12 de outubro de 2007

Os Famosos 12 de Outubro....

Neste Feriado brasileiro de 12 de Outubro, Dia da Criança , Dia do Agrónomo ( Minha Graduação) e o Dia da Padroeira do Brasil encontrei na Wikipédia outros 12 de Outubro Feriado também no : México, Guatemala, El Salvador, Nicaragua, Honduras, Panamá, Costa Rica, Puerto Rico, Cuba, República Dominicana, Colombia, Venezuela, Equador, Chile, Peru, Bolivia, Argentina, Uruguai, Paraguay e Guiné Equatorial. Vejam quantos 12 famosos.

11 de outubro de 2007

Ache-me e serás recomendado

Quanto o seu negócio depende do mundo digital? Essa é uma pergunta sem uma resposta padrão, mas é o primeiro questionamento que fazemos quando uma empresa pede nossa intervenção para entender o fenômeno da nanomídia, o espaço virtual onde os consumidores geram e propagam seu próprio conteúdo. Como praticamente todos os negócios da atualidade são movidos a bites não há mais como fugir desse novo cliente e seus desejos. Para as marcas resta aderir ao movimento para ser encontrada por aqueles que antes a procuravam. Nesse ponto o caminho a ser seguido está sendo construído em torno da descoberta de palavras-chaves relacionadas ao negócio e da construção de alianças dentro do mundo da internet. É o princípio do marketing de propagação, que a Acheme7 está desenvolvendo para seus clientes.
  1. Quem é essa audiência?
  2. Como se comunicar com ela?
  3. O que ela deseja de uma marca?
  4. Quais as ferramentas necessárias para construir comunicação consistente?
São essas respostas que esse blog pretende oferecer aos seus leitores.

Pequeno vocabulário do consumidor que gera conteúdo

A NielsenBuzzMetrics é sem dúvida a companhia mais conectada hoje em dia com o fenômeno do conteúdo gerado pelo consumidor. Ela faz analisa o comportamento das pessoas nos blogs e comunidades virtuais. Também faz análises de reputação para corporações nesses ambientes. O que não falta a BuzzMetrics é conteúdo e muitos dados. Algo que vale a pena consultar é o breve glossário que a empresa montou para quem se interessa por esse mercado. Vale a pena conferir aqui.

A Revolução Invisível das Lan Houses no Brasil

Os conteúdos gerados pelos consumidores recebem uma nova onda de usuários online , que começa a ser formada pelas classes C,D,E movida pela força invisível das Lan Houses ;


  • A maior favela da América Latina, a famosa Rocinha , na Zona Sul do Rio de Janeiro, já tem 100 lan houses e uma rede própria de TV paga, a TV Roc, com pacotes populares a R$ 15 mensais com direito a canais convencionais de filmes, esportes e infantis.
  • Estima-se que na favela Cidade de Deus no Rio de Janeiro já estão em operação pelo menos 50 Lan Houses. Esta onda espalha-se pelo Brasil conforme levantamento publicado no Portal G1 do Globo.
  • No Interior da Bahiaregistros pelo menos 1.000 Lan Houses onde os usuários já o Skype.

  • Os moradores da Barragem Santa Lúcia , em Belo Horizonte , tiveram na semana passada a primeira aula de inglês do Speed System, que abriu uma filial no morro, em parceria com a comunidade, que é também pioneira na capital em oferecer Internet de banda larga e lan house, cobrando R$ 2 a hora pelo serviço.

  • As classes C, D e E têm quase o dobro de domicílios (7,5 milhões) com computador ligado à internet em relação às classes A e B (4 milhões), em números absolutos, segundo dados do ano passado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE.

  • "As empresas de vendas on-line estão acordando para o tamanho desse mercado. Na medida em que as classes populares já têm internet e cartão de crédito, elas conseguem fazer compras pela web. E o problema da entrega de produtos tende a se resolver, com os programas de urbanização de favelas, que criam endereço fixo e acesso razoável às residências, coisa até há pouco inexistente", conforme afirma , Renato Meireles, diretor do Data Popular, primeiro instituto de pesquisa do país voltado para o consumo popular. Ele lembra que outra opção é fazer a entrega via Correios ou fixar o endereço na associação de moradores em entrevista ao Jornal o Estado de Minas

Os Impactos dos Blogs de Jornalistas Esportivos

Salve o Blog! Salve a Internet!Salve os Conteúdos Gerados pelos Consumidores ! É desta forma que agradeço ao meio de comunicação que mais cresce no mundo.
Hoje, quando quero saber qualquer notícia em primeira mão, vou aos blogs de jornalistas esportivos. O blog “Futebol, coisa &; tal...”, escrito pelo jornalista do Jornal Extra, Gilmar Ferreira, é um ótimo exemplo de matérias interessantes, análise dos jogos, dos times, dos jogadores e muita informação. Aliado à isso, tem o espaço democrático para os internautas, que podem comentar a postagem. Democrático, porque existem aqueles que criticam abertamente o blogueiro e nem por isso são proibidos de expor suas idéias sobre determinado assunto.
Outro blog que possui as mesmas características do citado acima, é o “Blog do PVC”, do jornalista do Lance, Paulo Vinícius Coelho. Além da abordagem já destacada no exemplo anterior, ele acrescenta uma análise tática dos times e uma enquete, que faz com que aumente a interatividade blogueiro-internauta. Para se ter uma noção da resposta que o Blog trás ao jornalista sobre seu trabalho, apenas selecionei as últimas 3 matérias colocadas no ar:

– “Você levaria seu filho ao estádio?”, obteve 303 comentários;
– “Cuca fala de sua volta ao Botafogo.”, obteve 170 comentários;
– “O Fla x Flu de Somália”, obteve 381 comentários.

Isto mostra só um pouco da força de um Blog no meio esportivo. Que cada vez mais jornalistas e especialistas esportivos embarquem nesta onda, assim teremos muito mais informação e espaço para trocar idéias.

10 de outubro de 2007

A Voz dos Consumidores na Web

Os conteúdos gerados pelos consumidores no formato de Resenha de Produtos ou através de Redes Sociais ocupam cada vez as agendas das empresas de Relações Publicas , bem como os Serviços de Atendimento ao Cliente , uma vez que a Reputação e Imagem Pública das empresas podem ser promovidas , arranhadas em função da pertinência ou não destes comentários. O excelente Post publicado no Jornalistas da Web do Mário Lima reforça esta visão:" Redes sociais e afins nunca estiveram tanto em evidência quanto agora. Uma pesquisa da agência americana Avenue A/Razorfish divulgada na semana passada concluiu que recomendações sociais estão ganhando cada vez mais força. A utilização de portais sociais (como Flickr e YouTube) por parte de grandes veículos tradicionais (uma prática compreensível e estratégica por explorar a popularidade destes sites e evitar novos custos com armazenamento de dados) e o crescimento do número de widgets também reforçam o potencial dos canais sociais."


  • Adicionalmente vejam só : 71% dos consumidores online lêem comentários de opinião sobre produtos e serviços "postados" na Internet.(Forrester) 77% dos internautas que fazem compras online usam os e iamgeme comentários sobre os produtos feitas por consumidores são extremamente úteis e facilitam a sua decisão de compras (eTailing Group) 63% dos consumidores declaram que estão mais propensos a comprar em sites que tem criticas e comentários sobre os produtos , bem como o rating de satisfação dos clientes . (CompUSA & iPerceptions study) Para aqueles que fazem a sua primeira compra na Internet , 42% declaram que o "rating" e comentários sobre os produtos são decisivos para realizarem a sua compra na Internet. (Foresee Results Study, 2006)) Quando perguntados qual a fonte mais confiável de informação, 60% dos compradores online no Canada , afirmaram as criticas e comentários dos consumidores e 31 % que confiavam em anúncios publicados em jornais e revista. (J.C. Williams Group for Visa and Yahoo Canada).
    O que parece estamos voltando com a Internet aos fundamento dos negocios : Mercado são Conversas. Conversas dos Vendedores com os Clientes , clientes conversam com clientes. Você sao imaginou algum negocio sem conversas. Os anuncios em jornais e revistas tambem sao conversas , so que agora as conversas aumentaram com os conteudos gerados pelos consumidores.

9 de outubro de 2007

A visão de quem faz conteúdo

Baiano, Manoel Netto tem alguns blogs bem interessantes onde trata sobre tecnologia, pragras virtuais e temas genéricos. Sua maior paixão, por enquanto, é o Tecnocracia e nele Netto exerce sua veia de consumidor no centro do conteúdo. Trazer alguns desses personagens para enriquecer nosso debate diário sobre o que acontece no mundo de Acheme7 é algo que será feito com regularidade nesse espaço.

Você acha que o consumidor assumiu o controle do conteúdo sem escalas?

O nosso poder é real, como nunca antes neste País. Se uma empresa produz algo e este produto não atende as expectativas do consumidor, ela quebra. Então é importante estar atento ao que o consumidor fala e sente sobre sua marca, seu produto, e adequar suas estratégias, suas ferramentas de atendimento, abrir espaço na empresa para que o consumidor faça parte do processo produtivo, criando assim um relacionamento muito mais sólido que o simples consumo.

Diante dessa nova realidade você acha que está mais fortalecido como consumidor do que tempos atrás?

Antes não era fácil divulgar a sua satisfação/insatisfação por determinado produto. Com a Internet e principalmente os blogs e comunidades sociais, o que era divulgado a um grupo de amigos num determinado período de tempo, hoje é divulgado mundialmente e fica para sempre registrado nos blogs, orkuts, correntes de e-mails, buscadores e fóruns de discussão.

O Focus group morreu! Viva ao conteúdo gerado pelo consumidor

Uma das minhas grandes certezas desde que comecei a estudar com mais profundidade esse mercado de conteúdo gerado pelo consumidor é que a técnica do focus group está ultrapassada. Colocar consumidores em salas fechadas, refrigeradas e pedir para respostas para uam série de questões sempre me pareceu algo sem sentido, mas essa era a ferramenta que as empresas tinham até agora para medir o comportamento e o nível de satisfação dos seus clientes com os produtos. A internet e os seus desdobramentos mudaram por completo essa percepção das companhias. Hoje o verdadeiro focus group pode ser feito no Orkut ou nas comunidades onde os consumidores expressam suas opiniões de maneira firme, transparente e sem vícios.

Existe marketing de conteúdo

Hoje pela manhã fiquei alguns bons minutos tentando convencer Sotero (Aloisio Sotero, o outro editor deste blog) que existe marketing de conteúdo. Aquele no qual a informação está à serviço de uma estratégia empresarial e é empacotada de uma forma que agrade ao receptor sem o caráter pasteurizado da propaganda. Veho aqui exemplos como revistas customizadas, blogs sob demanda e eventos corporativos. Sotero não acredita nesse princípio. Acha que marketing de conteúdo são duas palavras associadas. Nada mais. Ele defende o marketing contextual. Independente da semântica utilizada acho que existe uma nova forma de fazer marketing onde o consumidor está no centro de tudo. O comportamento de quem compra produtos nunca foi levado tão a sério neste novo mundo das marcas.

Joost – Uma Reação ao Culto ao Amador ?

Será que já existe uma reação a conteúdos gerados pelos consumidores ? O público prefere o amador ou o profissional ? O Joost é um site onde o internauta é capaz de enviar e publicar seus vídeos na rede. Até aí onde está a novidade? Acontece que no Joost é preciso obter uma licença com o fabricante. Utilizando o slogan “TV anywhere, anytime...( TV em qualquer lugar, a qualquer hora…)” e apostando em um novo comportamento do usuário, provavelmente baseados em estudos de netnografia, eles desenvolveram um local voltado para as grandes emissoras de televisão divulgarem seus programas, limitando o espaço apenas para os grandes nomes da indústria.
Acredito que os criadores deste site estão apostando no descontentamento de muitos dos usuários da internet com os vários conteúdos de baixa qualidade publicados nos sites de vídeos livres como o YouTube. Quando eles restringem a postagem a grandes emissoras o controle pode ser bem mais criterioso e com isso melhorar conteúdo dos vídeos.
Mas será que eles estão certos? Será que o público da Internet quer ver o conteúdo da TV? Ou será que eles já estão se preparando para o futuro da TV digital? Teremos que esperar, não muito tempo, para ver quem está certo.