Em certas circunstâncias, a opinião de um especialista pode ser mais útil em relação aos conselhos dos assessores mais próximos. A candidata do PT à prefeitura de São Paulo na eleição de outubro, Marta Suplicy, pode ter aberto mão dessa premissa na hora de construir o seu site, portal ou comitê virtual de campanha. O endereço pretende ser um canal de comunicação da candidata com os seus eleitores e também com os nativos digitais, aqueles que têm a internet em seu DNA. BITES foi atrás desse segundo grupo. São os responsáveis por aquilo que muitos classificam e outros criticam como a blogosfera nacional. As avaliações que chegaram até ao fechamento desta edição (19h10 desta sexta-feira) têm um ponto em comum. Os blogueiros elogiam a iniciativa da candidata, mas ressaltam como principal falha a ausência de uma estratégia mais sofisticada de interatividade do endereço. "Diante das diversas ferramentas que a internet, site não permite nenhuma interação", afirma Ale Rocha, editora do blog Poltrona na TV. "Sem diálogo e contribuição de terceiros parece um mero folder eletrônico. Um santinho metido a moderno, mais colorido e brilhante." Daquilo que pode ser qualificado como um instrumento real de comunicação, Marta Suplicy apresenta um blog que fica escondido para o visitante mais desavisado. Esse espaço permite o envio de comentários, que devem ser moderados pela equipe da petista, mas até o início da noite de hoje havia apenas um post dizendo que a partir dali os eleitores poderão acompanhar a candidata da perto. "O site parece bem standard em termos de portal para Brasil. Está bem legal, mas não chega aos pés dos sites de candidatos de 1º mundo como Obama e Mccain", explica Carlos Cardoso, dono de um dos blogs de maior audiência do País e conhecido entre seus pares pelas opiniões fortes e incisivas. Para os blogueiros, diálogo é a palavra-chave desse negócio. Não só para eles. Há algumas semanas, o diretor do IBOPE Inteligência, Marcelo Coutinho, entrevistado pela Reuters, disse que na internet não havia espaço para o discurso dos políticos, e sim conversa com o eleitor. É isso que falta ao site de Marta na opinião dos blogueiros. "A Internet não é um "monólogo", diz Elisandra Amâncio, do blog Verdadeiro Jornalismo. Essa é uma visão compartilhada por quem respira a rede 24 horas por dia. Dois personagens relevantes desse mundo dos blogs, a jornalista Lucia Freitas (Ladybug) e o administrador de empresas Wagner Fontoura (Boombust), têm opiniões bem próximas em relação ao blog da candidata do PT. "Há falhas no projeto, mas devemos reconhecer o mérito da iniciativa e que os sites .can.br (endereços dos candidatos) serão muito importantes nesta campanha", afirma Lúcia, do Ladybug. "Também vejo qualidades na proposta virtual da ex-prefeita de São Paulo, mas seria interessante utilizar as mídias sociais em debates, conversações e ações de promoção dos candidatos e de resultados práticos para o eleitor", afirma Fontoura, que também é diretor da agência de marketing interativo Riot.
11 de julho de 2008
É bom, mas...
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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9 de julho de 2008
336 posts depois
Há 336 posts, eu e Aloisio Sotero resolvemos compartilhar com vocês uma série de discussões, dúvidas e idéias que tínhamos sobre a fragmentação da mídia. Assim nasceu o Achme7, o blog que hoje ganha um ano depois o seu 337º post. Nosso desafio inicial era mostrar a possibilidade de criar um conteúdo relevante e de qualidade sobre o fenômeno da nanomídia. Quando começamos a escrever existiam no Google 200 citações, todas em inglês, sobre nanomídia. Hoje são 3.770 e o Acheme7 continua aparecendo na primeira página do buscador quando alguém procura pelo termo. Ficamos felizes quando empresas de grande porte começam a assumir essa expressão no seu dia-a-dia. O IBOPE, por exemplo, reconheceu a força da nanomídia ao lançar um serviço para monitorar o que falam das marcas nas redes sociais. O diretor da agência Click, Abel Reis, deu entrevista comentando esse produto e utilizou com propriedade a expressão.Não inventamos a roda. Apenas seguimos a lógica de indexação do Google e, de alguma forma, criamos novas categorias de assuntos e palavras. Foi assim com nanomídia, netnografia, marketing de fragmentação e negócios movidos a Bites. Agora, estamos acrescentando mais duas ao nosso vocabulário: jornalismo de indexação e marketing de interface. Nesses 12 meses, o nosso trabalho diário de publicar posts exclusivos ou de alta relevância. Também desenvolvemos algumas iniciativas interessantes, como o Café com Blog que passou a ser referência nas discussões entre as empresas e esses personagens das mídias sociais. Também ajudamos algumas companhias a entender melhor esse novo mundo e como deve ser construída uma relação de longo prazo com os usuários desse universo. Lá atrás, quando escolheu o nome Acheme7 para este blog queríamos ressaltar que na Googlelândia as pessoas querem ser encontardas e serão desde que as marcas saibam como realizar essa tarefa.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia, Netnografia
17 de junho de 2008
Eleições 2.0
Numa entrevista na semana passada para a agência de notícias Reuters, o diretor do Ibope Inteligência e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Marcelo Coutinho, apresentou a receita sobre como os políticos devem se relacionar com os eleitores do século 21. "O discurso é passado. É preciso dialogar e essa conversa acontece com mais eficácia dentro das redes sociais na internet", afirmou. Em função da sua posição profissional e da curiosidade acadêmica, Coutinho acompanha há um bom tempo o impacto da política pela internet. "Vamos assistir na eleição desse ano uma prévia do que ocorrerá em 2010 quando os políticos utilizarem intensivamente as ferramentas disponíveis na rede." Diante desse fato há várias oportunidades em aberto para quem se interessa pelo tema. Uma delas é mostrar para candidatos e atuais ocupantes de mandatos eletivos como eles podem ter na rede um instrumento eficaz de comunicação com os seus eleitores. Essa é a estratégia do diretor da E-Research, Alan Dubner, companhia especializada em pesquisas on-line. No dia 03 de julho, em Itu, no interior de São Paulo, ele organiza um seminário para 100 convidados da região. São potenciais candidatos a vereador e prefeito interessados em entender essa dinâmica. "Para alguns será a primeira vez que iremos falar sobre blogs, Orkut, Facebook e Youtube", afirma Dubner, dono de uma sólida carreira na área de consultoria para cidades digitais. O evento "Eleições 2.0 – Como a internet mudou a política" terá ainda a participação de blogueiros convidados. "Queremos promover um intercâmbio entre visões distintas do mesmo mundo", diz o consultor. Os participantes ganharão uma visão sobre como podem utilizar as redes sociais já na campanha deste ano e ainda os princípios básicos das tecnologias existentes na rede. Um dos temas da agenda é a eleição presidencial dos Estados Unidos. O consultor de marketing Cadu Lemos irá apresentar um estudo de caso sobre como o atual candidato democrata, Barack Obama, utilizou as novas mídias para amplificar o seu discurso junto aos eleitores, principalmente entre os mais jovens. "O que aconteceu com Obama vai se repetir de alguma forma na nossa eleição em 2010", afirma Lemos. O fenômeno Obama, realmente, impressiona pela forma inteligente que o senador por Chicago utilizou a rede para reduzir o favoritismo da sua adversária Hillary Clinton. Só no Facebook, Obama atingiu a impressionante marca de 1 milhão de apoiadores. No Youtube, os vídeos dos candidatos foram vistos cerca de 51 milhões de vezes. E as notícias positivas continuam nessa direção. Nesta terça-feira, o principal vídeo da campanha de senador democrata , Yes, We Can, ganhou o Emmy, o Oscar da música como melhor produção em sua categoria.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao
Boas respostas
O empresário Manoel Lemos precisou de dois anos para construir uma das principais marcas da segunda geração da internet brasileira: o BlogBlogs. Lá estão indexados mais de 2 milhões de blogs em português e também a lista de quem tem as maiores audiências nesse universo. O BlogBlogs está para a rede no País como o Technorati está para a internet mundial. Não à toa, o serviço criado por Lemos, engenheiro de computação formado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e ex-diretor de tecnologia da multinacional Hypercom, é a principal referência dos blogueiros nacionais. O empresário, nascido em Minas Gerais, é admirado pela atual safra de empreendedores locais da chamada web 2.0. Lemos funciona, às vezes, em função da sua experiência executiva como um balizador de tendências e novas oportunidades de negócios. Agora, ele prepara o seu segundo movimento em torno das redes sociais de relacionamento com o lançamento no próximo mês do Brasigo, hoje em fase de testes para um grupo de convidados. O modelo de negócios é simples e objetivo. Uma comunidade de usuários espalhada por várias cidades do País ou até mesmo bairros de grandes cidades se ajudará através de respostas. "Qual o melhor para comprar o melhor croissant de São Paulo?", pode ser uma das perguntas. "Na Casa Santa Luzia, nos Jardins", alguém responderá. E dessa forma, o Brasigo ganhará fôlego e musculatura. "Teremos respostas objetivas para perguntas da vida prática", afirma Lemos. "Mas, também quem desejar colocar questões genéricas não haverá filtros. O grande mérito do Brasigo é ter brasileiros, em qualquer lugar do mundo, respondendo a brasileiros." O Brasigo guarda semelhanças com o Yahoo! Respostas, um dos serviços de maior sucesso da empresa de internet americana, mas em relação a este último tem personalidade própria. É mais fácil entender a nova empresa de Lemos como uma grande plataforma interconectada de conteúdo gerado pelos usuários. O Brasigo nem de longe deseja enfrentar o poderio do serviço do Yahoo!. A estratégia de Manoel Lemos é diferente. "Perguntas e respostas são apenas parte do negócio", diz o criador do BlogBlogs, que terá uma conexão muito forte com o BlogBlogs e as pessoas que hoje geram informação relevante no País. Nesse ponto, Lemos guarda a chave do cofre. Ainda não chegou a hora de abrir o mapa da mina.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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13 de junho de 2008
Blogs no Terra
O grupo de 18 empreendedores de mídia social e blogueiros que esteve, nesta terça-feira, no Terra Brasil fez algumas descobertas durante a visita. Uma das principais envolve a dificuldade de todos em convencer anunciantes a apostar nessa nova forma de mídia. A outra envolve a necessidade da construção de um discurso comum em torno das boas práticas desse mercado que cada dia se reinventa e surpreende quem vive dentro dele. Acompanhado do diretor do Terra Magazine para a América Latina, Bob Fernandes, o presidente do Terra Brasil, Paulo Castro, passou duas horas numa conversa descontraída e bem focada com os convidados da série encontros "Conversas com presidentes", organizado pela revista BITES. "Nosso maior desafio hoje é convencer o mercado publicitário que somos uma mídia eficaz e que traz resultados efetivos para os anunciantes", afirmou Guilherme Valadares, gerente da agência interativa Cubo e editor do blog Papodehomem. "É preciso entender que mesmo com uma internet que já tem mais de dez anos no País, tudo ainda é muito novo para todos", afirmou Castro. Na primeira parte da conversa, ele fez uma apresentação sobre o tamanho da internet brasileira e mostrou, por exemplo, como a rede mudou o seu perfil nos últimos tempos. Antes a premissa era de que esse universo era controlado pela classe A e a sua expansão era limitada. "Esse retrato está ficando cada dia mais diferente", afirmou o executivo. "No ano passado já foram vendidos no Brasil mais computadores que televisores. E foram os integrantes das classes C e D que levaram a maioria desses equipamentos para suas casas." A terceira edição do encontro da BITES – os dois primeiros ocorreram no Yahoo! Brasil e iG – reuniu os mais relevantes personagens da mídia social brasileira. No encontro com o grupo, Castro falou um pouco da estratégia da empresa para essa nova mídia. Ele citou algumas experiências que estão sendo desenvolvidas na área de conteúdo colaborativo, como o canal vc repórter no qual qualquer pessoa pode ter sua notícia publicada pelo Terra. Nesse ponto, ele revelou que o Terra irá enviar um "repórter cidadão" para fazer a cobertura das Olimpíadas desse ano na China. O executivo ressaltou que os blogs estão no foco da companhia e fazem parte da estratégia maior de entender o fenômeno do conteúdo gerado pelo consumidor. Na área de blogs do Terra Brasil onde qualquer usuário ou cliente pode montar seu próprio diário on-line há 163 mil registrados. Esse número cresce a cada dia.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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4 de junho de 2008
Governo 2.0
O objetivo do Conip, que começou nesta quarta-feira, dia 03, em São Paulo, é levar os princípios da inovação tecnológica para o setor público. A audiência do evento é formada por profissionais que trabalham nos departamentos ou gerências de tecnologia dos Três Poderes. E a agenda desse ano foi tomada pelo tema que já faz parte do cotidiano do mundo corporativo: a web 2.0. Nunca antes neste País organismos públicos buscaram formas mais eficientes de comunicação com os cidadãos. Há um movimento legítimo de algumas prefeituras, governos estaduais e estatais de conversar com os seus consumidores por meio das redes digitais de relacionamento. O Conip também inovou ao convidar blogs ligados ao tema de governo eletrônico para a cobertura de todas as palestras. Essa preocupação de entender melhor o fenômeno da Web 2.0 esteve disseminada em todas as conversas e nos corredores do evento. A presença do diretor da BlogContent e um dos principias nomes desse universo, o paulista Edney de Souza, como palestrante ressaltou a importância estratégica do tema para os participantes do evento. "A administração pública também pode trabalhar com as redes sociais. Governo e web não são excludentes", afirmou Edney na palestra. Nesse tema, ele esteve acompanhado de Alan Dubner, diretor da Cybermind, empresa que está se especializando na montagem de redes sociais para pequenas e médias cidades, e Beatriz Lanza, do governo do Paraná. "Precisamos subir nas caravelas que estão no porto para essa viagem que mudará a forma como governo se relaciona com os cidadãos", afirmou Dubner após contar a sua experiência na construção do portal colaborativo da cidade de Itu, no interior de São Paulo. O caso apresentado por Beatriz Lanza é revelador sobre o efeito da lógica da web 2.0 dentro da máquina pública. Com a ajuda apenas do serviço gratuito do Google, o Blogspot, ela montou sozinha um portal com cinco blogs de assuntos relacionados ao Teatro Guaíra, um dos mais importantes da região sul. Beatriz, que trabalha na companhia de informática do estado e está à disposição do teatro, conseguiu atrair público e audiência para os seus blogs. Como a mão-de-obra era escassa para a produção de conteúdo, ela reuniu histórias de ilustres personagens e funcionários antigos do teatro para alimentar os blogs. A servidora estadual também descobriu que poderia editar filmes para exibi-los nos blogs com a simples ajuda do software Movie Maker, que faz parte do Windows. A medida do sucesso da paranaense é quase invisível, mas um bom termômetro está no próprio Google na área onde é possível pesquisar citações em blogs nacionais. Nos últimos 30 dias, o Teatro Guaíra teve 145 comentários contra apenas 16 do Teatro Guaíba em Porto Alegre. É dessa forma que os participantes do Conip descobrem que utilizar as novas tecnologias é um bom negócio para a administração pública.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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14 de maio de 2008
A vaga na Apple
O iPhone sempre freqüentou a lista de desejos dos consumidores brasileiros. A Apple nunca se comoveu com essa demanda e o País sempre se manteve distante da lista de prioridades da empresa de Steve Jobs. O quadro começou a mudar há algumas semanas com o anúncio da Claro que venderá o iPhone no País. Foi o final de uma batalha iniciada no ano passado logo após o lançamento do aparelho nos Estados Unidos. Parece que aos poucos, a Apple está levando o Brasil mais a sério. A companhia abriu mais uma vaga no escritório brasileiro e procura um engenheiro para ajudar na implantação do iPhone no Brasil. Aos interessados em disputar a vaga é possível fazer uma consulta dos requisitos exigidos no site da empresa americana. Lá é possível saber, por exemplo, que a Apple quer um profissional para morar em São Paulo, formado em engenheira elétrica ou de sistemas de informação e com cinco anos de experiência na área onde irá atuar. A principal função do novo funcionário será apoiar as operadoras de telefonia na adoção do iPhone no Brasil. Ainda poderá ser exigido do empregado o envolvimento em projetos de desenvolvimento de novos serviços baseados na tecnologia da Apple. A empresa também solicita do candidato um amplo conhecimento na tecnologia GSM que hoje está se transformando em padrão no mercado brasileiro de telefonia celular. Segundo dados da consultoria Teleco os usuários GSM já representam 81,7% do mercado e o iPhone chegará no momento do desembarque da tecnologia 3G que vai trazer mais serviços de valor agregado para os clientes das operadoras. Apple nunca teve uma política comercial muito clara em relação ao País. A contratação de um engenheiro para certificar o iPhone junto às operadoras, obviamente, não representa uma mudança de comportamento da empresa, mas já significa que a Apple considera o mercado local importante para sua estratégia mundial de negócios. Algo realmente mudou na relação entre a Apple e o Brasil. Em setembro do ano passado numa reportagem da Globo.com a empresa não demonstrava a menor preocupação em trazer o iPhone para o País. Mas, agora com a chegada do seu novo funcionário a tendência é melhorar essa situação.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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00:32
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8 de maio de 2008
O futuro dos sites de busca
Ontem eu li uma entrevista na Época, na parte de Ciência e Tecnologia com Marissa Mayer, a mulher que ocupa a quarta posição na hierarquia do Google fala do futuro dos sites de busca.
Nos próximos cinco a dez anos, quatro áreas irão guiar as mudanças no mecanismo de busca. A primeira delas consiste em onde e como se pode realizar buscas.
Hoje, a imensa maioria das pessoas faz isso no PC, digitando palavras-chave dentro de uma caixa. No futuro, iremos falar com o mecanismo de busca através do telefone e poderemos fazer perguntas ao invés de usar palavras-chave. Será possível fazer buscas de dentro do seu carro, por exemplo.
A segunda área que fará a diferença no serviço de busca são os diferentes tipos de mídia, que serão integrados ao serviço. Vídeo, imagens, notícias, livros, blogs, áudio.
O desafio é incorporar todas estas formas de conteúdo em uma página da web sem que pareça uma enciclopédia. O terceiro item se chama personalização. A busca será cada vez melhor do que é hoje. Mas não basta fornecer melhores resultados.
É preciso conhecer as necessidades específicas de cada usuário. Para atingir esse objetivo, precisaremos entender quais são as suas preferências ou o local onde eles se encontram - tudo para poder melhorar a qualidade das respostas. O quarto componente é a busca social. Não confunda com personalização.
O desafio da busca social é descobrir como fazer um levantamento das preferências e do conhecimento das pessoas com quem o usuário se relaciona, ou de outros usuários parecidos com ele.
Bem, eu espero aproveitar todos esses privilégios de busca o mais cedo possível!
Até
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Manuela Corrêa
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7 de maio de 2008
Ning: Uma nova rede social
Gente, agora eu faço parte de uma nova rede social chamada Ning, estou ainda testando essa rede social, por enquanto estou adorando e aproveitando para compartilhar e conversar sobre Marketing Direto e a minha rotina profissional na minha área que é DBM(Data Base Marketing) da Dufry do Brasil.
O Ning dá o direito a ter URL própria, controle detalhado dos membros, além de opções para o envio de fotos e vídeos. Dá para escolher recursos na ferramenta de criação da rede, como blogs e fóruns e usar o RSS para divulgar as novidades.
O Ning cresceu muito desde o lançamento, possui boas funções e se compara às grandes redes de relacionamento e conta com mais de 30 mil redes sociais dentro dos quais podemos encontrar, professores, artistas, algumas empresas e lojas conhecidas.
Gente, depois eu volto pra falar mais um pouco sobre essa nova rede
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Manuela Corrêa
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15:54
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Marketing de Recomendação
6 de maio de 2008
Comércio Eletrônico terá um aumento
Segundo estimativa divulgada nesta segunda-feira (5) pela e-bit, empresa especializada em comércio eletrônico o faturamento do comércio eletrônico neste Dia das Mães deve ser 55% maior que o obtido em 2007.
De acordo com a e-bit, a previsão é de que os adeptos ao comércio virtual gastem em suas compras pela internet uma média de R$ 315,00, contra R$ 304 do ano passado.
Livros, revistas e jornais devem ser os líderes nas preferências dos filhos, com 18% das intenções de compras; itens de informática (12%) e eletrônicos (9%), aparecem em seguida; CDs, DVDs e vídeos são a melhor opção para 9% dos consultados; telefonia celular (7%) e eletrodomésticos (5%) também devem aparecer entre os presentes das mães.
A variedade dos produtos, a facilidade comparar preços em diversas lojas em um período pequeno de tempo, a possibilidade de parcelar sem juros e condições de pagamento facilitadas e o aumento do número de internautas foram os grandes impulsionadores para que o volume de pedidos contabilizado na rede chegasse a esse resultado.
Bem, vamos as compras!
Até breve
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Manuela Corrêa
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09:52
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