O Pew Internet Project se transformou nos últimos anos na principal referência sobre os hábitos dos americanos em relação à internet. Os relatórios da organização são um dos melhores retratos dos efeitos da rede sobre as famílias, as comunidades e os grupos sociais nos EUA. O último estudo publicado na semana passada mostra como diversas gerações se relacionam com o mundo virtual. Há aspectos óbvios, como o fato de apenas 31% das pessoas com mais de 73% estarem conectadas à rede contra os 93% de até 17 anos. O trabalho dos pesquisadores Sydney Jones e Susannah Fox divide os usuários de internet dos EUA em seis categorias. Os mais novos (18-32) são denominados de Geração Y e os mais velhos de Geração G.I. (acima de 73 anos). Há ainda os teens online que estão na faixa dos 12 aos 17 anos. Um dos pontos relaciona o uso de email por essas gerações. E a conclusão comprova que essa ferramenta de correio eletrônico está ficando ultrapassada para os mais novos. Do universo pesquisado verificou-se que 74% dos internautas com mais de 64 anos são fãs do email como instrumento de comunicação no mundo digital. Quando a análise tem como alvo os mais jovens (12-17) essa regra não vale. Desse contingente 73% são adeptos do email, mas em 2004 esse número era de 89%. Na realidade, os teens usam as redes sociais como a sua plataforma de comunicação instantânea. Um ponto importante do estudo (veja tabela abaixo) compara hábitos das gerações. Os mais jovens, por exemplo, são jogadores regulares de games na rede e tem por hábito o envio de SMS's sem comparação com as outras faixas etárias. Os usuários de 18 a 32 anos são maioria dos adultos online quando se trata de assistir à vídeos online e utilizar de redes sociais. Outro ponto importante do estudo mostra a baixa aderância dos mundos virtuais, como o Second Life, junto aos internautas americamos. Só 10% dos mais jovens visitam esses mundos e quando a idade avança esse percentual fica bem abaixo de 3%, e em alguns casos, chegando a 0% entre os mais velhos.
3 de fevereiro de 2009
Uma questão de idade
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13 de janeiro de 2009
Vender é preciso
O mundo corporativo colocou em 2008 os holofotes sobre os personagens da social media brasileira. As empresas perceberam a importância desse novo canal de comunicação interativo e não perderam tempo. Organizaram eventos, participaram de conferências, implementaram algumas estratégias tímidas e, sobretudo, emprestaram seu capital social para blogueiros, donos de comunidade no Orkut, no Flickr e em outras redes sociais. Alguns desses personagens responderam à altura e conseguiram estruturar um diálogo com as companhias. Era a época da bonança e gastar recursos para a construção de marcas junto aos atores desse novo mundo fazia sentido. Agora, em 2009, tudo será diferente. A social media do País precisa ajudar as empresas naquilo que elas mais querem em tempos de crise: vender. "Quem não oferecer essa resposta para os departamentos de marketing vai ficar fora do jogo. A época da festa acabou", afirma um executivo de uma grande companhia multinacional que no ano passado investiu centenas de milhares de reais em ações de marca para a social media nacional. "Agora o que determina qualquer tipo de planejamento é o retorno sobre o investimento. Traduzindo: precisamos vender nossos produtos." Essa percepção não é exclusiva desse executivo. Entrevistados por BITES outros diretores de marketing afirmaram que os blogs e quaisquer outros canais de comunicação 2.0 precisam oferecer respostas concretas para um ano que promete ser um dos mais duros desde o lançamento da versão comercial da internet em 1995. "Muitos dos meus colegas não tem a menor idéia como oferecer uma resposta para essa demanda", afirma Marcelo Vitorino, empresário e acionista majoritário da rede de blogs InBlogs. "Quem não se profissionalizar continuará à espera de ganhar brindes das empresas." Vitorino é mais radical. Ele diz que a social media do Brasil é imatura para enfrentar tempos de crise. E a situação não está realmente fácil. O lado positivo desse atual momento é que a redução nas verbas de marketing poderá colocar a internet no centro das atenções das áreas de marketing. Com pouco dinheiro, as companhias serão mais seletivas em seus investimentos em publicidade e irão procurar projetos capazes de oferecer retorno rápido com qualidade. E nesse ponto investir em estratégias digitais de relacionamento pode ser uma opção real para cumprir as metas de venda de 2009.
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11 de dezembro de 2008
O dia com Glória
Em alguns anos nada será como agora. Por isso, ninguém se espantará quando algum grupo de comunicação convidar gente comum que produz seu próprio conteúdo para uma conversa. Afinal nessa época, as grandes marcas do mundo da mídia já terão incorporado ao seu modelo de negócio a premissa da existência de conteúdo de qualidade fora das paredes dos seus escritórios. Essa lógica será tão invisível que poucos se lembrarão do dia em que a TV Globo reuniu em 09 de dezembro de 2008 um grupo de 50 pessoas com este objetivo. Poucos lembrarão esse encontro, mas quem foi terá a chance de relembrar a primeira vez que a TV Globo colocou diante de uma das suas maiores autoras de novelas, Gloria Perez, os personagens relevantes da mídia social brasileira. Lá estavam blogueiros, entusiastas do Flickr e uma das celebridades do Youtube, Guilherme Kaizen, conhecido pelo seu vídeo "Vida de um Emo." Como parte de uma edição especial do "Café com Blog", a conversa foi bastante produtiva. Os convidados da revista queriam saber como Gloria Perez vai apresentar um dos seus personagens na próxima novela das oito, Caminho das Índias, que estréia em janeiro. "Quero sugestões, críticas sobre o Indra (o personagem) porque ele será um blogueiro", afirmou a autora. Integrante de um núcleo secundário da novela, ele terá uma visão particular da realidade brasileira. Indra utilizará o blog para registrar suas impressões desse País na visão de um jovem adolescente indiano. Por mais de duas horas, a autora, que estava acompanhada da sua pesquisadora Giovana Manfredi, ouviu idéias para a novela e até considerações sobre a construção desse personagem. De maneira bem tranquila, ela explicou sua relação com a tecnologia e disse que foi uma das primeiras pessoas a falar da Internet na TV brasileira. "Muitos não acreditaram quando em Explode Coração (1995) uma mulher conheceu um homem numa conversa pelo computador. Na época disseram que era impossível." Após essa aposta, Gloria introduziu o tema da inovação tecnológica em outras produções. "Desse encontro sairão muitos desdobramentos porque tivemos um interlocutor privilegiado", afirmou o publisher de Bites, Manoel Fernandes. Até então, a TV Globo não tinha produzido um movimento de tamanha envergadura junto às mídias sociais. "Acreditava que o blogueiro da novela seria o estereótipo daquilo que realmente somos, mas vejo muita seriedade no personagem que ela vai desenvolver", explicou Luiz Yassuda, editor do blog que leva o seu nome. Ele não foi o único a se surpreender com Gloria Perez. "Agora, o conceito de blogs e produtores de conteúdo independentes será massificado", disse Marcos Alencar, do Instante Jurídico. Após a conversa, Glória Perez foi almoçar com os convidados de BITES e para um pequeno grupo formado por Ricardo Cabianca, Edney de Souza (Pólvora) e Guilherme Valadares (Papo de Homem) ela explicou a lógica do seu processo criação. A autora também falou sobre o blog real da novela, o Diário de Bordo, que será utilizado como um canal de comunicação interativo. Após o almoço, os participantes foram convidados a conhecer as instalações do Projac, que fica numa área de 160.000 metros quadrados de área construída em Jacarepaguá, subúrbio do Rio de Janeiro. A equipe da TV Globo apresentou o local onde ficam as peças de vestuário utilizadas pelos artistas da emissora e a fábrica que produz cada nova peça. O ponto alto da visita, sem dúvida, foi a visita ao estúdio da novela "Caminho Índia", que estava iniciando as gravações com a protagonista Juliana Paes. Durante quase 20 minutos, a turma da Web 2.0 acompanhou o ensaio e conversou por alguns instantes com a atriz. "Gente, obrigada pela presença e também sou leitora de blogs", afirmou a atriz, que também tem o seu próprio blog. O resultado desse dia com Glória Perez e nos bastidores da novela pode ser acompanhado no grupo de fotos do Flickr montado para centralizar as imagens captadas pelos celulares e câmeras dos convidados. Até a noite de hoje estavam lá 516 imagens.
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22 de novembro de 2008
Comunicaçao Direta Interativa
Um dos desafios das empresas é sua Comunicação Interna sua Força de Vendas em especial com as equipes de venda Direta porta a porta. O desafio é achar de forma flexivil e agil a sua força de vendas que trabalha na rua e personalizar a comunicação de forma interativa.
O outro desafio esta em ser achado via os buscadores em quase 1 trilhao de paginas indexadas no Google. No Brasil este emaranhado de ser encontrado situa-se quase 2 milhoes de dominios A medida que cresce a penetracao da Internet na sociedade mais dificil tornar-se ser encontrado. Este modelo de " encontrabilidade" e organização da informação é a base se sucesso do Google , onde cerca de 96% de suas receitas advem dos seus links patrocinados. No caso da gestão da força de vendas é encontrar e se comunicar na hora certa e com a informação certa em mundo que muda em segundos, criando fexilidade e gerando oportunidades. No caso dos consumidores o desafio é ser encontrado por eles via os buscadores utlizando o proprio vocabulario dos clientes.
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Palavras-Chave Comunicação Direta Interativa, Conteúdos Gerados pelos Consumidores
18 de novembro de 2008
A força dos links patrocinados no Google
No último relatório de resultados mundial do Google um número chama atenção. Da receita total da empresa 97% se origina nos links patrocinados (Adwords). Esse é o grande desafio do Google reduzir sua dependência ou ao mesmo tempo aumentar a dependência. O desafio de quem busca uma personalidade digital, como as empresas, é ser achado. A nova pergunta da esfinge: Ache-me ou você será irrelevante no mundo da internet. A reputação e imagem de sua empresa depende agora de ser achado. O desafio para empresa é ser achado neste mundo de cerca de 1 trilhao ( 1.000.000.000.000) de paginas indexadas no Google . Os links patrocinados representam um atalho neste novo mundo de ser encontrado- acheme
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Palavras-Chave Comunicação Direta Interativa
17 de novembro de 2008
O PR 2.0 e o Gaterlist
O jornalista quando termina a faculdade quer ser jornalista. Depende. Para a sorte do mercado nem todos recém-formados deixa a sala de aula em busca de uma oportunidade naquilo que é conhecido como a grande imprensa. Fernanda Lara é uma dessas exceções que merecem registro. Aos 24 anos, ela preferiu outra opção e se transformou na principal executiva do Gaterlist, um serviço que coloca em tempo real, de maneira ordenada, na lógica da web 2.0 os seus colegas de profissão e os assessores de imprensa. Com a ajuda de um grupo de investidores de Brasília, ela transformou uma idéia da época de estudante em um negócio. O Gaterlist usa os princípios dos serviços de busca, como o Google, e uma lógica de algoritmos matemáticos, análises estatísticas para deixar o jornalista mais próximo das suas fontes e da notícia. O serviço, que será lançado nesta quarta-feira, dia 19, é utilizar palavras-chaves no seu processo de pesquisa. Por exemplo, se um repórter de um grande jornal recebe a missão de escrever um texto sobre perfumes, ele poderá entrar no Gaterlist e digitar a expressão. Em seguida o sistema apresentará várias assessorias de imprensa que trabalham com esse produto, fontes de informação de universidades nacionais e até links para pautas já publicadas. "Queremos atender o jornalista com a melhor lógica de Web 2.0", afirma Fernanda. "O Gaterlist está além de um simples repositório de press releases ou uma simples lista telefônica de assessores." O produto, realmente, ultrapassa algumas fronteiras. Dentro do sistema há um publicador de releases no qual o assessor de comunicação pode escrever seus textos utilizando fotos e links para outros sites e disparar o conteúdo com mensagens personalizadas para a sua base de jornalistas. Há um recurso capaz de identificar como o email chegou ao seu destino: se ficou na caixa posta, foi lido ou encaminhado para outra pessoa. Há, por exemplo, um diário no qual o assessor pode manter informações atualizadas sobre o jornalista com quem costuma falar com freqüência. Ainda há o recurso de vender pautas através de um chat do próprio sistema. "Nossa intenção foi criar um espaço virtual onde o assessor e o jornalista resolvam seus problemas", afirma Fernanda, que antes de lançar o Gaterlist fez uma pesquisa sobre as necessidades reais das 5.000 assessorias de imprensa existentes no Brasil. Esse é o seu universo de prospecção. Não à toa, ela tem passado as últimas semanas dentro do avião visitando clientes e fechando acordos com as áreas de comunicação das maiores empresas do País. O Gaterlist segue com determinação a lógica da web 2.0 onde o usuário final, no caso o jornalista, é o centro das atenções e tudo é feito para deixá-lo mais confortável em seu trabalho. Para o assessor de imprensa, o produto também agrega valor. Em função da lógica matemática e estatística por trás do banco de dados, o Gaterlist tem a capacidade de fazer um ranking dos profissionais de mídia impressa, de rádio e de televisão do País. Saber que William Bonner é o manda-chuva na TV Globo é algo óbvio. Difícil é entender quem é influente na redação do jornal A Crítica de Manaus. Para alguns, a publicação da capital do Amazonas pode não ter tanta importância, mas para o assessor de imprensa o que importa é a demanda do cliente. E nesse ponto, o Gaterlist é uma grande ajuda.
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5 de novembro de 2008
O Long Tail de minorias de Barack Obama
O presidente eleito dos Estados Unidos Barack Obama está muito além de uma simples mudança no comportamento das pessoas que moram no País mais rico do mundo. Obama trouxe para a sua uma inovação nos métodos de fazer campanhas politicas. Ele fez o long tail das minorias (jovens de primeiro voto, latinos e negros) e soube trabalhar na política a lógica da cauda longa. No que refere a captação de recursos, Obama inovou ao praticar microdoacoes através da Internet. Não importava quem e onde estavam, mas os apoiadores do candidato democrata ajudavam com valores de US$ 20, 30 e até R$ 60. Tudo debitado no cartão de crédito. O presidente eleito e seus estrategistas abriram mão do financiamento público e apostaram nos conceitos de microcredito. As sua estratégia de mobile market também foram decisivas para a vitória.
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Marketing de Recomendação, Reputação e Imagem Pública
O criador do Press Release 2.0 .
Todd Defren divide com dois sócios o comando de um negócio que fatura US$ 12 milhões por ano. A sua empresa, a Shift Communications, tem sede em Boston, nos Estados Unidos, e um escritório em São Francisco. Entre os seus clientes estão marcas como Akamai, Novell e RealNetworks. A Shift é diferente do restante do mercado, incluindo as grandes marcas desse mundo, porque uma das suas premissas de comunicação é o uso dos recursos da Web 2.0 no seu dia-a-dia. A empresa é um modelo que muitos gostariam de copiar. O desafio muito grande com quem ainda se assusta com a possibilidade de ter de colocar o seu cliente na frente do consumidor para um diálogo franco e sem intermediários. No currículo da Shift estão grandes inovações. Foi a primeira a produzir um release , o PR 2.0. Inovou quando lançou uma sala de imprensa corporativa baseada nos princípios de interação total entre as marcas e os seus clientes. Na entrevista a seguir, a primeira para uma publicação brasileira, Defren apresenta uma visão bem clara e diz que a comunicação corporativa tradicional não está morta. Pelo contrário terá uma aliada de peso: a web 2.0. "O que ocorre é uma evolução do mercado e as ferramentas serão incorporadas ao modelo tradicional", afirmou o sócio da SHIFT por email com BITES. Essa entrevista faz parte da série de artigos em torno das possibilidades de uso da web 2.0 pelos assessores de imprensa e agências de comunicação com o objetivo de aumentar a exposição dos seus clientes. Já podemos decretar a morte da comunicação corporativa tradicional? Sempre haverá a necessidade da "PR Tradicional" na relação com a mídia clássica. Gerenciamento de crises, divulgação de assuntos relevantes e entrevistas coletivas ainda são necessárias. O que está ocorrendo uma evolução indiscutível no nosso mercado. As técnicas e filosofias estão sendo remodeladas pela ascensão das ferramentas de mídias sociais e pelo correspondente crescimento das interações diretas entre consumidores e transparência corporativa. Como o Sr. definiria o PR 2.0? Minha profissão está passando por grandes mudanças, mas o mais relevante nesse fenômeno é que a indústria de PR está crescendo em todo o mundo. Esse novo PR tem como premissas a interação com os consumidores, e transparência corporativa. Por que as companhias precisam falar com seus consumidores por meio da Web 2.0? O Marketing de Mídias Sociais é fundamentado na boa reputação. Como você pode ser útil para as pessoas que se preocupam (ou procuram) por sua marca? Essa é uma questão importante porque no mundo on-line, a marca está exposta. Suas ações, interações e reações (para não dizer também as faltas de ações) estão sendo assistidas, criticadas – e catalogadas para sempre pelo Google. Quando Frank Elliason (conhecido como @ComCastCares no Twitter) ajuda um cliente, ele o fará em um grande fórum público: sua paciência e "sticktoitiveness" têm influências originadas por fãs de todo o mundo. Da mesma forma, quando um cinegrafista local documenta ratos correndo pelo chão de uma unidade da Taco Bell (veja vídeo no Youtube), os problemas daquela única franquia podem se tornar um fenômeno global que derruba a reputação global da companhia de fast food. PR 2.0 para assessores de imprensa e agências de comunicação Pr20@bites.com.br
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Palavras-Chave Marketing de Recomendação, Reputação e Imagem Pública
4 de novembro de 2008
PR 2.0 . O Press Release Contextual
Ex-jornalista do Financial Times, Tom Foremski sentenciou a morte do press release em fevereiro de 2006. Em um post no seu blog, ele resumiu o sentimento comum a muitos colegas de profissão: o mundo da comunicação corporativa precisava se reinventar. Foremski fez na época uma série de considerações e até propôs uma nova forma de produzir e organizar o release. Em julho do mesmo ano, a agência de comunicação Shift seguiu os conselhos e apresentou aquele que seria conhecido a partir de então como o primeiro release 2.0. Desde então, o mundo dos assessores de imprensa e das agências de comunicação nunca mais foi o mesmo. As empresas passaram a adotar no seu dia-a-dia os recursos do mundo 2.0, de alta interação e sofisticado grau de conversação com os seus consumidores. E os assessores tentam encontrar a melhor resposta para as novas demandas dos clientes. "Temos de olhar o que acontece ao nosso redor", Melissa Sayon, diretora da Singular Comunicação. A declaração de Sayon está longe de ser um exagero. Pelo contrário será um dos principais eixos de discussão no workshop "PR 2.0 – Como os assessores de imprensa e as agências de comunicação podem utilizar a web 2.0 no seu dia-a-dia." Promovido por BITES com o apoio da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), o Jornalistas & Cia, o workshop reunirá na próxima terça-feira, 11 de novembro, em São Paulo, os maiores especialistas desse mercado e profissionais de comunicação corporativa que atuam em empresas e agências de comunicação. "Não é mais possível fazer do mesmo jeito", diz Marco Barcellos, diretor de marketing da Cisco Brasil. Na seção de cases do evento – que terá o diretor da Pólvora Comunicação, Edney de Souza, e Gustavo Reis da Tecnisa –, Barcellos irá apresentar como a sua companhia utiliza os recursos da web 2.0 na sua estratégia de comunicação. Na sala de imprensa da Cisco, por exemplo, é possível acessar as informações em diversos formatos, incluindo rigtones para celulares. Além dos cases, o workshop terá a presença do diretor do Ibope Inteligência, Marcelo Coutinho, que vai fazer uma introdução do mundo da internet colaborativa na visão do mercado. "Guardadas as proporções, o impacto da web na comunicação corporativa muito se assemelha ao que aconteceu na indústria fonográfica", afirma Coutinho. Assinantes BITES tem 20% de desconto na inscrição que pode ser feita pelo email pr20@bites.com.br.
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Reputação e Imagem Pública
2 de novembro de 2008
A Nova Regra do Conteudo Gerado pelo Consumidor
Na midia de massa e na economia dos bens tangíveis ficou notabilizado o Principio de Pareto. Nos idos de 1800 o economista,Vilfredo Pareto, observou que na Itália 80% das propriedades pertencia a 20% dos cidadoes. Na década de 1900 o engenheiro industrial Joseph Juran aplicou as observa coes de Pareto ao mundo dos negócios e popularizou como a regra dos 80:20. Surgiram novos princípios empíricos como 80% das receitas de uma empresa concentram-se em 20% dos seus clientes. No mundo digital esta regra começou a ser desmontada com o artigo do Chiris Anderson na Revista Wired e mais tarde com o livro a Cauda Longa ( Long tail) criando um novo conceito no mundo da Internet, onde a soma dos pequenos acessos constroem um sucesso. Aplica-se a soma dos pequenos. No mundo da comunicação na web e no mundo dos Conteúdos Gerados pelo Consumidor, o comportamento é outro , a regra é outra 90-9-1 ou o principio da participação desigual identificado por Jakob Nielsen , o papa da usuabilidade. Nielsen identificou que no mundo dos blogs e da midia social , 90% dos usuarios apenas olham e vistam as comunidades on-line mas não contribuem; 9% contribuem de tempos em tempos ; somente 1% são colaboradores ativos. A questão esta em quao significativo para seu negocio sao os 1% de colaboradores ativos . Os dados levantaos por Nielsen reforçam a sua visao: No caso do You Tube de todas as visitas no site apenas 0,16% fizeram upload de videos , no Flickr apenas 0,18% fizeram uploads de fotos. A única exceção esta na Wikipedia onde 3,5% editaram textos. Creio que estes conceitos no alertam de devemos repensar as nossas estratégias de Comunicação em relação aos Conteúdos gerados pelos Consumidores .
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Netnografia