando perguntados sobre seus livros favoritos de todos os tempos, três entre cinco executivos ouvidos apontam, sem hesitar: "Empresas Feitas para Vencer", "Posicionamento", de Al Ries e Jack Trout e "Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes", de Stephen Covey.

8 de fevereiro de 2008

Conheça os visitantes do seu website

Determinar o que seus visitantes esperam do seu site é fator primordial para definição de sua estratégia - veja como:

Para aumentar as chances de conversão de vendas do seu website, é necessário compreender as motivações de cada tipo de visitante. Cada tipo de visita é afetada por uma série de fatores, o que significa que visitantes diferentes são afetados de formas diversas por um mesmo tipo de comunicação.

Geralmente, existem três tipos de visitantes em um site:

Visitantes "surfistas": Este tipo de visitante quer basicamente se divertir e obter informações sem muito compromisso; fortemente motivado pelos elementos de design oferecidos pelo site, este tipo geralmente faz compras por impulso.

Os "pesquisadores": Este tipo de visitante geralmente não faz compras durante a visita ao site - eles apenas querem informações sobre o produto. Alguns deles têm intenção de comprar mais tarde e fazem a pesquisa para ter mais elementos para tomar a decisão de compra. Estes visitantes geralmente têm uma rotina de visitas a sites e freqüentemente os comparam. Eles estão focados em encontrar as informações que precisam e são poucos influenciados por fatores como design - a não ser que a usabilidade do site dificulte o acesso às informações dos produtos nos quais estão interessados. Não fazem compras por impulso.

Os "compradores": São os visitantes que querem realmente fazer uma compra. A maioria destas pessoas se compõem de visitantes regulares do site. Também pessoas que chegam ao site através de buscadores se incluem nesta categoria. Quanto mais caro é um produto, maior é o impacto deste na vida do comprador, e maior é a frequência de visitas. Por exemplo, raramente as pessoas contratam um empréstimo pessoal num site de banco numa primeira visita. Por isso mesmo, muitos dos visitantes que iniciaram na categoria "surfistas" e "pesquisadores" acabam se transformando em "compradores"

Como fazer para potencializar as vendas e transformar surfistas e pesquisadores em compradores?

É preciso entender os fatores que influenciam uma decisão de compra e o relacionamento que leva à decisão positiva. Isso pode ser feito através de um estudo apurado das webmétricas, que analisam a frequência dos visitantes, analisam o "caminho" feito pelo visitante até o site e os pontos críticos que levam uma pessoa a abandonar o carrinho ou efetivar a compra.

Os fatores mais relevantes são os seguintes:

1) Verificar a correlação entre o custo do produto e as taxas associadas à compra, como o frete. Se um visitante tipo "pesquisador" sentir que este é um fator que encarece o produto, isto é um indício de que os índices de conversão de vendas com visitas "ocasionais" podem ser melhorados, se estas taxas forem revistas. Esta percepção inibe as compras por impulso e por isso deve ser revertida.
2) Prestar atenção em fatores que podem estimular a venda por impulso. Efeitos visuais interessantes, boas imagens do produto são fatores que estimulam os "surfistas" a comprar por impulso. Sem falar que estimulam uma recorrência de visitas, o que gera um potencial ainda maior de conversões.
3) Monitorar o pós-venda. Uma boa experiência de compra gera um buzz positivo, por isso prestar atenção nos prazos prometidos de entrega, por exemplo, é imprescindível para estabelecer um relacionamento duradouro com consumidores dispostos a fazer mais compras.
Estes fatores se complementam, e devem ser considerados de acordo com o perfil de cada visita analisada. Estes efeitos mudam o tempo todo, por isso é preciso prestar atenção nas tendências e refazer as previsões de tempos em tempos. Por isso mesmo, monitorar a experiência do pós-venda é o fator mais relevante para a análise do potencial de vendas de cada tipo de visitante.
Enfim, fazer análises periódicas das webmétricas, gerar relatórios sobre motivações de venda e identificar as características de cada tipo de visitante são atividades obrigatórias para quem procura melhorar o potencial de conversão de vendas no site.

Por:Maristela Alves
Editor JumpExec

6 de fevereiro de 2008

Esporte Interativo - Utilização de nanomídias para interação com o público

Cada vez mais a interatividade está presente nas nossas vidas e o esporte com certeza é um dos assuntos mais discutidos tanto no mundo real como no virtual. Aproveitando essa oportunidade empresários criaram o esporte interativo, criando interação com seus consumidores através de nanomídas e conteúdos gerados pelo consumidor. Uma excelente matéria do site mundo do marketing relata todo o processo desde a idéia até as estratégias desta empresa. Vale a pena conferir.

3 de fevereiro de 2008

O poder das Redes Sociais

Você sabia que , dos dez sites mais visitados no mundo, sete são redes sociais (YouTube, Microsoft Network, Myspace, Facebook, Hi5, Wikipedia e Orkut). Entender o comportamento das Redes Sociais é uma belo desafio para Netnografia uma vez que as suas formas de construção e relacionamento são diferentes ao redor do mundo.

No Brasil a rede social mais acessada é o Orkut e nos Estados Unidos esta rede não aparece entre 10 mais , lá que lidera é o MySpace.

Segundo o Alexa o Ranking Mundial é o seguinte : 1. Yahoo 2. Google 3. You Tube 4.Windows Live 5.MSN 6. My Space 7.face Book 8. Hi5 9.Wikipedia 10.Orkut.

No Brasil 10 mais são : 1. Orkut 2. Google Brasil 3. Windows Live 4. UOL 5. You Tube 6. Google.com 7 Globo.com 8. Yahoo 9. Terra 10.Blogger.com

Os Top 10 nos EUA: 1. Google 2. Yahoo 3. My Space 4. You Tube 5. Facebook 6.Windows Live 7.E-bay 8.Wikipedia 9.MSN 10. Craiglist.org

Qual o Coração da Nanomídia ?

Nao existem duvidas que a digitalizacao da informação e a Internet provocaram uma revolução no mundo mídia , reduziu a barreira de entrada para entrantes e pondo em check os grandes conglomerados empresariais , levando-o a repensar o seus modelos de negocios e relação com seus consumidores . Uma evidencia notavel é crescimento do Google que criou um novo modelo de negocios para o mundo da publicidade , fazendo com que sua receita anual da ordem de 16 bilhoes de dolares origine-se 98% do seu dos seus links patrocinados. Uma verdadeira "cauda longa "no ramo da publicidade. Um outro sinal arrasador é a oferta da Microsoft para aquisicao do Yhaoo , um confissao publica que se vive um novo design no mundo da informacao e da comunicacao, movido pela internet .

Creio que começa a fundação de um nova era com a nanomidia ou melhor com comunicação via a midia fragmentada. Este novo campo vai exigir um novo modelo de negocios com uma nova dimensao de mercado com valores e diferencias exclusivos .

As empresas dispoem hoje uma verdadeiro arsenal de nanomidias : You Tube , Google , MSN , Yahoo, My Space , Facebook , Wikipedia,Orkut, Blogger , a espera de conteudos para promover a comunicacao de produtos, mercados com pessoas.

O esencial como prega o Manifesto Cluetrain ; os mercados são conversas e conversas entre pessoas de carne e osso - ai esta o desafio da nanomídia promover conversas que criam confiança entre as pessoas.

2 de fevereiro de 2008

Site chinês de buscas quer superar Google e Yahoo no Japão

Mais um negócio movidos a bites é uma empresa de buscas via Internet da China, o Baidu.com, planeja superar o Google e o Yahoo Japan com seu serviço de pesquisa local no Japão, afirmaram seus executivos nesta quarta-feira.
O Baidu, que detém cerca de 70 por cento deste mercado na China, reformulou sua página principal (www.baidu.jp) e expandiu seus serviços em japonês para incluir buscas por blogs, com o intuito de penetrar mais na segunda maior economia do mundo.A empresa acredita que num mercado no qual Yahoo e o Google juntos dominam de 80 a 90 por cento do setor, pode demorar um pouco.

Por Manuela Correa

1 de fevereiro de 2008

A opção do Google

Essa opção do Google pode causar algum desconforto nos jornalistas acostumados a um tratamento diferenciado nas empresas, mas é uma tendência inevitável no mundo da fragmentação da comunicação, a nanomídia. As empresas precisam ampliar o seu espectro de comunicação. A velha mídia já não é mais suficiente para atender essa atual exigência do mundo corporativo. "No atual desenho da mídia todas as opções devem ser consideradas", afirma o presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), José Luiz Schiavoni. "Algumas agências já incluíram na sua estratégia esse relacionamento com os blogs, e quem ainda não fez receberá em breve uma demanda do cliente." As maiores agências de comunicação brasileiras, incluindo as grandes marcas internacionais com operação por aqui, tentam de alguma maneira se ajustar aos novos tempos. Algumas estão bem próximas da virada. Outras permanecem tão perdidas quanto os clientes que deveriam socorrer. "É preciso ter cuidado porque blogueiro não é jornalista, e se a empresa espera dos blogs um comportamento igual ao do jornalismo tradicional isso pode acabar sendo uma armadilha", afirma Thiane Loureiro, gerente corporativa e digital da Edelman Brasil, que faz parte da rede de uma das maiores agências de comunicação do planeta. Esse enredo fica completo com a avaliação dos blogueiros. "Jornalismo e blogs são coisas distintas, que precisam ser entendidas assim, como coisas distintas", afirma Wagner Fontoura, editor-chefe do blog coletivo Nossa Via. Mesmo assim, o Google Brasil saiu na frente.

Novo status para os blogueiros

Os blogueiros nacionais ganharam um novo status dentro da estratégia de comunicação da subsidiária do Google no Brasil. O diretor de comunicação da companhia, Carlos Ximenes, tomou uma decisão arrojada. Desde o final do ano passado, os blogueiros têm o mesmo status de tratamento dispensado aos jornalistas. Na prática significa que o Google Brasil equipara em prestígio as duas categorias. A assessoria do Google foi orientada a abrir um canal de comunicação regular e consistente com os blogs mais relevantes do País. "Nossa linha de corte é a qualidade do conteúdo", afirma Ximenes, que antes de ocupar a atual posição esteve à frente da comunicação de empresas como Nokia, Microsoft e Nestlé. "A questão da audiência do blog é algo que neste momento está em segundo plano. Nosso foco é na qualidade." Seguindo essa linha de raciocínio, Ximenes já abriu a agenda do presidente do Google Brasil, Alexandre Hohagen, para uma entrevista com a blogueira Bia Kunze, do Garota sem fio. O próprio diretor de comunicação dedica alguns minutos por dia para responder pessoalmente a demanda de alguns blogueiros e todos os press releases (notícias oficiais da empresa) são enviados para uma base formada por jornalistas dos maiores veículos de comunicação e blogueiros de várias partes do Brasil.