14 de maio de 2008

A vaga na Apple

O iPhone sempre freqüentou a lista de desejos dos consumidores brasileiros. A Apple nunca se comoveu com essa demanda e o País sempre se manteve distante da lista de prioridades da empresa de Steve Jobs. O quadro começou a mudar há algumas semanas com o anúncio da Claro que venderá o iPhone no País. Foi o final de uma batalha iniciada no ano passado logo após o lançamento do aparelho nos Estados Unidos. Parece que aos poucos, a Apple está levando o Brasil mais a sério. A companhia abriu mais uma vaga no escritório brasileiro e procura um engenheiro para ajudar na implantação do iPhone no Brasil. Aos interessados em disputar a vaga é possível fazer uma consulta dos requisitos exigidos no site da empresa americana. Lá é possível saber, por exemplo, que a Apple quer um profissional para morar em São Paulo, formado em engenheira elétrica ou de sistemas de informação e com cinco anos de experiência na área onde irá atuar. A principal função do novo funcionário será apoiar as operadoras de telefonia na adoção do iPhone no Brasil. Ainda poderá ser exigido do empregado o envolvimento em projetos de desenvolvimento de novos serviços baseados na tecnologia da Apple. A empresa também solicita do candidato um amplo conhecimento na tecnologia GSM que hoje está se transformando em padrão no mercado brasileiro de telefonia celular. Segundo dados da consultoria Teleco os usuários GSM já representam 81,7% do mercado e o iPhone chegará no momento do desembarque da tecnologia 3G que vai trazer mais serviços de valor agregado para os clientes das operadoras.

Apple nunca teve uma política comercial muito clara em relação ao País. A contratação de um engenheiro para certificar o iPhone junto às operadoras, obviamente, não representa uma mudança de comportamento da empresa, mas já significa que a Apple considera o mercado local importante para sua estratégia mundial de negócios. Algo realmente mudou na relação entre a Apple e o Brasil. Em setembro do ano passado numa reportagem da Globo.com a empresa não demonstrava a menor preocupação em trazer o iPhone para o País. Mas, agora com a chegada do seu novo funcionário a tendência é melhorar essa situação.

8 de maio de 2008

O futuro dos sites de busca

Ontem eu li uma entrevista na Época, na parte de Ciência e Tecnologia com Marissa Mayer, a mulher que ocupa a quarta posição na hierarquia do Google fala do futuro dos sites de busca.

Nos próximos cinco a dez anos, quatro áreas irão guiar as mudanças no mecanismo de busca. A primeira delas consiste em onde e como se pode realizar buscas.
Hoje, a imensa maioria das pessoas faz isso no PC, digitando palavras-chave dentro de uma caixa. No futuro, iremos falar com o mecanismo de busca através do telefone e poderemos fazer perguntas ao invés de usar palavras-chave. Será possível fazer buscas de dentro do seu carro, por exemplo.
A segunda área que fará a diferença no serviço de busca são os diferentes tipos de mídia, que serão integrados ao serviço. Vídeo, imagens, notícias, livros, blogs, áudio.
O desafio é incorporar todas estas formas de conteúdo em uma página da web sem que pareça uma enciclopédia. O terceiro item se chama personalização. A busca será cada vez melhor do que é hoje. Mas não basta fornecer melhores resultados.
É preciso conhecer as necessidades específicas de cada usuário. Para atingir esse objetivo, precisaremos entender quais são as suas preferências ou o local onde eles se encontram - tudo para poder melhorar a qualidade das respostas. O quarto componente é a busca social. Não confunda com personalização.
O desafio da busca social é descobrir como fazer um levantamento das preferências e do conhecimento das pessoas com quem o usuário se relaciona, ou de outros usuários parecidos com ele.

Bem, eu espero aproveitar todos esses privilégios de busca o mais cedo possível!
Até

7 de maio de 2008

Ning: Uma nova rede social

Gente, agora eu faço parte de uma nova rede social chamada Ning, estou ainda testando essa rede social, por enquanto estou adorando e aproveitando para compartilhar e conversar sobre Marketing Direto e a minha rotina profissional na minha área que é DBM(Data Base Marketing) da Dufry do Brasil.
O Ning dá o direito a ter URL própria, controle detalhado dos membros, além de opções para o envio de fotos e vídeos. Dá para escolher recursos na ferramenta de criação da rede, como blogs e fóruns e usar o RSS para divulgar as novidades.
O Ning cresceu muito desde o lançamento, possui boas funções e se compara às grandes redes de relacionamento e conta com mais de 30 mil redes sociais dentro dos quais podemos encontrar, professores, artistas, algumas empresas e lojas conhecidas.

Gente, depois eu volto pra falar mais um pouco sobre essa nova rede

6 de maio de 2008

Comércio Eletrônico terá um aumento

Segundo estimativa divulgada nesta segunda-feira (5) pela e-bit, empresa especializada em comércio eletrônico o faturamento do comércio eletrônico neste Dia das Mães deve ser 55% maior que o obtido em 2007.

De acordo com a e-bit, a previsão é de que os adeptos ao comércio virtual gastem em suas compras pela internet uma média de R$ 315,00, contra R$ 304 do ano passado.

Livros, revistas e jornais devem ser os líderes nas preferências dos filhos, com 18% das intenções de compras; itens de informática (12%) e eletrônicos (9%), aparecem em seguida; CDs, DVDs e vídeos são a melhor opção para 9% dos consultados; telefonia celular (7%) e eletrodomésticos (5%) também devem aparecer entre os presentes das mães.

A variedade dos produtos, a facilidade comparar preços em diversas lojas em um período pequeno de tempo, a possibilidade de parcelar sem juros e condições de pagamento facilitadas e o aumento do número de internautas foram os grandes impulsionadores para que o volume de pedidos contabilizado na rede chegasse a esse resultado.

Bem, vamos as compras!
Até breve

1 de maio de 2008

Novos Encaixes das Redes Sociais

Um dos pontos chaves de qualquer modelo de negócios é encontrar o seu encaixe ( fit) com o mundo real.Este é o grande desafio das Redes Sociais , qual o seu encaixe com os atuais e futuros modelos de negócios via " oceano azul " da inovação. O que se tem visto é um busca frenética para incorporar as Redes Sociais e Blogs ao negócios e qual é este novo modelo.

Creio que a questão esta desfocada da realidade e criam-se mapas conceituais sem conexão com realidade do mundo dos negócios. O que falta é encontrar estes encaixes , criar novos "Legos" corporativos. O desafio corporativo é como incluir estas novas realidades sociais ao modelo de negocios da sua empresa e como fazer parte da estratégia de inovação e crescimento.

O que se tem feito hoje é a pergunta errada - como monetizar o imenso mundo de contato das Redes Sociais e blog. Creio que a pergunta é outra , como incorporar as Redes Sociais e Blogs ao meu negocio e não como monetizar as Redes Sociais. os fenomenos sociais não se monetizam em si mesmo , mas incorporam -se aos negocios ou criam-se novos modelos .

30 de abril de 2008

Voz acadêmica

Aos 28 anos, Carolina Terra está muito longe de ser uma profissional em ascensão. Formada em Relações Públicas e considerada "nerd" pelos irmãos, ela já coordena a área de comunicação do Mercado Livre, o maior serviço de leilão eletrônico da América Latina, ensina em duas universidades, faz palestras, iniciou o doutorado na Universidade de São Paulo e ainda, nos finais de semana, participa de jogos profissionais pela liga paulista de handebol. Esse currículo já seria suficiente para perguntar como ela gerencia a agenda, que começa todos os dias às 06h30 com uma hora de ginástica na academia próxima do trabalho e termina por volta das 23h quando chega em casa. Só que o maior mérito de Carolina é a sua contribuição para o melhor entendimento do fenômeno das redes digitais de relacionamento, que se traduzem em marcas como Orkut, Flickr, Youtube, Google, MySpace e outros inúmeros serviços do gênero espalhados pela internet. Em parte, graças ao seu esforço pessoal o tema que hoje toma conta da agenda das empresas está sendo discutido, debatido, criticado e analisado por acadêmicos e especialistas. Antes do atual doutorado que vai analisar o impacto das redes sociais dentro do mundo corporativo, ela fez uma tese de mestrado sobre como a área de relações públicas pode utilizar o mundo digital para amplificar a mensagem dos seus clientes. "É o meu assunto preferido: ajudar as corporações a conversar com os seus clientes por meio das redes digitais de relacionamento", afirma Carolina. A tese defendida em 2006 tem 173 páginas e é um bom ponto de partida para quem deseja entender o novo universo no qual as empresas estão mergulhadas. Um dos capítulos da dissertação de mestrado se transformou no livro Blogs Corporativos – Modismo ou Tendência? Graças a essa publicação, Carolina tem viajado pelo Brasil para fazer palestras. Nesses encontros com empresários a pergunta se repete: toda companhia precisa ter um blog ou uma estratégia para as redes sociais. Carolina está quase formatando uma resposta padrão. "Nem todas as empresas estão preparadas para enfrentar esse desafio que exige disciplina, transparência e muito suor. Infelizmente, nem todos atingiram esse nível que a cada dia fica mais forte entre os consumidores", diz Carolina.


29 de abril de 2008

Meu$ vídeo$

O WeShow nasceu há oito meses para ser o maior agregador de vídeos dos inúmeros serviços, como o Youtube, existentes na internet. O serviço atingiu nesse espaço de tempo 5 milhões de visitantes mensais e está disponível em seis línguas, incluindo o japonês. O plano de negócios estava sendo colocado em prática com disciplina e foco, mas tempos atrás – prova de que a relação espaço e tempo no mundo digital é diferente do mundo real – os executivos do empreendimento identificaram uma nova oportunidade: as redes digitais de relacionamento, como Orkut e Facebook. Para não fugir ao seu desenho original, o WeShow lançou o seu serviço onde os usuários poderão montar suas comunidades on-line de vídeos. Até aqui um movimento à primeira vista óbvio e lógico, mas a equação montada guarda surpresas. O WeShow nada cobra de quem abre uma comunidade e ainda vai dividir a receita publicitária com os seus usuários, que poderão faturar em função da audiência de sua comunidade ou até por um único vídeo isolado. Com a audiência gerada por esse volume de vídeos, o WeShow recebe mais tráfego a partir do Google e aumenta a sua receita gerada pela publicação de links patrocinados. No final do dia, após obter os ganhos do Google, o WeShow entrega 50% dos lucros para os seus "acionistas". "Sem o poder de fogo de cada pessoa que fez a seleção e reuniu amigos em torno desse conteúdo não existe o produto", afirma Marcos Wettreich, presidente do WeShow. A comunidade on-line foi lançada há duas semanas nos Estados Unidos, nesta semana chega à América Latina e na próxima à Europa e Ásia. Na manhã desta segunda-feira, dia 28, o WeShow já registrava o total de 4.265 comunidades, 8.992 membros e 71.896 vídeos selecionados. A expectativa de Wettreich é dobrar esse número à medida que o serviço ganhar escala entre visitantes mensais que entram no WeShow em busca de algum vídeo. O presidente da empresa diz que ainda é muito cedo para saber quanto a operação deve gerar para cada usuário, mas em 2012 ele espera repartir US$ 10 milhões anuais em receitas publicitárias com os donos das comunidades abrigadas no serviço.

24 de abril de 2008

Apenas uma identidade!

Gente, é verdade mesmo, tem hora que eu paro e penso de quantos logins eu preciso para sobreviver na internet? É um para o Orkut, outro para o Facebook, outro para o e-mail do trabalho, ainda tem o e-mail particular e um outro e-mail que você tem sabe lá o por que e é assim a sua vida na internet.

A conversa agora é sobre portabilidade. Joseph Smarr, de uma empresa chamada Plaxo, explicou o conceito na manhã desta quarta (23) na Web 2.0 Expo em San Francisco: É um jeito de o site reconhecer quem você é, o que você sabe e para onde vai. Tudo com uma única identidade. Bem, se isso acontecer realmente, pra mim e acredito que para todos será uma grande conquista.

O exemplo que Joseph Smarr deu: no site da empresa dele, a pessoa pode se “logar” usando o e-mail e a senha do Yahoo. A Plaxo reconhece a senha e “importa” os dados do perfil do Yahoo. O novo usuário da Plaxo não precisa, assim, escrever de novo seus dados pessoais, endereço etc.

23 de abril de 2008

Olhar 2.0

O presidente do Terra na América Latina, Fernando Madeira, já esteve algumas vezes em São Francisco, nos Estados Unidos, mas hoje, dia 22, ele desembarcou com um olhar diferente. O executivo quer entender melhor o que s americanos batizaram de internet 2.0, onde os serviços à disposição dos usuários, pagos ou gratuitos, crescem a cada dia e ganham adeptos em todo o planeta. Madeira será o único brasileiro convidado como palestrante do evento Web 2.0 Expo, que reunirá até a próxima sexta-feira milhares de executivos de empresas e instituições de tecnologia. O brasileiro vai falar sobre um tema que a cada dia ganha mais força dentro da rede: a participação do consumidor na geração de conteúdo. O presidente do Terra vai relatar a experiência do vc repórter, onde os internautas de toda a América Latina podem enviar notícias, fotos e vídeos que são aproveitados pela equipe editorial. São mais de 40 mil participações mensais na região (nos países hispânicos o produto se chama tu reportero) e o Terra pretende incrementar ainda mais esse serviço nos próximos meses. "Minha intenção é mostrar como a criatividade latino-americana está mudando a forma de ser fazer notícia na internet", afirma Madeira. O executivo do Terra encontrará o ambiente adequado para relatar essa experiência. O Web 2.0 Expo é um dos eventos mais tradicionais dessa nova fase da internet no mundo. Duas empresas estão por trás da iniciativa, a TechWeb e a O'Reilly Media. O presidente da segunda empresa, Tim O'Reilly, é um velho conhecido dos negócios digitais e um entusiasta dos programas de código aberto. Foi ele que pela primeira vez utilizou a expressão Web 2.0 para definir na nova fase da rede após o estouro da bolha das companhias pontocom. O'Reilly foi muito criticado ao trazer à tona esse conceito, que muitos não consideram inovador. Para esses críticos, a Web 2.0 nada mais é do que a reutilização de tecnologias já existentes e que estão sendo reagrupadas com outro formato. Independente da discussão, o grande mérito dessa nova era é a presença cada dia maior do consumidor na geração de conteúdo. A presença de Madeira na conferência com o vc repórter é uma prova de que o mercado americano está interessado a entender mais e melhor o que significa ter o consumidor pela primeira vez no controle da situação. O executivo também garantiu o convite em função da visão latino americana do fenômeno. Do seu escritório, em São Paulo, Madeira comanda todos os países da região e ainda coordena toda a operação do Terra nos EUA, onde a comunidade latina cresce em várias direções, incluindo o uso intensivo de serviços de mídia social. Numa entrevista no ano passado à CNN, Madeira elencou as principais diferenças entre os latinos que utilizam a internet nos seus países de origem e aqueles que migraram em busca do sonho americano. Da população latina residente nos EUA, 56% já são usuários da internet. Esse percentual já é menor que os brancos (71%) e os negros (60%), mas a curva de ascensão dos hispânicos é mais representativa. Em relação aos descendentes esse número é bem maior: 71% contra 46% de quem apenas emigrou e de alguma forma se adaptou à cultura americana. Ainda de acordo com o estudo do Pew publicado em março do ano passado apenas 29% dos usuários latinos têm banda larga em suas casas contra 43% da comunidade branca. "É por isso que temos uma grande oportunidade nos EUA", afirma Madeira.

22 de abril de 2008

Spammers abusam de redes sociais online

Sites de relacionamento online como os populares Facebook e MySpace estão virando alvos preferenciais de spammers, segundo notificações recentes das firmas de segurança Fortinet e Websense.

Dados importantes:
» Seis redes respondem por 85% do spam na web
» Spammers encontram jeito de criar e-mail automaticamente
» Brasil é o 4º maior produtor de spam do mundo

Um dos principais recursos de integração entre os usuários da rede Facebook, chamado de "Wall" (uma espécie de mural de recados), está sendo utilizado pelos spammers para veiculação de links para vendas de medicamentos, tática semelhante à utilizada em blogs e fóruns, conforme noticiou o site The Register.

A Fortinet explicou que para atrair novos visitantes, os spammers estão utilizando contas reais de usuários, cujas credenciais de acesso são obtidas via ataques phishing conduzidos por cibercriminosos e vendidas posteriormente. A suspeita de que um worm que estava se disseminando pelas páginas do Facebook há alguns meses seja responsável pelo roubo destas credenciais não é descartada.

No MySpace, o método utilizado pelos spammers é diferente: perfis são criados de forma incorreta de modo que suas informações comuns ficam escondidas e os usuários que os visitem vejam links de redirecionamento a sites de propaganda.

Ali Mesdaq, especialista da Websense, explicou que a mesma técnica poderia ser utilizada para fins criminosos e que acarretariam problemas maiores às vítimas, como fraude online e instalação de malware.

Mais informações sobre a invasão dos spammers nas redes Facebook e MySpace podem ser obtidas respectivamente nos sites da Fortinet (tinyurl.com/2svmjp) e Websense (tinyurl.com/35tac4).