Cria-se um novo espaço para o exercício da democracia participativa: o Lobby na Web . A web permite que lobby possa ser visível, transparente, um canal de comunicação entre a sociedade e o Estado. Antes de ser um consenso a atividade de lobby na web , ja tem provocado acaloradas discussoes nos Estados Unidos com materias no New York Times .
No Brasil vivemos bom exemplo deste no canal de lobby : Esta semana o Jornal O Globo ( 14.09.07 ) destaca na sua primeira pagina o efeito da pressão dos eleitores via web , na votação do pedido de cassação do Senador Renan Calheiros: "Protestos paralisam site e telefones do Senado ;página oficial fica sete horas fora do ar ; Prodasen alega pane técnica , mas funcionários atribuem à enxurrada de mensagens.Entre 10 horas e 17 horas não era possível abrir a página na internet nem enviar mensagens ao senadores. O Lobby também foi exercido via email ou nos sites pessoais dos parlamentares : (i) o Deputado Fernando Gabeira recebeu mais de 1,0 milhão de visitas (ii) O Senador José Agripino recebeu cerca de 7 mil e-mails de eleitores indignados com o resulatdo da votação (iii) O Senador Arthur Virgilio recebeu 1.043 emails sobre o mesmo tema (iv) o autor do Relatório do Conselho de Ética Senador Renato Casagrande recebeu cerca de 5,0 mil emails.Compilei estes dados em matérias publicadas no Globo e Jornal o Dia na Coluna Jan Theofilo. No site do SenadorRenan Calheiros os seus correligionarios expressaram a sua aprovação pelo resultado da votação. Não se pode medir agora os impactos destas veiculações , mas certamente cria-se um novo espaço para o exercício da democracia participativa:WebLobby. Os mecanismos de pressão no Legislativo, Executivo e Judiciario , fazem parte do processo politico na democracia e a web torna-se um novo canal para o exercicio da cidadania- Pressionar é Preciso
15 de setembro de 2007
Lobby na Web : Um Novo Canal de Pressão Política
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Reputação e Imagem Pública
E' vadiagem usar Internet no Trabalho ?
O brasileiro é campeão no uso do MSN no trabalho e 14% entrevistados na pesquisa divulgada pelo Jornal Destak declaram que ja comentam blogs durante o horario de expediente. O Jornal da um tom de vadiagem a quem usa a Internet para uso pessoal durante o horario de trabalho. Não concordo com a generalização de uma" cibervadiagem ". Algumas empresas começam a bloquear o acesso a blogs, okkut, hotmail , gmail e outros sites que nao dizem respeito ao trabalho profissional. Acho que não tanto ao mar nem tanto a terra ; tudo depende. Depende da natureza e dos objetivos da empresa e de que areas de sua Inteligencia de Mercado utilizam essas informações. O que vcs acham ?.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Sete o número do Ache-me
O número mágico 7 :A memória de curta duração (ou memória de trabalho) tem capacidade limitada. George Miller percebeu que o número de itens que jovens adultos podem reter ou lembrar gira em torno de sete elementos, chamados de 'chunks', não importa se os elementos são numeros, letras, palavras, ou outras unidades (Miller, G. A. (1956). The magical number seven, plus or minus two: Some limits on our capacity for processing information. Psychological Review, 63, 81-97). Mais detalhes no Design pra Vida
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Marketing de Recomendação
Marcas. Como Achar , Lembrar e Buscar
Kevin Keller, no livro "Gestão Estratégica de Marcas" demonstra que a busca interna para achar informações para a solução de problemas é afetada em grande parte pela lembrança da marca. Segundo ele, a lembrança da marca consiste no desempenho do reconhecimento da marca e da lembrança espontânea de marca. Keller ainda explica que reconhecer significa lembrar-se de um contato prévio quando se é exposto à marca. Já a lembrança espontânea não depende da exposição física à marca, mas acontece quando o consumidor é exposto à categoria em questão, ou a um cenário de uso que exige uma solução pra um problema. Ele ainda afirma que, quando se trata de "achar, buscar, lembrar" uma informação, produto ou serviço, a marca é importante por 3 motivos:Aprendizagem: a marca afeta a tomada de decisões do consumidor;Consideração: aumentar a lembrança da marca aumenta a possibilidade de que ela venha a se tornar um membro do grupo de consideração (conjunto de marcas consideradas para a compra);Escolha: em decisões de baixo envolvimento, um nível mínimo de lembrança de marca pode ser suficiente para a escolha do produto, mesmo na ausência de uma atitude bem formada ("Familiarity and its impact on consumer biases and heuristics", Journal of Consumer Research, 8, set. 1981, p. 223-230)Como se cria lembrança de marca então? Ela é criada através do aumento da familiaridade com a marca mediante exposição ou interação repetida. Isso significa que quanto mais um consumidor "experimentar" a marca por vê-la, ouvi-la ou por pensar nela, maior será a probabilidade de esta ficar fortemente registrada em sua memória.Esse conceito demonstra a importância que a Internet possui nos processos de memorização, na medida em que ela serve como fonte de experiências positivas e de informações, que tem potencial para apoiar o processo decisório dos usuários.O post completo vc le no Blog do Ricardo Martins
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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14 de setembro de 2007
Por que Sete..
Um número com muitas histórias para contar.Esta foi a motivação que nos levou a usar o número 7 , como referencia no acheme7.Até porque uma boa conversa , sempre começacom uma bos historia . O número sete aparece na natureza e na imaginação humana a longo tempo. Ë só pensar: 7 Maravilhas do Mundo, 7 Notas Musicais. 7 Dias da Semana, 7 Cores do Arco-Íris, a água pura tem pH 7 , a soma dos lados opostos de um dado é 7 , o sete é o numero da perfeição e sete são os paraísos para os muçulmanos e tantos outros Sete. Existe até uma Revista sobre o número 7 : Seven Magazine . Por fim mas não menos importante criamos o nosso Blog em um ano terminado em sete ; 2007.Ajude-nos a encontrar mais Sete
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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13 de setembro de 2007
Quanto Vale a Sua Reputacao e Imagem na Web
A empresa TrustPlus lançou a versão de testes de um sistema que coleta informações sobre os internautas para que eles possam gerenciar suas reputações e investigar a de outros usuários da web, com o objetivo de centralizar dados sobre a reputação das pessoas na web através de uma espécie de rede social. A reputação on-line de uma pessoa é arquivada em uma variedade de sites independentes, como o Amazon, eBay e LinkeIn.
Quando analisarem a reputação de alguém via TrustPlus, os usuários irão descobrir que a classificação depende das circunstâncias. Uma pessoa que tem boa reputação como vendedor de eletrônicos, por exemplo, não terá a mesma classificação ao vender uma casa, por falta de histórico neste contexto. Além disso, as classificações são afetadas pelas redes de amigos. Uma aplicação do site, chamada Trust Circle, permite que os usuários especifiquem em quais opiniões eles confiam mais. As taxas de confiabilidade têm peso diferente dependendo de quem a pessoa conhece -- quando um comprador está buscando a reputação de um vendedor on-line, as classificações que terão mais peso são aquelas dadas pelos amigos do comprador. Isso é poderoso, afirma Broderick, pois previne que pessoas desonestas aumentem sua reputação artificialmente com a ajuda de seus amigos.
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Manuela Corrêa
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Ajude seu Consumidor a Encontra-lo Mais Claramente
"A indústria automobilista é reconhecida como um dos paradoxos do marketing tradicional, porque o alto índice de satisfação dos clientes com seus produtos não é acompanhado por um alto índice de fidelidade. Há cerca de dois anos, um grupo de concessionários da Citroën do Brasil decidiu investir em um projeto de Gestão de Clientes, para aumentar o grau de conhecimento sobre seus clientes e adotar estratégias efetivas para mantê-los e também conquistar novos clientes. Os resultados rápidos servem para motivar e engajar as equipes envolvidas e também apoiam a mudança da cultura da empresa, de foco em produtos para foco em clientes.
Um aspecto fundamental do projeto é permitir que o cliente Privilège seja identificado em todos os possíveis pontos de contato com as concessionárias, e que as interações com os clientes sejam realizadas de acordo com as suas preferências.
O projeto contemplou a criação de um Web site, http://www.meucitroen.com.br/, para permitir a interação com os clientes que preferem essa forma de comunicação. Também foram solicitadas permissões para comunicação por cada meio de interação, como telefone, correio ou e-mail, totalmente a critério do cliente.
Após completar um ano de implantação do Privilège, os primeiros resultados são animadores, e ao mesmo tempo, desafiadores.Nas primeiras cidades onde o Privilège foi implantado, o índice de retenção de clientes Privilège foi de 96 por cento, muito superior aos índices atingidos nas localidades que não contavam com o programa.
A quantidade de passagens de oficina aumentou em mais de 100 por cento, para o grupo de clientes Privilège, diminuindo a evasão de clientes para oficinas independentes e Os volumes de faturamento e rentabilidade aumentaram, graças ao aumento de interações dos clientes com as concessionárias e atendimento das necessidades individuais dos proprietários. Além disso, em pesquisa realizada com o primeiro grupo de clientes que participou do Programa Privilège, os índices de satisfação aumentaram dramaticamente."
Segundo João Carlos Calil, Vice Presidente, responsável pelo projeto, "a adoção de uma estratégia focada no cliente requer planejamento, disciplina na execução e constante acompanhamento, mas os resultados são indiscutíveis. Além do retorno direto do projeto, a empresa acaba se tornando mais bem administrada e organizada, com a adoção de processos mais orientados ao cliente, aos resultados, e com indicadores claros de retorno de investimento".
Sérgio Habib, presidente da Citroën do Brasil e grande incentivador do projeto complementa: " Eu acredito que esse é o marketing inteligente, mensurável e que traz resultados para as empresas, mas também beneficia claramente nossos clientes. É evidente que nossos concessionários que participam do projeto detêm um diferencial fantástico: conhecem seus melhores clientes individualmente, acompanham seu ciclo de vida e adaptam-se às necessidades e mudanças do mercado com muito mais velocidade".
Clique aqui e leia o case na íntegra.
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Fabiano Leite
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17:56
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O “profissional” finge que entende o que faz
Faculdades ensinam conceitos de design que não tem nenhuma comprovação, e não são questionadas por isso.— “Usei a cor amarela na logomarca pois pesquisas mostram que essa cor dá fome e usei vermelho pois é uma cor estimulante. Prova disso é que o McDonald´s usa essas cores.”Chute.— “Usei o azul pois é uma cor que transmite confiança.”Outro chute.— “Coloquei o título em cima pois tudo o que fica em cima tem mais importância.”Mais um chute. E sem fazer gol.É impressionante a quantidade de argumentos usados por designers, diretores de arte e outros profissionais, que afirmam ter base científica para justificar suas escolhas. O “profissional” finge que entende o que faz. O cliente finge que acredita. Mas o consumidor não finge que compra.Esta eh uma visao que concordo do Designer Ricardo Martins .( Conheco a quase 7 anos o trabalho do Ricardo Martins , o nosso Ric eh minudente no que faz).
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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15:31
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Seminário Web 2.0 no Brasil
Começa na segunda-feira dia 17 o seminário organizado pela revista INFO e o Grupo Abril que vai discutir as tendências da internet nas empresas, e o que as marcas podem ganhar ou perder com a Web2.0.
O seminário acontece de 8h às 17h e terá feras como o presidente do Yahoo! Brasil, Guilherme Ribemboim, Alexandre Hohagen, presidente do Google entre outros profissionais de empresas que são case de sucesso na área de e-business.
Mais informações sobre o evento no site: http://www.sirin.com.br/seminarioweb20/
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Karine Moura
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12:42
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Uma TV produzida por quem assiste !
Uma TV com programas produzidos por seus espectadores .As pessoas postam seus vídeos no site da emissora , onde são vistos e votados pelos internautas . Os vídeos mais votados vão ao ar na TV e seus criadores recebem U$ 500,00 em troca dos direitos autorais.Também são produzidos comercias de autoria de seus espectadores ; empresas como L'Oreal , Toyota e Sony já utilizaram este mecanismo para divulgar seus produtos.
Esta TV existe , chama-se Current TV . O principal acionista desta empresa eh o ex vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore - O Guru do Aquecimento Global . Conheça os Negócios de Al Gore .
No Brasil temos o Fiz TV que assim como o Current TV, tem como ideal juntar a internet e a televisão para estimular, organizar e distribuir a produção de vídeos livres e pessoais no Brasil. A idéia do site é: "Quanto maior for o seu sucesso na internet, maiores são as suas chances de chegar na TV"
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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00:59
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