22 de dezembro de 2007

O blog do Levy da Microsoft

O próprio Levy reconhece que o fato de manter o blog fechado para os funcionários é um limitador, mas ele diz que antes de ganhar o grande público é preciso entender como é a lógica desse veículo. Nisso, ele repete uma substantiva quantidade de executivos que esrão treinando em blogs internos antes de ganhar o mundo virtual. Para empresas como a Microsoft, os blogs se transformaram numa ferramenta fácil de comunicação com a sua própria audiência. “É mais um canal para levar nossa mensagem de maneira unificada”, afirma Levy. Dentro da intranet da Microsoft mundial há inúmeros blogs, incluindo um produzido pelos brasileiros que trabalham na sede, em Redmond, nos Estados Unidos. No mundo corporativo a comunicação fragmentada via blogs está sendo mais utilizada por pequenas e médias empresas. Essa é a forma que elas encontraram para levar ampliar o raio de alcance com a ajuda da nanomídia

21 de dezembro de 2007

O blog do Michel Levy da Microsoft

Essa é uma notícia que, infelizmente, será mais comentada pelos 500 funcionários da Microsoft no Brasil do que pelos internautas interessados em acompanhar o dia a dia do principal executivo da companhia no País. O presidente da empresa, Michel Levy, entrou na blogosfera corporativa com a estréia do seu próprio blog. “Estou numa fase de aprendizado e descobrindo qual a linguagem desse veículo”, diz. Por enquanto, apenas os empregados da subsidiária brasileira podem acessar o conteúdo do diário on-line do seu presidente, e esse modelo deve permanece inalterado nos próximos doze meses. Não há planos de abrir o blog para leitores externos, mas o movimento feito por Levy já é uma clara demonstração de que a Microsoft quer ficar mais próxima de quem faz a web. No blog, que, por enquanto, é atualizado duas ou três vezes por semana, o presidente comenta estratégias de negócios e o impacto de decisões da corporação sobre a operação brasileira. Como a experiência ainda é muito recente Levy diz que não teve tempo para avaliar o pulso da sua audiência. Hoje seu principal objetivo é estimular cada funcionário a postar comentários em seu blog e apresentar dúvidas sem se preocupar com questões de hierarquia. Na realidade, o presidente da Microsoft Brasil está levando para a internet um dos seus hábitos preferidos quando tem algum tempo na sede da Microsoft, em São Paulo: parar para uma conversa sem pauta com algum dos seus subordinados, independente do cargo. Levy é um dos primeiros executivos de uma subsidiária da Microsoft a se relacionar com a sua audiência através de um blog. Esse movimento está se repetindo em todas as operações espalhadas pelo planeta.

20 de dezembro de 2007

Nanoveículos - Sua empresa está na Wikipedia?

A Wikipedia é a enciclopédia online cujo conteúdo é elaborado pelos próprios internautas. Lá tem de tudo. Literalmente. A descrição de sua empresa pode estar lá e você nem se deu conta disto.
Faça uma busca. Se encontrar, torça para que tenha uma boa definição. Se o conteúdo não estiver correto, você pode corrigí-lo. Se falar mal de um produto ou serviço, é melhor que você não o apague. O mais recomendável é escrever um outro artigo se retratando. Agora, se você buscar pela sua companhia e não obtiver nenhum resultado, arregace as mangas e comece a escrever. Certifique-se de que você não esteja a promovendo e sim passando informações úteis a seus clientes, à mídia, ou a quem mais possa interessar. Uma boa dica é evitar o uso de adjetivos. Para saber mais sobre como preparar um bom conteúdo, de forma imparcial leia sobre os principios de imparcialidade recomendados no próprio site da Wikipedia.

19 de dezembro de 2007

Os nanoveículos que vão mudar o seu negócio - parte 2

No post do dia 11 eu citei o caso da B&H Photo-Video e prometi contar num próximo post.
A B&H possui um funcionário que participa ativamente de fóruns que falam sobre os produtos que ela vende: itens e acessórios de fotografia. Em 2005 a Nikon lançou uma nova câmera digital, mas com quantidade relativamente pequena para atender a todos os seus revendedores. Na época, muita gente realizou a compra antecipada em diversos sites de e-commerce, entre eles o da B&H. Habitualmente, fotógrafos participam ativamente de fóruns de discussão e o fato da grande loja de Manhattan cancelar todos os pedidos de pré-compra logo se transformou em uma calorosa discussão que falava mal dos seus produtos, serviços e credibilidade. Diferente da atitude tomada pela Sony, sobre a qual falei na semana passada, Henry Posner, fotógrafo e funcionário da B&H, postou a seguinte resposta: "...se tivéssemos deixado o pedido em aberto, ainda agora estaríamos com as mãos em seu dinheiro sem, contudo, ter o produto para entregar. É razoável supor que eu estaria suando para conseguir sua câmera sem conseguir obtê-la por razões além de nosso controle...Lamentamos e pedimos desculpas por tê-lo irritado." Depois desta justificativa e pedido de desculpas, o tom dos posts mudou completamente. Henry, além de monitorar o que dizem por aí sobre a empresa em que trabalha, também contribui com os seus conhecimentos sobre fotografia, o que aumenta ainda mais a sua credibilidade. Monitorar e participar de comunidades online além de salvar a pele de sua empresa, caso ela cometa algum erro, soa como uma atitude bastante simpática.

Aula de simplicidade

Há dez anos quando a expressão weblog surgiu os conteúdos gerados pelos consumidores eram praticamente desconhecidos do mundo corporativo. Desde então, os blogs tomaram conta do mercado digital e todos estão assistindo ao nascimento da namomídia. Nas conversas que temos com as empresas ainda há muitas dúvidas sobre o que eralmente são os nanopublishers, que editam os blogs. Um excelente vídeo à disposição no Youtube. O que mais impresiona nessa produção é a simplicidade utilizada para explicar algo tão poderoso e revolucionário, que muitos consideram uma nova fase do marketing, já chamada de marketing de fragmentação.

Myspace: A Nova Nanomídia.

Pois é, o Myspace ouviu nosso pedido e finalmente lança sua versão em português desta famosa rede social. Embora apenas 1 milhão de brasileiros tenham desboberto esta maravilha da customização, a expectativa de aumento dos usuário da "terrinha" é bem grande. Enquanto o Orkut lidera em números de perfis, posso afirmar que o Myspace chega para revolucionar!Mais uma nanomídia

Como novo usuário digo que montar um perfil no Myspace é um barato e podemos utilizar recursos muito interessantes como álbuns de fotos, slideshows e até mesmo escolher as músicas que nosso “convidado” vai ouvir ao entrar em nosso perfil. A ferramenta, que muitas pessoas consideram complicada, permite uma sério de customização das cores, imagens e podemos criar de fato uma página pessoal. Esta flexibilidade no layout é o grande diferencial do Myspace, que por sinal, trabalha muito bem com a questão das músicas também. É possível encontrar uma biblioteca enorme e bastante diferenciada com músicas de todos os estilos. Ao visitar a página de um "amigo" é possivel adicionar em seu perfil, as músicas preferidas dele. O Myspace comprova a teoria de que "a música conecta as pessoas" .

Agora o Orkut vem mudando sua “roupagem” e tentando melhorar cada vez mais layout utilizando formas mais arredondadas e aceitando códigos em HTML na seção de recados.

Vejo que em breve os brasileiros descobrirão, assim como eu, esta fabulosa comunidade. Desde que descobri a ferramenta, passo minhas horas livres montando o meu “novo espaço” na internet.

17 de dezembro de 2007

Ache-me, o novo mantra dos negócios

Quanto o seu negócio depende do mundo digital? Essa é uma pergunta sem uma resposta padrão, mas é o primeiro questionamento que fazemos quando uma empresa pede nossa consultoria para entender o fenômeno da nanomídia, o espaço virtual onde os consumidores geram e propagam seu próprio conteúdo. Como praticamente todos os negócios da atualidade são movidos a bites não há mais como fugir desse novo cliente e seus desejos. Para as marcas resta aderir ao movimento para ser encontrada por aqueles que antes a procuravam. Nesse ponto o caminho a ser seguido está sendo construído em torno da descoberta de palavras-chaves relacionadas ao negócio e da construção de alianças dentro do mundo da internet. É o princípio do marketing de propagação, que a Acheme7 está desenvolvendo para seus clientes.
  1. Quem é essa audiência?
  2. Como se comunicar com ela?
  3. O que ela deseja de uma marca?
  4. Quais as ferramentas necessárias para construir comunicação consistente?
São essas respostas que esse blog pretende oferecer aos seus leitores.

16 de dezembro de 2007

Cloud Words - Nuvem de Palavras


Utilizado primeiramente como mais um recurso para orientar a busca do internauta em determinada página, os sites geradores de Cloud Words são uma boa ferramenta para orientar uma comunicação. Seja para um texto de newsletter, seja para um elaborar um bom subject.
Se você entrar no site de fotografias Flickr, no perfil de qualquer pessoa/Tags e quiser saber os nomes dos albúns onde as fotos estão divididas, imediatamente o site produz uma nuvem de palavras com os nomes destes albuns. As que tiverem maior tamanho em comparação aos outros nomes, são os mais populares, mais acessados, como mostra a foto acima.

No site http://www.quintura.com/ você produz a sua própria nuvem de palavras. Suponha que você queira fazer uma comunicação falando sobre o Natal. Na mesma hora, o site produz a nuvem de palavras com os termos mais populares associados ao tema, ou seja, as palavras que as pessoas estão mais acostumadas a ouvir, a pedir e a procurar na internet.

Sem dúvida, uma boa fonte de insights para falarmos a língua dos nossos clientes.

15 de dezembro de 2007

Netnografia ajuda a protejer sua Marca

A Netnografia já faz parte do mundo corporativo. A idéia é mapear as escolhas e os hábitos daqueles que consomem e vivem na web
Uma especulação aqui, uma fofoca ali, e lá se vai a reputação e imagem de uma empresa por água abaixo. De olho no vaivém de informações que transitam pela internet, as empresas estão jogando as suas fichas num novo modelo de análise de informações que circulam nas comunidades virtuais. A idéia é monitorar tudo o que se comenta a respeito de uma marca ou produto no mundo virtual, descobrir detalhes sobre desejos e necessidades do consumidor e, com isso, traçar planos eficientes para ganhar o cliente. Batizado de netnografia, esse novo modelo de pesquisa caiu no gosto das companhias e já chegou ao Brasil. Grandes empresas como IBM, Microsoft e General Motors vasculham a web com freqüência para saber se estão fazendo a coisa certa. “Estamos só no início desse processo. Para mim, não há dúvidas de que os consumidores estão usando os meios virtuais para ficarem cada vez mais críticos e inteligentes, e é preciso entender que esse canal de comunicação é riquíssimo como fonte de dados”, disse, em entrevista à Revista BITES, Robert Kozinets, professor norte-americano de Marketing da Universidade de York, na Inglaterra, e inventor do termo “netnografia”.
Amplamente estudada nos EUA, essa nova maneira de se investigar o que anda pela cabeça do consumidor ganhou força a partir do final dos anos 90, quando Kozinets cunhou o termo em um estudo a respeito do consumo e a internet. Ja publicamos no Acheme7 cinquenta e oito post sobre este tema.

Cuidado 95% dos e-mails Recebidos são Spam

O conteúdo gerado pelo consumidor aumentou tanto nesses últimos anos que resultou no aumento significativo dos spams.
Pesquisa analisou 1 bilhão de mensagens enviadas por dia a empresas. Cerca de 13% dos entrevistados recebem mais de 50 spams por dia.
Os e-mails não-solicitados, também conhecidos como spam, responderam em 2007 por até 95% de todas as mensagens eletrônicas enviadas a funcionários de empresas, segundo um estudo publicado da companhia Barracuda Networks. De acordo com a pesquisa, divulgada pelo site de tecnologia “Cnet”, em 2001 os spams eram apenas 5% do total. O estudo tem como base a análise de mais de 1 bilhão de e-mails recebidos diariamente por cerca de 50 mil empresas que são clientes da Barracuda Networks em todo o mundo. Em 2007, a porcentagem de spams ficou entre 90% e 95%, contra 85% e 90% no ano anterior. Cerca de 50% dos funcionários das empresas que participaram do estudo afirmam receber cinco ou menos spams diariamente. Por volta de 65% recebem menos de 10 spams por dia, enquanto 13% disseram ser “soterrados” por 50 ou mais dessas mensagens em um dia. De acordo com o estudo, as técnicas utilizadas pelos spammers estão cada vez mais sofisticadas e, com cada vez mais freqüência, eles utilizam anexos em suas mensagens. Além de divulgar produtos e serviços, os spams são utilizados por golpistas em um golpe bastante difundido chamado phishing scam. Com ele, os piratas enviam e-mails sugerindo que os internautas baixem programas ou visitem sites maliciosos. Quando seguem a sugestão, as vítimas em potencial infectam seus computadores com programas geralmente desenvolvidos para o roubo de informações.