5 de agosto de 2008

Capital social

Diretor do IBOPE Inteligência, Marcelo Coutinho está longe de demonstrar preocupação com aqueles que acham que ele está na direção errada. De certa forma, ele até gosta dessa situação porque lhe sobra mais tempo para elaboração dos conceitos que costuma defender em suas palestras e entrevistas. E no atual momento essa situação também tem se revelado muito útil. Coutinho quer ir de encontro a uma verdade que se tornou absoluta no nascente mundo das mídias sociais: a relevância de um blog ou de uma comunidade on-line é medida pela sua audiência. É dessa forma que anunciantes, agências de propaganda e profissionais da área estão procurando fechar negócios. "Todos os internautas são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros", afirma Coutinho. Sua estratégia para neutralizar a louvação à audiência numérica é trazer o conceito de capital social da sociologia clássica para dentro do universo 2.0. Na Wikipedia está claro o que significa o termo. "O que vale mais, um blog com mil visitas 1000 pessoas mas sem comentários ou um blog no qual os 100 leitores deixam comentários à vontade?", questiona o diretor do IBOPE. E quanto maior o capital social da audiência maior será a relevância de quem estiver associado a ele.

Coutinho está bem acompanhado nesse raciocínio. O presidente do Yahoo!Brasil, Guilherme Ribenboim, reconhece que a audiência é uma variável do jogo no universo 2.0, mas não é a única como muitos acreditam. "No nosso caso, por exemplo, queremos construir um capital social relevante junto aos formadores de opinião desse novo mercado no Brasil", afirma o executivo. Não à toa, o Yahoo! desenhou um projeto envolvendo o conteúdo de 100 blogs nacionais. E a audiência de cada um deles não foi um fator determinante para a montagem da lista. "É certo que as pessoas querem tráfego em suas páginas, blogs ou comunidades, mas esse movimento precisa ser acompanhado de um traço de qualidade", afirma Ribenboim. E essa variável deve ser revestida de usuários relevantes que façam diferença no final do dia para o conteúdo do endereço na internet.

A dificuldade, por enquanto, mas que a própria tecnologia se encarregará de resolver, é quantificar o capital social de cada produto de mídia social. "Mas tudo será uma questão de tempo. Um blog ou uma comunidade será importante à medida que for possível identificar o nível de relevância de quem dela participa", afirma René de Paula, dono de uma função batizada de User Experience Evangelist na Microsoft Brasil. "Audiência anônima é possível construir de maneira rápida e barata. Relevância demora um pouco mais e se sustenta no longo prazo."

Nesse ponto, vale retornar ao diretor do IBOPE. Coutinho já aplicou sua metodologia essa lógica em pesquisas comunidades e blogs de finanças, bens de consumo e telecomunicações e verificou que os indicadores funcionam de maneira consistente nesse mundo. E com bastante regularidade atualiza com este tema o blog da sua área restrito, por enquanto, aos seus clientes. "O caminho da relevância pelo capital social vai se revelar muito mais proveitoso para as empresas do que a comunicação maciça e indiscriminada com qualquer blog ou comunidade baseado simplesmente na sua "audiência". Afinal, é muito mais fácil monitorar, influenciar e dialogar com pequenos grupos representativos do que uma multidão.

30 de julho de 2008

Rito de passagem

Há várias possibilidades de interpretar o lançamento na noite desta terça-feira, em São Paulo, da joint venture entre a agência de comunicação RMA e a Blogcontent formada por blogueiros de primeira linha. Da união nasceu a Pólvora, especializada em desenvolver ações, planos ou estratégias para empresas interessadas em construir relacionamentos com blogs, comunidades on-line e quaisquer outras mídias sociais. A visão mais simplista indica duas companhias, donas de habilidades diferentes, interessadas em ampliar o alcance de mercado de cada marca. Só que a Pólvora merece ser vista como um rito de passagem para os blogueiros e as agências de comunicação. A sociedade entre Edney de Souza e Alexandre Inagaki, líderes de audiência da blogosfera brasileira, e de Mário Soma e seu sócio Augusto Pinto, que por anos foi executivo da SAP no Brasil, tem um grande efeito pedagógico em duas direções. Na primeira mostra o descolamento de alguns blogueiros de seus pares que ainda insistem numa visão romântica da relação dos blogs com o mundo corporativo. "Existe um mercado diante dos nossos olhos e não temos mais como ignorá-lo", afirma Edney de Souza, que com a sua rede de blogs consegue atrai cerca de 400 mil visitantes mensais. Mesmo diante do seu pragmatismo, Edney ainda é minoria. Muitos blogueiros querem distância das empresas e de qualquer relação que se mostre, dentro desse conceito rococó, contrária a sua liberdade de conteúdo. "Não tenho mais paciência para ficar discutindo questões irrelevantes", repete Edney com uma freqüência e uma boa dose de impaciência. Para as assessorias de imprensa também vale o alerta. A RMA buscou o caminho mais difícil na hora que decidiu se associar com os blogueiros. Duas estruturas bem diferentes resolveram sentar para conversar sobre oportunidades de negócios e desse encontro a Pólvora foi constituída. De maneira geral, as agências de comunicação preferem montar departamentos próprios para atender a demanda dos clientes por mídias sociais. Algumas entram bem no jogo, mas a maioria ainda não conseguiu resolver o problema porque não teve a chance de entender qual o problema. "Se você não tiver o vírus da mídia social na corrente sanguínea da empresa você não tem nada", afirma Mário Soma, da RMA.

23 de julho de 2008

Sed Lex? Nem tanto

Dura Lex, Sed Lex. Realmente, a lei é dura, mas nem sempre é seguida de maneira linear. A prova está numa breve olhada sobre as campanhas nas duas maiores cidades do País. Em São Paulo, as determinações do TSE proibindo qualquer tipo de ação na internet que extrapole os limites das páginas oficiais dos candidatos está sendo cumprida sem questionamentos. Marta Suplicy, do PT, lançou um site sem grandes apelos de interatividade. O atual prefeito e candidato à reeleição Gilberto Kassab (DEM) tenta inovar sem sair dos limites da legislação, o que já levou Geraldo Alckmin (PSDB) a suspender a veiculação de vídeos do Youtube em sua página por determinação do TRE paulista. Tudo é muito diferente no Rio de Janeiro. Na eleição carioca marcas como Youtube, Orkut, Twitter, MySpace e Flickr fazem parte da estratégia dos postulantes à cadeira do ex-blogueiro e atual prefeito Cesar Maia. Eduardo Paes (PSDB), Solange Amaral (DEM) e Fernando Gabeira (PV) colocaram a sua campanha sem rodeios dentro da internet. Os três candidatos estão fazendo o que muitos colegas de outros estados gostariam de tentar, mas se sentem impedidos diante da Resolução 22.278 do TSE. Gabeira, Paes e Solange têm fotos no Flick, vídeos no Youtube e comunidades no Orkut. O candidato verde é mais arrojado. Ele já anuncia que receberá doações direto pela rede. Gabeira também divulga suas andanças pelo serviço de microblog Twitter, o software que permite atualizações por meio de telefones celulares. Solange Amaral fez na sua página um mashup, termo comum no mundo da web 2.0 que representa a união de dois serviços com o objetivo de gerar informação para os usuários. No caso da candidata democrata, ela resolveu localizar dentro do Google Maps onde moram os eleitores que deixaram em seu site. Eduardo Paes, que tem o apoio do governador Sergio Cabral (PMDB), também montou sua galeria de fotos no Flickr, a rede social de imagens do Yahoo!. O paradoxo das campanhas municipais em São Paulo e no Rio de Janeiro é um claro exemplo que a internet não pode ser regulada como tentou o TSE. O envolvimento dos eleitores com os candidatos serve para comprovar que o risco de enfrentar o TSE está valendo a pena. Não há como impedir que os políticos dialoguem com os seus simpatizantes, e que estes utilizem as comunidades ou serviços on-line para passar as mensagens certas. Outro fato importante em relação à rede é que ela não é uma concessão pública, como rádio ou televisão e diante deste fato não pode ser submetida as mesmas regras. As pessoas pagam para ter banda larga em casa, mandar emails e frequentar a rede. É assim que funciona o mundo 2.0

18 de julho de 2008

O CEO dos blogs

Nada mudou tanto no último ano como o mercado brasileiro de mídias sociais, que traz embutido o conceito de redes digitais de relacionamento entre empresas e seus consumidores. De todos os lados aconteceram avanços. As empresas estão se aproximando mais dos produtores de conteúdo em blogs, comunidades no Orkut ou mesmo no Youtube. E do lado de quem faz mídia social, o discurso tem se revelado mais maduro e sóbrio. O mérito dessa evolução é, em parte, de um grupo de profissionais e empreendedores que conseguiu formatar um discurso de negócios capaz de se fazer compreensível aos ouvidos do mundo corporativo. Gente como Edney de Souza, que até o final do mês abre uma empresa em sociedade com a agência de comunicação RMA, Manoel Lemos, do BlogBlogs, Gustavo Fortes, da agência de guerrilha Espalhe, e Jeff Paiva, da AgênciaClick, são os principais responsáveis pela aproximação entre as mídias sociais e as corporações. Para essa galeria ficar completa falta um personagem: Wagner Fontoura. No dia que a autodenominada blogosfera brasileira for um empreendimento, Fontoura é um forte, talvez o principal, nome para ocupar a cadeira de CEO. Administrador de empresas, ele abriu seu espaço nem tanto pela capacidade de gerar bons conteúdos para o seu blog, o Boombust, mas em função do entendimento de como fenômeno social dos blogs pode ser utilizado no mundo corporativo. Já existem registrados no País cerca de 2 milhões de blogs (400 mil em plena atividade dentro do princípio de Pareto). Desde o dia que largou o emprego em uma companhia de logística para se dedicar a um produto que muitos ainda consideram uma incógnita e sem um modelo de negócio claro, Fontoura se mostrou um jogador importante de um time de craques do calibre dos citados no início do texto. "Ainda estamos na infância desse mercado e ainda temos de amadurecer bastante", diz Fontoura, que hoje gerencia a sua própria rede de blogs, a HitecLive, e ainda é diretor da Riot, uma agência de marketing viral. Na realidade, Fontoura tem dedicado tempo e paciência para mostrar aos seus pares que o mundo corporativo não é um dragão de sete cabeças que vai devorá-los. "Wagner sabe como estruturar uma boa conversa de negócios. Essa característica é fundamental antes de levar qualquer idéia em frente", afirma Kaike Nanne, Publisher do Núcleo de Semanas da Editora Abril. "

Essa não é a única análise positiva. Dentro do seu próprio mercado as opiniões são semelhantes. "Ele é dono de um perfil lúcido e de uma capacidade de empreender sem igual no nosso mercado de mídias sociais". afirma Guilherme Valadares, gerente de Mídias Sociais da Cubo e responsável pelo blog Papo de Homem. Um das maiores qualidades de Fontoura é a sua visão de longo prazo. Ele sabe que é uma questão de tempo até que os blogs assumam o seu real papel dentro das estratégias de negócios das grandes corporações. Não à toa, o diretor do HitecLive tem participado de diversos fóruns onde apresenta sua visão. A próxima oportunidade será no seminário de Redes Sociais, que a revista Info da Editora Abril promoverá em agosto, em São Paulo.

Fontoura, na maioria das vezes agrada pela sua capacidade de introduzir no debate uma visão diferenciada daquela que muitas companhias ainda têm de quem produz conteúdo na internet. "Ele faz parte de uma nova geração de empreendedores", afirma Aloisio Sotero, presidente do Conselho Editorial de BITES e BPO da Dufry e da Brasif. Essa geração a qual Sotero se refere ainda está em busca de seu espaço, mas a cada dia fica mais próximo de conquistá-lo.

16 de julho de 2008

“Precisamos conversar”

De maneira involuntária, o catarinense Rafael Ziggy esteve no centro da polêmica envolvendo alguns dos principais blogueiros do País e a Coca Cola. Taxados pelo respeitado site de publicidade Bluebus de "blogs de aluguel" por receber uma mini geladeira promocional com o novo hidrotônico da empresa americana, os blogueiros ficaram indignados com a acusação de que em troca do presente tinham elogiado o produto da Coca. Alguns xingaram, outros ficaram em silêncio e Ziggy aproveitou a oportunidade para uma reflexão sóbria e madura. Ele reconhece as virtudes e os defeitos daquilo que se convencionou chamar de blogosfera nacional, o universo que hoje já conta com 2 milhões de blogs e cerca de 400 mil em plena atividade. "Precisamos conversar mais com quem ainda não entendeu a importância dos blogs como fenômeno social", afirma o blogueiro, que edita o Sim, Viral desde 2001 e é analista de mídias sociais da Knowtec. Na entrevista a seguir, Ziggy explica o que achou de toda essa polêmica.

Qual a lição desse episódio?

A principal é que precisamos comunicar melhor o que somos, o que fazemos e como atuamos. Entendo que é um mundo muito novo para todos os personagens acostumados a um modelo de comunicação consolidado e nossa chegada quebra alguns paradigmas. Essas críticas são parte de uma visão um pouco limitada do papel dos blogueiros na sociedade atual. As pessoas querem cada vez mais contar suas histórias e se conectar a amigos e gente com o mesmo gosto ou paixão. Somos parte de um fenômeno social do século XXI e que não tem mais volta. Não adianta criticar os blogs. Eles existem, têm audiência, relevância, bom conteúdo e alcance. São qualidades que não podem ser ignoradas. Foi isso que a Coca Cola enxergou ao fazer a seleção dos blogueiros que receberiam o brinde. Afinal mais que dar uma informação, os blogs propõem uma conversa. E cada vez tem mais gente querendo participar. Essa é a nossa essência. Queremos construir um espaço de diálogo. Não de enfrentamento.

Qual a origem das críticas?

Há uma ferida aberta na blogosfera chamada "posts patrocinados" (Nota da Redação: algumas empresas contratam blogueiros para comentar sobre determinado produto ou marca. Alguns identificam os conteúdos como promocionais, mas outros não fazem distinção entre os posts de conteúdo e os patrocinados.) É um problema que precisamos enfrentar de maneira clara e transparente. Dessa forma podemos evitar situações com esta em torno da Coca-Cola. É preciso discutir melhor essa relação entre blogs e marcas, sem impor regras afinal cada blog tem seus objetivos, seu conteúdo, sua maneira de se comportar dentro da blogosfera.

E qual o caminho mais adequado nessa relação blogs e empresas? Não há uma solução pronta. A resposta vai aparecer no melhor estilo redes sociais de ser: em conjunto, conversando e envolvendo todos os interessados. Entre erros e acertos, os blogs estão criando a sua maneira de lidar com esse assédio.

14 de julho de 2008

A Preparacao Profissional e as Interfaces que Ensinam

Creio que o Ensino à Distância é um belo exemplo de como podemos usar na preparação Profissional a Gestão de Interfaces. O trabalho que realizamos no Teleporto de Educação do Brasil, uma rede de preparação profissional pelo sistema interativo de ensino a Distancia nos traz neste momento excelentes licoes.

Os Desafios do Como Fazemos as Coisas Melhores no nosso Teleporto de Educação (TPE) do Brasil por meio das nossas Interfaces de Contato com os nossos alunos, com os Teleportos Associados (TPA) e com as Instituicoes Geradoras de Conteudo (IGC) da nossa Rede de Preparacao Profissional : Escola de Tecnica do Brasil ( ETEBRAS) ; Núcleo de Concursos Especial (NUCE ) ; SESC ; SEBRAE.

1.Temos Credo de Valores, Visao e Missao, um belo Modelo de Ensino Presencial Conectado , o nosso EPC7, o nosso Ambiente Interativo de Estudo (AIE) via o Moodle .

O desafio eh como vamos fazer estas estrategias funcionarem ou seja como aspiramos fazer estas interfaces funcionarem bem, mediadas por pessoas.O sejam como Nos Vamos fazer estas Interfaces Funcionarem melhor para os nossos alunos aprendem de forma mais pratica e eficiente e se tornarem profissionais completos.

A essencia do nosso EPC7 ( Ensino Presencial Conectado) sao as nossas Interfaces Mediadas por Pessoas.

O
Primeiro Desafio: Identificar claramente o que nos humanos fazemos melhor do que as maquinas e os computadores, e que as maquinas fazem melhor do que nos e como elas nos ajudam a fazer melhor a atividades do nosso TPE na gestao admistrativa , no ensino , na aprendizagem e na preparacao profissional..

Aqui estao as tres princiapis interfaces: 100% Humanas ( aulas presenciais via Satelite) , , Hibridas ( Interfaces Mediadas por Pessoas, aulas presenciais conectadas) e 100% maquinas ou redes computadores ; Ambiente Interativo de Estudo via o Sistema do Moodle .

O Segundo Desafio : Criar valor para os nossos alunos aprenderem melhor , a medida que fazemos com que as nossas interfaces - sites, LMS, Redes Sociais , estudios , TV , satelite , funcionem e sejam utlizadas da melhor maneira por eles.

Portanto o nosso Desafio maior esta no Como Fazemos. Sugiro a todos a refletir no Como o nosso TPE contribui para que os nossos alunos tenham a melhor preparacao profissional.O que os nossos alunos mais valorizam no nosso Sistema de Ensino ? As aulas via Satelite ? A Conectividade e Interacao on line ? O Sistema de Apoio a Aprendizagem ? As Apostilas Impressas ? A nossa prontidao ? O numero de horas aulas?

Creio que precisamos mapear os canais efetivamente percorridos pelos alunos quando eles estudam e se preparam para os exames ou provas de habilidades e a partir dai criar valor com nossas interfaces disponiveis.

O Terceiro Desafio : Tornar cada vez mais amigaveis as nossas interfaces , ampliando os vinculos emocionais ( gosto, vibro, adoro, visto a camisa, nos somos, crio comunidades, converso com os amigos) , com o nosso TPE. .

2 . O nosso Contexto e Desafio Maior

O EPC 7 na realidade sao interfaces que ajudam o aluno a aprender e estudar melhor. Interfaces sao software, equipamentos ou devices que ligam os mundos das pessoas. As interfaces sao conectores que ligam dois mundos- o presencial direto e os nao presencias face a face sem interfaces. As nossas aulas via satelite sao interfaciadas por um conjunto de equipamentos que estao nos estudios , que estao no TPA ( telao, computadores). O nosso LMS eh uma interface de aprendizagem. O ERP eh uma interface de Gestao. O Uplink da Rede Estacao eh uma interface. As Redes Sociais na Internet sao interfaces. o MSN eh uma interface de Comunicacao instantanea.

Em resumo como usar a interface certa para cada momento do sistema de Ensino e Aprendizagem e como alocar o tempo em cada atividade com essas interfaces..

O segredo do nosso sucesso esta em como fazemos estas interfaces funcionarem. O Como aqui eh tao mais importante do que o que.
O nosso belo diferencial esta ComoFazemos estas Interfaces funcionarem de modo a promover o ensino e a aprendizagem do aluno visando a sua preparação profissional pelo nos Sistema Interativo de Ensino a Distancia do Teleporto de Educação

Um belo e Fascinante Desafio de Contextualizar estes Conceitos no nosso TPE

Ai pessoal esta um novo e fascinante desafio para as nossas equipes de EPC, reinventar como vamos ensinar melhor com a Interfaces. Acho que estamos com um trabalho inovador e criativo. Temos os encaixes das nossas interfaces: TV via Satelite, LMS, Redes Sociais. O nosso diferencial esta em Como estamos fazendo isto funcionar .No ensino tecnico , na Preparacao para Concursos , nas Certificacoes , e nos cursos de Treinamento e Habilidades Profissionais.O nosso Diario de Bordo deve registrar as nossas atitudes de Como estamos Navegando neste desafiante mundo das Interfaces.

PS: Peco desculpas mais uma vez pela grafia, mas o computador que uso aqui no Rio de Janeiro, nao esta com o teclado padronizado em portugues.

A Fonte de Inspiracao :

Recomendo conhecer mais sobre o Jeffry Reyport- clique aqui e sabia mais sobre as Ideias deste Expert.

12 de julho de 2008

As Interfaces Conversam com Pessoas

O Marketing de Interfaces permite a construcao de novas relacoes com os usuarios, clientes e prospects e deste como criar novos conceitos e modelos de negocios. A chave esta em entender sempre o que o homem faz melhor do as maquinas e o que as maquinas fazem melhor do que o homem. Nesta conversa interativa entre homem e maquina, chamou-se a atencao dos conceitos do Frederick Van Amstel , no seu site usuabilidoido , senao vejamos :

*Antecipação : O usuário não quer ficar horas em um site para encontrar algo que para ele deveria estar fácil, esse é uma grande dificuldade para quem trabalha na área: se o usuário não encontra o que ele quer no seu site, ele procura outro site. Então é bom encontrar o equilíbrio, não deixar tudo logo de cara, pois pode deixar o site confuso bagunçado e aí sim espantar visitantes, nem deixar conteúdo nenhum a vista (a não ser que o objetivo seu seja quebrar paradigmas, algo interessante, mas que exige cuidado), o usuário se perde completamente.

*Cores : É muito interessante o fator cultural das cores, elas ajudam muito a destacar algumas informações, esconder outras, dar um novo sentido ao contexto, e ,acredito eu, que elas podem influenciar, podem causar sensações (boas ou ruins, depende de quem usa…). Inclusive existem testes de personalidade utilizando cores, que podem ajudar a definir e agradar ao público do site.

*Foco no usuário :Olhe para o usuário, esqueça do computador. As melhores idéias vêm quando você menos espera. Esqueça do computador um pouco, saia ande na rua, leia um livro, deixe sua cabeça trabalhar. O computador toma muita atenção nossa, são muitos recursos que não nos deixam pensar e focar no que queremos.

*Metáforas : Use muitas metáforas, elas ajudam muito na compreensão da idéia. Elas criam figuras na cabeça de cada pessoa, tiram a idéia abstrata e a transformam em algo muito mais concreto. Comparações próximas das pessoas são muito mais fáceis de entender do que teorias.

Acho que esses são os principais conceitos, e o foco aqui é mostrar definição de design de interação, com ênfase total no usuário (esqueça o computador), facilitando ao máximo sua experiência de navegação (a usabilidade aqui não é o foco, e sim um meio de chegar ao objetivo, o design de interação).

Vamos Nessa. Espero acelerar os conceitos internos com a nossa equipe. Pois o nosso modelo de negocios funda-se na Gestao e Comunicacao das nossas Interfaces Digitais.

Conversas atraves de Interfaces

Quando estive no Forum Mundial de Marketing e Vendas em SP , conversei e assisti uma Palestara com Papa da Gestao de Interfaces com os Clientes chama-se Jeffry Rayport da Universidade de Harvard Business School , o foco do trabalho dele eh reinventar as maneiras como as empresas interagem com clientes atraves de Interfaces. Surge agora o novo caminho o Marketing de Interfaces ou melhor o marketing de Pontos de Contatos.

Este Encontro foi a fonte de inspiracao que permitiu a Contextualizacao de Post no nosso Acheme7 desta Semana. Agradeco a oportunidade de ter aprendido e chance de poder semear estas ideias aqui no nosso Blog.

Recomendo conhecer mais sobre o Jeffry Reyport- faca um query no Google com o nome deste expert. Um show.

As 4 forcas motrizes que movem os mercados de Interfaces com os clientes sao as seguintes:

a) Crescimento da Conectividade. Ampliacao do acesso via banda larga e crescimento das Redes Sociais. Orkut ( 70% sao brasileiros) ; My Space ( + 100 milhoes de usuarios); You tube ( + de 100 milhoes videos vistos por dia e 900 mil videos postados por dia).

b) Proliferacao de Interfaces e aparelhos que promovem Contatos. 400 milhoes de Camaras Digitais em uso com 40% em celulares, Celulares, laptops, MP3 player, GPS nos carros, ipods, camaras de seguranca em lojas , edificos e nas Cidades, caixas eletronicos nos bancos, kioskes de check in RFS nas lojas.

c) Aumento da Interatividade e Inteligencia nas Interfaces. Playstation, Wiik, Blackbarry e Palms, robos de Limpeza.

d) As Interfaces e Equipamentos que ampliam Natureza cada vez Emocional das Pessoas e de seus Estilos de Vida. Os varios tipos de MP3, ipods e celulares com Uso e Design cada vez mais amigaveis e bonitos.Com expressoes emocionais ampliadas pelo Design.

A Essencia das nossas Interfaces sao Mediadas por Pessoas.

O Primeiro Desafio: Identificar claramente o que nos humanos fazemos melhor do que as maquinas e os computadores, e que as maquinas fazem melhor do que nos e como elas nos ajudam a fazer melhor as atividades na gestao admistrativa ,pre compra, compra e pos compra . Aqui estao as tres princiapis interfaces: 100% Humanas ( compras na Lojas) , , Hibridas ( Interfaces Mediadas por Pessoas, Call center, Chat) e 100% Computadores( Sites e Search nos Sites e no Google)

O Segundo Desafio : Criar valor para os nossos clientes r , a medida que fazemos com que as nossas interfaces - sites, call center, funcionem e sejam utlizadas da melhor maneira por eles. Portanto o nosso Desafio maior esta no Como Fazemos.
Lembro tambem um experiencia muito simples que ocorre na nossa Vida, o como somos recebidos na Casa dos Amigos, como somos servidos nos bares ou Restaurantes ou como somos atendidos ao telefone. ao fim e ao cabo o Como Fazemos nos diferenciara das demais empresas ..

O Terceiro Desafio : Tornar cada vez mais amigaveis as nossas interfaces , ampliando os vinculos emocionais ( gosto, vibro, adoro, visto a camisa, nos somos, crio comunidades, converso com os amigos) ,. .

11 de julho de 2008

É bom, mas...

Em certas circunstâncias, a opinião de um especialista pode ser mais útil em relação aos conselhos dos assessores mais próximos. A candidata do PT à prefeitura de São Paulo na eleição de outubro, Marta Suplicy, pode ter aberto mão dessa premissa na hora de construir o seu site, portal ou comitê virtual de campanha. O endereço pretende ser um canal de comunicação da candidata com os seus eleitores e também com os nativos digitais, aqueles que têm a internet em seu DNA. BITES foi atrás desse segundo grupo. São os responsáveis por aquilo que muitos classificam e outros criticam como a blogosfera nacional. As avaliações que chegaram até ao fechamento desta edição (19h10 desta sexta-feira) têm um ponto em comum. Os blogueiros elogiam a iniciativa da candidata, mas ressaltam como principal falha a ausência de uma estratégia mais sofisticada de interatividade do endereço. "Diante das diversas ferramentas que a internet, site não permite nenhuma interação", afirma Ale Rocha, editora do blog Poltrona na TV. "Sem diálogo e contribuição de terceiros parece um mero folder eletrônico. Um santinho metido a moderno, mais colorido e brilhante." Daquilo que pode ser qualificado como um instrumento real de comunicação, Marta Suplicy apresenta um blog que fica escondido para o visitante mais desavisado. Esse espaço permite o envio de comentários, que devem ser moderados pela equipe da petista, mas até o início da noite de hoje havia apenas um post dizendo que a partir dali os eleitores poderão acompanhar a candidata da perto. "O site parece bem standard em termos de portal para Brasil. Está bem legal, mas não chega aos pés dos sites de candidatos de 1º mundo como Obama e Mccain", explica Carlos Cardoso, dono de um dos blogs de maior audiência do País e conhecido entre seus pares pelas opiniões fortes e incisivas.

Para os blogueiros, diálogo é a palavra-chave desse negócio. Não só para eles. Há algumas semanas, o diretor do IBOPE Inteligência, Marcelo Coutinho, entrevistado pela Reuters, disse que na internet não havia espaço para o discurso dos políticos, e sim conversa com o eleitor. É isso que falta ao site de Marta na opinião dos blogueiros. "A Internet não é um "monólogo", diz Elisandra Amâncio, do blog Verdadeiro Jornalismo. Essa é uma visão compartilhada por quem respira a rede 24 horas por dia. Dois personagens relevantes desse mundo dos blogs, a jornalista Lucia Freitas (Ladybug) e o administrador de empresas Wagner Fontoura (Boombust), têm opiniões bem próximas em relação ao blog da candidata do PT. "Há falhas no projeto, mas devemos reconhecer o mérito da iniciativa e que os sites .can.br (endereços dos candidatos) serão muito importantes nesta campanha", afirma Lúcia, do Ladybug. "Também vejo qualidades na proposta virtual da ex-prefeita de São Paulo, mas seria interessante utilizar as mídias sociais em debates, conversações e ações de promoção dos candidatos e de resultados práticos para o eleitor", afirma Fontoura, que também é diretor da agência de marketing interativo Riot.

9 de julho de 2008

336 posts depois

Há 336 posts, eu e Aloisio Sotero resolvemos compartilhar com vocês uma série de discussões, dúvidas e idéias que tínhamos sobre a fragmentação da mídia. Assim nasceu o Achme7, o blog que hoje ganha um ano depois o seu 337º post. Nosso desafio inicial era mostrar a possibilidade de criar um conteúdo relevante e de qualidade sobre o fenômeno da nanomídia. Quando começamos a escrever existiam no Google 200 citações, todas em inglês, sobre nanomídia. Hoje são 3.770 e o Acheme7 continua aparecendo na primeira página do buscador quando alguém procura pelo termo. Ficamos felizes quando empresas de grande porte começam a assumir essa expressão no seu dia-a-dia. O IBOPE, por exemplo, reconheceu a força da nanomídia ao lançar um serviço para monitorar o que falam das marcas nas redes sociais. O diretor da agência Click, Abel Reis, deu entrevista comentando esse produto e utilizou com propriedade a expressão.Não inventamos a roda. Apenas seguimos a lógica de indexação do Google e, de alguma forma, criamos novas categorias de assuntos e palavras. Foi assim com nanomídia, netnografia, marketing de fragmentação e negócios movidos a Bites. Agora, estamos acrescentando mais duas ao nosso vocabulário: jornalismo de indexação e marketing de interface. Nesses 12 meses, o nosso trabalho diário de publicar posts exclusivos ou de alta relevância. Também desenvolvemos algumas iniciativas interessantes, como o Café com Blog que passou a ser referência nas discussões entre as empresas e esses personagens das mídias sociais. Também ajudamos algumas companhias a entender melhor esse novo mundo e como deve ser construída uma relação de longo prazo com os usuários desse universo. Lá atrás, quando escolheu o nome Acheme7 para este blog queríamos ressaltar que na Googlelândia as pessoas querem ser encontardas e serão desde que as marcas saibam como realizar essa tarefa.