1 de outubro de 2007

No Marketing Contextual um novo Concorrente do Google

Um empresa da California cria um poderoso sistema de marketing contextual , assim o Google poderá ganhar em pouco tempo um sério concorrente:. A empresa afirma que o seu sistema é mais eficiente e humano para encontrar informações na rede , com uma nova semantica de busca.O Powerset ( http://www.powerset.com/), com sede na cidade de San Francisco, desenvolveu uma tecnologia de busca na rede baseada na "linguagem natural" e não em palavras-chave, como a utilizada pelos atuais sites de busca.
Barney Pell, co-fundador e diretor-executivo do Powerset, disse à agência Efe que esse sistema "tenta entender o significado entre palavras de uma forma semelhante a como os humanos compreendem a linguagem". "Ao contrário de outros mecanismos de busca que utilizam um índice de palavras-chave, o Powerset faz uma profunda análise lingüística de cada frase que lê", acrescentou.
Muitas vezes eu tenho as minhas dúvidas, mas a cada semana o mundo virtual me surpreende, mas se realmente esse novo site de busca for melhor nós usuários só temos a ganhar.

A 'musicocracia' um Culto ao amador ?.

A movimentação dos inúmeros fã-clubes - hoje, em sua grande maiora, redes sociais com afiliados em toda parte do globo ao invés de estarem separados em sedes com os 'fãs de São Paulo', 'fãs de Porto Alegre', etc - é marcada pela quantidade de votos que cada um se dispõe a dar de casa, madrugada a dentro, inúmeras vezes, criando e-mails fantasmas se necessário, burlando os sistemas de bloqueio de votos múltiplos em último caso. Enfim, suando a camisa e criando calos nos dedos para que no dia da festa (transmitida via internet também), seu ídolo esteja lá no palco, agradecendo 'a cada um que votou'. É estranho pensar em uma categoria do tipo 'Melhor Artista Internacional' com bandas que ainda nem pisaram no Brasil, e quando o fizer dificilmente será apreciada por aqueles que votaram. Mas funciona! É a 'musicocracia' gerada pelo consumidor da marca MTV.Talvez este venha ser mais uma face do culto ao amador.
Na sexta-feira passada, mais uma vez a MTV exibiu o seu manjadíssimo VMB, a premiação para os artistas do ano que se passou, e na qual os vencedores são escolhidos através da audiência, nos últimos anos, exclusivamente através da votação direta no hotsite do evento. Tudo muito bonito, tudo muito democrático. Mas será que as escolhas são feitas sob o ponto de vista qualitativo? Será que escolher uma banda que tem 5 meninos bonitos, tocando uma música de fórmula manjadíssima, é o que temos de melhor em música atualmente? A mesma pergunta vale para o oposto, quando marmanjos votam na vocalista gatinha e seus dotes físicos e não exatamente na música que ela faz.

...tudo bem, em alguns casos esse não é bem o foco e tudo se mistura; tempos modernos. =)

O que me chamou atenção foi a exclusão das chamadas categorias de Jurí Técnico (onde, obviamente, a audiência não tinha como interferir) como: Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição e Fotografia. O contéudo (leia-se os vencedores) das últimas edições foram escolhidos unicamente pela Internet. Longe do purismo de quem ouve, estuda e produz música. Tenho as minhas dúvidas sobre até que ponto o 'vox populi' é realmente 'vox dei'... principalmente quando essa voz parte de uma geração que nasceu, cresceu e hoje começa a dar os primeiros passos no que chamamos democracia, dentro da Internet. Um meio onde somos bombardeados de informações a cada segundo, e principalmente, onde o que é maravilhoso hoje é obsoleto em alguns clicks depois.

Vários destes mesmos consumidores já estão aptos a votar e escolher os seus governantes e representantes no congresso, no senado e também o nosso próximo presidente. Fariam o mesmo movimento votando milhares em algum 'plebiscito virtual' contra o voto secreto, por exemplo? Acho que não, infelizmente. São terrenos completamente diferentes e enquanto a música é parte do universo sem limites da Internet, e deixa o usuário a vontade para dizer o que gosta e o que não gosta, sem culpa ou sem retaliações significativa, a política traz consigo as tags "velho", "antiquado", "chato" e principalmente "sem graça". E os novos consumidores ainda preferem "coca cola", "mtv", "rock n' roll".

Um Belo Case de CGC

Belo case de conteúdo gerado pelo consumidor (CGC) foi praticado pela centenária Coca – Cola . Uma de suas últimas ações bem sucedidas foi o “Estúdio Coca-Cola”, em parceria com a MTV e algumas gravadoras. Através do Orkut, a Coca recrutou hubs – pessoas com grande número de contatos em redes sociais, de várias cidades do Brasil com a missão divulgar o Estúdio Coca – Cola e, é claro, permanecer em contato com o público adolescente falando a língua que eles mais entendem: a deles próprios!Um outro exemplo de conteúdos gerados por consumidores foi uma campanha da Skol. Esta é uma megatendencia que esta cade vez tomando corpo na web ; envolver os consumidores com as marcas de sua empresa.

A Internet Não é Mágica

O maior mérito da internet chama–se comunicação. E como na comunicação, não se trata de fazer magia. A internet não é mágica. Por magia entende–se aquilo que é oculto, controlado por umas poucas pessoas que possuem a “força” necessária para dominar o invisível. Como a sociedade não é mágica, a internet também não é. No mundo real, para se conseguir sucesso, temos que trabalhar. Na internet também. No mundo real, para conseguir visitas, amigos, temos que ser simpáticos e atenciosos. Na internet também.No mundo real, se somos egoístas e só pensamos no nosso umbigo e no nosso bolso, afastamos as pessoas. Na internet também. No mundo real, se prometemos e não cumprimos, ninguém nos dá mais ouvidos. Na internet também
Como a internet é invisível, as pessoas tendem a lhe atribuir uma origem mágica, imaginando que, como não podemos vê–la com os olhos, ela se assemelha a alguma coisa parecida com um deus, uma força oculta. Não sabem como ela começou, muito menos se irá acabar. Para muitos a internet é um outro mundo, um paraíso mágico onde osproblemas não existem.
A internet não é uma força invisível que simplesmente afeta todo o planeta, sem se saber direito como isso acontece. Temos que lembrar que menos de 2% do mundo têm acesso efetivo à internet. A internet é, por enquanto, uma opção para a elite, só para as pessoas quepodem comprar conhecimento pois a internet não é grátis.
É neste sentido que a internet pode parecer mágica. Assim como a magia, privilégio de poucos “iniciados”, a internet ainda é apenas um vislumbre do acesso à informação para as camadas menos ricas da população. Elas vêem a internet como aquele shopping center ondequerem dar uma voltinha só pra saber como é ter dinheiro. No futuro, o acesso poderá estar mais disponível, mas isso ainda não é uma realidade presente.
Ainda entre essas pessoas, encontramos aqueles que superestimam a internet, colocando–a num pedestal e achando que ela é capaz de tudo o que sempre quiseram. Capaz de lhe arrumar um emprego, trazer comida para os pobres, plantar mais árvores, solucionar seus problemas na família, arrumar–lhe um(a) namorado(a), acabar com o abismo entre ospobres e ricos.
A internet não faz nada disso. Por quê? A internet é simplesmente pessoas. Eu, você, todos somos a internet. E como nenhum de nós conseguiu solucionar todos os problemas, não é a internet que irá conseguir fazê–lo, no estilo “deus todo–poderoso”. A internet é umreflexo da própria sociedade. Sambistas, políticos, padres, punks, criminosos, voluntários da cruz vermelha, tem de tudo na internet.Este texto foi escrito por Ricardo Martins em " Acredite, talvez , nas pessoas , não na Internet '

30 de setembro de 2007

Você acredita na Teoria dos 6 graus de Separação?

As redes sociais dominaram o mundo. As empresas mais conectadas com o mundo atual já utilizam as redes sociais para gerar negócios. Hoje, quando acessamos qualquer uma delas - orkut e Linkedin, por exemplo - descobrimos que temos amigos em comum com pessoas que nem imaginávamos. Seja por termos trabalhado ou estudado no mesmo lugar ou por freqüentarmos os mesmos bares, estamos sempre repetindo a frase: “O mundo é muito pequeno!”
A “Small-World”, uma das experiências mais conhecidas de mapeamento das nossas redes sociais, aconteceu em 1967 (isso mesmo, eu não errei o ano!!), nos EUA. O cientista Stanley Milgram descobriu que estamos ligados a qualquer pessoa através de um número médio de seis outras. E esta teoria ficou conhecida como Teoria dos 6 graus de Separação.
Ele chegou a este número através de uma experiência realizada com 160 pessoas que viviam em Boston e Omaha (Nebraska), nos EUA. Milgram, desafiou cada um deste grupo a entregar uma correspondência a uma pessoa-alvo. Só que eles não poderiam entregá-la diretamente, mas através de amigos. Cada pessoa deveria escrever o seu nome na correspondência de modo que depois fosse possível monitorar o caminho percorrido até o seu destino final.
. A centenária Coca – Cola é uma delas. Uma de suas últimas ações bem sucedidas foi o “Estúdio Coca-Cola”, em parceria com a MTV e algumas gravadoras. Através do Orkut, a Coca recrutou hubs – pessoas com grande número de contatos em redes sociais, de várias cidades do Brasil com a missão divulgar o Estúdio Coca – Cola e, é claro, permanecer em contato com o público adolescente falando a língua que eles mais entendem: a deles próprios! Belo case de conteúdo gerado pelo consumidor. Para saber um pouco mais sobre esta campanha, acesse: http://www.cocacola.com.br/estudio/pt-br/sobre.jsp

E você? Acredita que a Teoria dos Seis Graus das redes sociais pode ser uma alavanca geradora de negócios para a sua empresa?

Descobrir informações com Text Mining

Com o crescimento de bases de dados desestruturadas, oriundas principalmente de textos livres de call center e internet, a busca por processos que organizem e gerem informações ganhou impulso.

Neste contexto uma solução é encontrada, o Text Mining, solução que combina o conhecimento de diversas áreas como estatística, ciência da computação, lingüística e ciência cognitiva.

Após a organização dos textos em bases de dados estruturadas, técnicas de Data Mining são aplicadas transformando estes dados em informações essenciais para as definições estratégicas de uma empresa.

28 de setembro de 2007

Os Blogs nos Esportes : Conexão China Brasil

Mas hoje os tempos mudaram e logo na primeira página do jornal que leio diariamente na internet, já vejo fotos e a disponibilidade de ler algumas matérias sobre o show da Seleçao Brasileira de Marta ,Cristine , Formiga e Cia. Depois de vasculhar mais um pouco descubro um blog, "Conexão China Brasil", onde posso acompanhar tudo sobre a seleção feminina de futebol (bastidores, dia-a-dia, treinamentos, informações dos jogos), relatado a todo momento por um enviado especial do Globoesporte.com, Tiago Lavinas.
No passado, nunca poderiamos pensar que um drible da Marta teria tanta repercurssão, ou que poderiamos ver ao vivo, seja pela TV, Rádio e Internet (vendo até os melhores lances do jogo durante o mesmo) nossa seleção canarinha ganhar com folga de uma potência do esporte e anfitriã China, massacrar a prepotência norte-americana, ensinando ao Tio Sam a nossa batucada e chegar a final contra a Alemanha, atual campeã mundial, com ares de favorita.Ah se tivéssemos uma organização nacional para o futebol feminino, se a CBF investisse um pouquinho dos seus milhões em um campeonato, se levássemos esta seleção para fazer amistosos pelo Brasil, para divulgarmos nossa seleção. Ah, se tudo isso não passasse de um sonho, seriamos que nem o basquete americano, quase Imbatível! E, ainda poderiamos acompanhar nossas meninas desfilarem pelos gramados diariamente.
Que venha a Alemanha. Salve o Blog . Viva a Internet.

As Armadilhas do Culto ao Amador

Os Conteúdos Gerados pelos Consumidores sejam através de comentários , sugestões e reclama coes de serviços ou produtos , tem contribuído para melhoria do atendimento aos clientes . As resenhas sobre livros ou em serviços hospedagem e hotelaria , tem influenciado o processo de escolha dos consumidores . No entanto não podemos cair na armadilha do "conhecimento instântaneo ", obtido em sites de busca ou em blogs , nem confundir informação incompleta e sem contexto com conhecimento.Esta é uma perigosa armadilha do conhecimento amador.Nesta linha de raciocínio , o pensador inglês , Andrew Keen um dos pioneiros da Internet nos anos 90 publicou recentemente o Livro The Cult of the Amateur ( O Culto ao Amador) - Como a Internet esta matando a nossa cultura. Comecei a leitura esta semana e alguns tópicos magnetizaram a minha atenção ; a sua virulenta critica ao endeusamento aos conteúdos produzidos e divulgados por qualquer internauta e sua perplexidade com a valorização destes conteúdos. E vai mais alem a "sabedoria das multidões" é um sequestro de uma minoria que forma uma nova oligarquia de conhecimento. Concordo em parte com as criticas do Andrew Keen , porque a Internet não transforma corruptos em pessoas honestas , nem pessoas honestas em corruptos . Não se pode colocar na Internet todos os males e todas as virtudes da sociedade .Concordo que a internet esta acumulando lixos de informação e que a sociedade não vive sem profissionais em diversas áreas do conhecimento que requerem um preparo e conhecimento especifico . Não podemos transformar "conhecimento înstântaneo " e superficiais em conhecimentos profissionais. Nós não viajaríamos de avião com amadores ou conhecedores momentâneos de técnicas de pilotagem aprendidas no Google ou não submeteríamos a uma cirurgia por leitores amadores de blogs profissionais de medicina . Nem todas as pessoas que escrevem são escritores ou jornalistas. Por sinal o jornalista tem um papel fundamental na apuração de fatos e na busca da verdade , ate porque toda noticia tem mais de uma face. Mas não devemos negar que a internet cria oportunidades de transparência social e acima de tudo pode diminuir assimetrias de informa coes e facilitar a vida das pessoas e promover a troca de ideias e conhecimentos que valorizam o convivio social . Agora mais do que nunca é uma bela oportunidade de valorização de profissionais. Vejo o seu livro como um alerta em vez de vaticínio. A internet esta transformado as rela coes sociais e económicas da sociedade e moldando novos comportamentos e hábitos ..Quando concluir a leitura , voltarei ao tema.

27 de setembro de 2007

Você sabe Conversar com seus Clientes.?

Quando falamos de um database marketing precisamos de algo mais, as informações sobre quem está comprando, ou seja, do nosso cliente. Conhecendo o nome, o endereço e o telefone, estaremos de posse de informação muito valiosa que ligada aos dados das transações nos darão a oportunidade de realização de grandes trabalhos de marketing direto e relacionamento.

  • Toda conversa tem um bom contexto ou um bom pretexto. O marketing de banco de dados(DBM) é contexto desta conversa com seus clientes e não clientes . Esta é razão pela qual o marketing direto é melhor caracterizado como marketing de nomes . O marketing moderno é um marketing contextual ou seja principal objetivo é otimizar as circuntancias de compra e fazer seu cliente comprar melhor . O marketing deve ajudar o seu cliente a compra e para ajuda-lo você precisa conhece-lo melhor. E tudo começa com a construção do seu database (DBM) e com uma boa lista de contatos de seus clientes e não clientes.
    Sempre que falamos de database nos referimos a um local onde armazenamos informações, sejam elas cadastrais ou transacionais. Quando organizamos os processos de uma empresa normalmente estruturamos um ambiente para capturar e armazenar as informações das transações (data da venda, produtos vendidos, quantidade, valor entre outras) e então estamos dando início a estruturação de um DataBase Marketing.

    A etapa de captura de dados dos nossos clientes é uma etapa muito delicada do processo de estruturação de um database marketing, e como já mencionei em outro post, deve fazer parte de uma estratégia de relacionamento, onde o cliente percebe que ele cedendo uma informação e ele em troca receberá um benefício. Nunca esqueça de se colocar no lugar do cliente!

    Dependendo do local onde o cliente está efetuando a compra ( contexto de compra ) , solicitar muita informação pessoal pode parecer uma invasão de privacidade. Em uma loja física, o cadastro completo logo no primeiro contato pode não ser uma boa estratégia, pois ele terá dificuldade de visualizar a “troca” que ele estará fazendo com sua empresa. Já em um ambiente digital, o cadastro completo torna-se uma necessidade já que você precisará efetuar a entrega do produto na casa do cliente e ele não irá se importar de fornecer esses dados para você.

    Outro ponto bastante importante que devemos avaliar na estruturação de um sistema de captura de dados são as regras de entradas de dados. Uma informação já criticada no momento do input propicia um banco de dados mais limpo, já que qualquer erro de digitação pode ser detectado e corrigido na hora, ajudando assim nas próximas etapas de construção de um bom database marketing. Mas isso é assunto para um novo post! Até breve...

Internet uma Nova Utility

As aspiraçõe sociais se movem e ter o computador passou a ser uma necessidade básica e a Internet uma nova "public utility." , tão importante quanto a água, eletricidade e telefone .Cresce o numero de Lan Houses em todo Brasil.Criam-se a cada dia novos hábitos e comportamento das pessoas: o email virou o segundo sobrenome. Um belo campo para a netnografia.
A cada ano, o número de usuários da rede aumenta cerca de 20% no Brasil .O principal motivo de tantos acessos é a comunicação: mandar e-mails e participar de sites de relacionamento é a febre que está no mundo, a internet está se tornando realmente uma nova utilidade . O interesse pelas compras virtuais também cresceu. A queda no preço do computador ajudou e muito na popularização da internet. .
Hoje, metade dos computadores vendidos no Brasil custa menos de R$ 1 mil, diz Oswaldo de Oliveira, presidente do instituto IAB ( Interactive Advertising Bureau), que representa 60 empresas do setor e participou da pesquisa com o Ibope, Netratings, IDC ( International Data Corporation) e E-bit.A internet está se tornando uma utilidade tão importante quantoa água, quanto a eletricidade, quanto o telefone.