5 de outubro de 2007

A Cabeça do Brasileiro na Web

  • Pesquisa da Nielsen divulgada pela Folha OnLine , mostra que os brasileiros confiam mais em conteúdos gerados pelos consumidores , como comentarios online e blogs do que a media geral das pessoas pesquisadas .Os brasileiros ocuparam o topo do ranking entre as nacionalidades que mais crêem em uma novidade tecnológica: as newsletters de emails .
  • Pelos números da pesquisa, os brasileiros confiam tanto em anúncios em grandes portais de internet como em anúncios de TV (74%). A média geral para essas duas mídias é, respectivamente, 60% e 56%. Pelos números da pesquisa, os brasileiros confiam tanto em anúncios em grandes portais de internet como em anúncios de TV (74%). A média geral para essas duas mídias é, respectivamente, 60% e 56%.
  • Outra diferença dos brasileiros em relação à média geral é a confiança dada a mídias geradas por consumidores, como comentários online e blogs.
    O levantamento mostrou que existe um "jeitinho brasileiro" de confiar em anúncios. Por exemplo: brasileiros confiam mais em anúncios de jornais que no velho boca-a-boca (83% contra 81%). No ranking geral, essa relação é inversa, e o boca-a-boca supera o jornal como a primeira fonte de informação em que consumidores mais confiam (78% a 63%).
  • O levantamento mostrou que existe um "jeitinho brasileiro" de confiar em anúncios. Por exemplo: brasileiros confiam mais em anúncios de jornais que no velho boca-a-boca (83% contra 81%). No ranking geral, essa relação é inversa, e o boca-a-boca supera o jornal como a primeira fonte de informação em que consumidores mais confiam (78% a 63%).
  • "Embora as novas tecnologias e mídias estejam desempenhando um papel importante na sociedade 'globalizada', muitas decisões de compra ainda são baseadas em atitudes culturais e nacionais adotadas com firmeza", disse o diretor gerente de Relação com o Consumidor da Nielsen, David McCallum. Segundo ele, embora novas mídias comecem a tomar espaço das tradicionais em alguns países, o boca-a-boca continua sendo a melhor maneira de divulgar um produto. "Nada viaja mais rápido que as más notícias. Há estimativas que calculam que as más experiências são cinco vezes mais contadas que as boas", afirmou McCallum. "A importância de serviços ao consumidor de alta qualidade ganha ainda mais destaque

Um comentário:

Carlos Gouveia disse...

Ora, mas faz todo o sentido! A informação que parte da boca de um consumidor e atinge outro consumidor é recebida como notícia, uma informação tratada pelo cérebro com a mesma confiança que dispensaria à primeira página de um jornal ou periódico de boa reputação. Me refiro à informações de amigos e parentes, é claro (mesmo porque prestamos pouca atenção à interlocutores desconhecidos). Por outro lado, informações publicitárias são tratadas - em maior ou menor grau, dependendo do humor do receptor, mídia utilizada, etc.. - como são: informações publicitárias. Isto é um sinal da força que o profissional de RP vem ganhando em todo o mundo, na era do BuzzMarketing. É por isso que muitas empresas se esforçam mais e mais em atingir os formadores de opiniões, para 'semear a palavra'. Em seu livro "The Fall Of Advertising and The Rise o PR", o consultor americano Al Ries lida com essa questão de maneira brilhante, vale a leitura. Um bom trabalho de RP pode dar um verdadeiro banho de sabão à uma marca embolorada, a um custo muito inferior ao da propaganda convencional. Vale lembrar, contudo, que propaganda é briga de cachorro grande e é uma ferramenta indispensável para criar mind-share e desenvolver o brand equity. É hora de colocar as RP no mesmo patamar dela, contudo.