Esse vídeo é uma rica lição de como se fazer um bom vídeo publicitário para a web. A marca da empresa só aparece no final, mas a mensagem é bastante forte. É a nanomídia no seu estado mais puro porque a propaganda é russa e foi postada no mySpace por um usuário.
7 de janeiro de 2008
Como se faz um comercial para a web
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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19:48
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Marketing de Recomendação, Nanomídia
Blos no Estadão
Bela reportagem publicada hoje no Estadão pela jornalista Marili Ribeiro sobre a tendência de alguns blogs nacionais em buscar a profissionalização do seu negócio. Marili teve a sensibilidade de perceber um fenômeno que começa a tomar forma nesse mundo da nanomídia e o mais interessante foi o destaque dado ao artigo. Dessa forma, o Estadão, que andou tempos atrás se estranhando com os blogs, assume na mídia tradicional essa discussão.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
em
19:06
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
Bom senso digital
Em 2007 assistimos a uma enxurrada de ações estratégicas de marketing usando todos os canais de comunicação e relacionamento nos meios digitais, culminando com a aprovação e entrada no ar da TV Digital e todas as centenas de possibilidades – até as impensáveis – que este meio pode proporcionar. E somamos neste ano, o crescimento do conceito do CGC (Conteúdos Gerados pelo consumidor) através principalmente do canal blog, passando pelo compartilhamento de áudio, vídeo, crescimento da participação das pessoas nas redes sociais e até o surgimento de diversos sites dentro deste segmento.
Chegamos ao final de 2007 com a sensação de uma ansiedade tomando conta do mercado, com muitas empresas querendo entender o que está acontecendo e como se posicionar no mercado, frente às novas possibilidades de se relacionar diretamente com seu público consumidor e como isso deve ser feito. E não vejo o ano de 2008 sendo diferente, não no quesito ansiedade e corrida para entender o que está acontecendo. Mas vejo que além de uma evolução no entendimento sobre os canais digitais e suas possibilidades, estaremos a frente de uma característica que será o diferencial no uso de estratégias de Marketing Digital: o bom senso.
Em primeiro lugar, as empresas lançarão mão do completo mix de Marketing Digital existente aproveitando as diversas formas de contato direto com o público, com o objetivo de testar quais os canais serão mais rentáveis. O bom senso estará efetivamente no respeito pelo conceito do opt-in, ou seja, a autorização expressa do consumidor para se relacionar com uma marca através do seu celular, e-mail, tv digital, bem como nos sites que as pessoas navegam, pois o volume de informações que este consumidor será bombardeado aumentará consideravelmente.
Isto porque, com o poder dado às pessoas de expressar suas visões, vontade e desejos para centenas de milhares de outras pessoas, através dos outros canais digitais, na Internet é claro, sendo os blogs, podcasts e redes sociais, as empresas terão que ter muito cuidado para usar de forma correta a possibilidade de interação e contato com seu público-alvo, com o risco de ver sua estratégia ir para o chão por parte de consumidores irritados, espalhando para os quatro cantos este sentimento.
Certamente teremos uma centena de eventos para se discutir as melhores formas e práticas de uso de estratégias usando ações de Marketing Digital, mas as empresas vencedoras serão aquelas que entenderem que o relacionamento permitido é o melhor negócio.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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18:56
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Marketing de Recomendação
6 de janeiro de 2008
O ano das nanonetworks
Ninguém duvida que o ano passou foi marcado pela estréia de um novo personagem no mundo digital: o consumidor. É fácil dizer que 2007 foi o ano do conteúdo gerado pela consumidor. E 2008? Qual o próximo passo? Ele está começando a ficar claro nesses primeiros dias de 2008. Vamos assitir o surgimento das nanonetworks. Nesses novos ambientes virtuais os mesmos consumidores que geram seus próprios conteúdos começarão a fazer negócios entre si. Será uma nova fase desse fenômeno que o blog acompanha de perto desde o ano passado.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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22:47
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
2 de janeiro de 2008
A nanomídia influenciando no comportamento dos anunciantes
Assistindo ao intervalo da novela das 21horas da rede globo comecei a avaliar quem investe neste veículo de mídia, já que acredito que a fragmentação das mídias através de estratégias de nanomarketing seja o futuro da propaganda.
Notei que grande parte dos anunciantes são grandes lojas de varejo que também são fortes no mundo virtual. Americanas, Casa e Vídeo, Ponto Frio além das Casas Bahia que ainda não entrou mas já se especula-se que está com tudo pronto. Junto deles estão os bancos e supermercados que praticamente dominam este veículo de mídia.
Acredito que o posicionamento destas grandes redes de varejo na mídia televisiva é útil para reforçar as marcas e fortalecer ainda mais a posição destes no meio digital, já que o consumidor, além de preço busca segurança nas compras virtuais.
E você o que acha deste posicionamento? Será que mídias mais segmentadas não potencializariam mais os resultados? Ou será que as nanomídias só serviram para pequenos anunciantes?
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Alysson Salvador
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
1 de janeiro de 2008
Rede social ajuda pessoas a trocarem sapatos
'Odd Shoe Finder' foi criado para quem tem um pé maior que o outro.Em vez de comprar mais sapatos, internauta pode vender e trocar calçados no site.Você sabia que 10% das pessoas chegam a comprar dois pares de sapatos de mesmo modelo, mas com tamanhos diferentes? Isso porque elas têm um pé maior que o outro, então compram quatro sapatos e acabam usando apenas dois.
A estimativa é do site "Odd Shoe Finder", uma rede social em que internautas com diferenças de numeração entre o pé esquerdo e o direito podem vender e até trocar os sapatos que estão sobrando.
No site, o internauta se cadastra gratuitamente. A ferramenta de busca permite encontrar calçados divididos por categorias (esportivo, casual, etc) e tamanho. Quando achar o que procura, o usuário negocia diretamente com o anunciante, comprando ou trocando sem interferência do "Odd Shoe Finder".
"Com tantas pessoas comprando dois pares de sapatos, há, provavelmente, milhões de calçados sem pares, abandonados nos armários ou sendo até jogados fora. Também há milhões de pessoas que poderiam usar esses sapatos. O site é uma tentativa de fazer essas pessoas e esses sapatos se encontrarem", diz o texto na seção de perguntas e respostas do "Odd Shoe Finder".
Daqui a pouco teremos também de biquinis, calças e outras coisas mais, nada mais é do que a fragmentação do mercado
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Manuela Corrêa
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19:52
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao