A comunidade brasileira de nanomídia ganhou um novo integrante. O blog nanomídia.wordpress.com foi lançado há alguns dias e vem se juntar a bandeira levantada nos últimos meses pelo Acheme7: a fragmentação da mídia e o crescimento do contéudo gerado pelo consumidor. O termo nanomídia faz parte do vocabulário da Acheme7 e já ganhou até um verbete na Wikipedia. Então, nossas felicitações ao novo blog. Bem-vindo ao nosso clube.
30 de janeiro de 2008
Bem-vindo ao nosso clube
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
em
17:20
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
29 de janeiro de 2008
O divórcio entre o consumidor e as marcas
O Youtube é o melhor local para encontrar vídeos relevantes sobre o fenômeno do conteúdo gerado pelo consumidor. Numa dessas pesquisas sobre nanomídia é possível encontrar uma pérola sobre o divórcio entre o consumidor e as marcas. Infelizmente, o vídeo está em inglês, mas é possível entender facilmente o conceito embutido nele. Não à toa grandes marcas do capitalismo mundial, como Coca-Cola, o catchup Heinz, Microsoft e IBM tentam entender o que está acontecendo no coração do novo consumidor.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
em
11:56
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
O conselho
A nanomídia nunca esteve tão forte. Um dos melhores rankings de empresas dos Estados Unidos é produzido pela revista americana de negócios Fortune que anualmente traz a lista das 500 maiores companhias do País. O trabalho é minucioso e bem elaborado. Há vários subprodutos dessa pesquisa e um deles se refere ao mundo dos blogs corporativos, o conteúdo gerado pelas grandes corporações. A Fortune foi pesquisar e descobriu no seu último levantamento em setembro do ano passado que 9,2% já tinham blogs abertos para o público. Eram 46 marcas, entre elas as mesmas que em dezembro passado resolveram entrar mais firme nesse novo mundo de relacionamento com os consumidores em todo o mundo. Quem ainda duvida do interesse das corporações em relação ao mundo dos blogs é obrigatório acessar o endereço www.blogcouncil.org. É lá que companhias como a Cisco, Coca-Cola, Dell, GM, Microsoft, Nokia e SAP resolveram se reunir para discutir as melhores práticas, conceitos e até modelos para um blog corporativo. São 12 associados que já realizaram uma primeira conferência, há uma semana, em Orlando, nos Estados Unidos, com a intenção de organizar o pensamento e definir estratégias para 2008. "É uma viagem em volta para as grandes empresas", afirma Aloisio Sotero, consultor associado de BITES e que nos últimos sete anos tem se especializado no desenvolvimento de blogs corporativos. "O movimento das corporações em direção à mídia social mostra que os blogs estão saindo da sua infância e entrando na juventude." O Blog Council é apenas o primeiro lance em escala global. "Nosso desafio é falar para a corporação de maneira mais flexível em relação à linguagem corporativa", afirma Andy Sernovitz, CEO do Blog Council. "Precisamos aprender as melhores práticas para fazer em real-time." Na sua proposta inicial, o Blog Council terá no seu quadro de associados apenas grandes marcas mundiais e alguns blogs não-corporativos convidados, lançou uma espécie de manifesto. São cinco pontos fundamentais:
► Como marcas globais podem gerenciar blogs em mais de uma língua?
► O que deve ser feito numa grande corporação quando uma significativa parcela dos empregados tem seus diários pessoais?
► Qual o papel de uma marca diante do fenômeno do conteúdo gerado pelo consumidor?
► Qual a postura correta para envolver e responder a blogueiros que falam sobre uma companhia?
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
em
11:51
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
28 de janeiro de 2008
Mobile Marketing
Redes sociais dominarão o crescente mercado de MUGC (Mobile User Generated Content, ou Conteúdo de Celular Gerado por Usuários)
Mundialmente as receitas referentes a redes sociais, serviços de encontro e disponibilização de conteúdo pessoal passarão de US$ 512 milhões para 5,7 bilhões até 2012, sendo 50% desta receita referente aos serviços de redes sociais móveis.
Especialistas acreditam que apesar das redes sociais serem ainda embrionárias neste mercado, o crescimento exponencial destas aplicações vem sido constatadas pelas operadoras de celular. Em muitos casos a adesão as redes vem de forma viral. O grande desafio das operadoras é gerar receitas a partir deste interesse.
Um ponto importante para valorizar e manter esse crescimento em médio prazo é a criação de pacotes para uso de internet rápida em celular. Com o crescimento do uso do MUGC, em mercados mais avançados, a tendência é que os usuários substituam o uso do PC pelo celular para o envio de seu conteúdo.
Outros pontos destacados são:
- O número de usuários de redes sociais móveis deve passar de 14 milhões em 2007 para 600 milhões em 2012;
- Serviço de encontros (Mobile Dating) e Chat são responsáveis por 57% das Receitas MUGC em 2007. Espera-se que esse percentual caia para 21% em 2012 com o crescimento do uso de outras aplicações;
- O volume de download de conteúdos pessoais como o SeeMeTV, que deve ter 200 milhões de downloads em 2007, deverá crescer para 9 bilhões em 2012;
- Empresas que não possuem acordos específicos/exclusivos com operadores devem utilizar serviços gratuitos, ou modelo de negócios baseado em publicidade para ganhar visibilidade e market-share;
- O custo de tráfego de dados continua sendo uma barreira para a adoção massiva do serviço.
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Manuela Corrêa
em
10:14
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Marketing de Recomendação
27 de janeiro de 2008
Orkut terá widgets em fevereiro
Como era de se esperar, o Orkut será integrado à ferramenta OpenSource já no mês que vem. A novidade foi anunciada pela divisão brasileira do Google. A integração está em fase de testes e, ao ser lançada oficialmente na rede social, permitirá que o Orkut esteja aberto para receber widgets desenvolvidos por terceiros.
Esta inovação fará a rede social do Google ficar em pé de igualdade com as rivais Facebook e MySpace, que já são abertas e oferecem aplicativos para seus usuários.
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Thiago Ferrari
em
23:06
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao
26 de janeiro de 2008
A lógica do mago
Os fãs definem o escritor brasileiro Paulo Coelho como um homem de grande espiritualidade. Os desafetos o consideram um excelente profissional do marketing. Sem tomar partido nessa disputa Coelho tem uma grande qualidade: ele sabe como ficar mais próximo a cada dia dos seus leitores. A sua última iniciativa envolve a nanomídia e o conteúdo gerado pelo consumidor. Não é um site, muito menos um blog, mas a forma como o autor resolveu atacar os piratas digitais de sua obra. Ao contrário dos líderes da indústria fonográfica mundial que enxergam na web o fim dos seus lucros, o que é verdade, o autor brasileiro transformou um problema numa fonte de oportunidades para chegar em mercados áridos e de complicado desembarque como a Rússia. Durante um evento esta semana, na Alemanha, Coelho contou uma história que impressionou a platéia. Ele disse que permite que todos os seus livros sejam copiados gratuitamente pela internet. Até um blog com este objetivo, que ironicamente se chama Pirate Coelho (clique aqui), foi criado para indicar em quais locais da web é possível encontrar as obras. E o resultado dessa estratégia pode ser traduzido em números. Coelho citou, por exemplo, a situação do livro O Alquimista na Rússia. Ele disse que quando a obra foi lançada no mercado local as vendas não ultrapassaram 1 mil unidades por ano. "Que para o mercado da Rússia é muito estranho." O problema era a ausência de uma rede de distribuição para o livro. Após dois anos de tentativas o seu agente russo ficou espantado com um número. As vendas chegaram 100 mil unidades. "Ele ficou surpreso porque não fizemos publicidade ou qualquer outra ação de divulgação", disse Coelho, que atribui a sua estratégia de liberar as cópias como o êxito na Rússia. Desde então, as receitas não param de crescer em território russo. Coelho utilizou esse modelo para dizer que ao contrário do que muitos ainda acreditam a internet pode ser um grande ambiente de propagação de idéias e de um novo modelo de direito autoral. "Já é hora de rever alguns desses conceitos", afirmou o escritor brasileiro.
Link: sevenload.com
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
em
15:38
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
25 de janeiro de 2008
Entreter para convencer
O comercial da marca de shampoos Sunsilk, estrelado por Madonna, Shakira e Marilyn Monroe é um belo exemplo de um comercial sem cara de propaganda e veiculado nas nanomídias You Tube e My Space. Sua página no My Space convida as consumidoras a contarem suas histórias e acaba por concentrar todos os fãs do comercial. Se tivesse "cara" de comercial comum, certamente não faria tanto sucesso e não seria viral. Este é o segredo das nanomídias: saber entreter para convencer e então passar o recado, divulgar a marca.
Afinal, quem não quer ver um mito como Ms. Monroe estrelando um comercial em plenos 2008?
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Karine Moura
em
21:06
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
24 de janeiro de 2008
Gerando receitas em sites de conteúdo gerado pelo consumidor
Recente pesquisa nos Estados Unidos revela que sites com conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube, são o principal meio de entretenimento e informação dos usuários de internet. Seu poder de viralização e audiência massiva têm um potencial de publicidade enorme - no entanto, os modelos de monetização ainda não se consolidaram totalmente.
O YouTube é um dos maiores exemplos de sites cuja mola mestra é o conteúdo gerado pelo usuário. Esta tendência tem sido seguida não apenas pelas redes sociais mais conhecidas, como o próprio YouTube, o My Space ou o Orkut, mas também os veículos ditos "tradicionais" , que apostam no conteúdo gerado pelo usuário como forma de agilizar coberturas e "dar voz" ao internauta.
Os desafios maiores estão no mercado de vídeo, que teoricamente seria o de mais potencial de geração de receita. Segundo a empresa de análises de mercado Screen Digest, em 2010 serão disseminados pela rede nada menos do que 44 bilhões de streamings de vídeo nos Estados Unidos, o que corresponde a 55% de todo o consumo de conteúdo de vídeo no mercado americano. Porém, isto corresponderá a apenas 15% do total de receitas publicitárias obtidas pelos veículos.
Além disso, o formato ideal para publicidade neste tipo de site ainda não foi consolidado. Este tempo de experimentação de novos formatos ainda faz acender a luz vermelha em alguns anunciantes mais conservadores. Por outro lado, existe o temor de que estes sites poderiam perder o seu "charme" quase underground, caso começassem a vender espaços publicitários e ficassem mais parecidos com os veículos mais "mainstream". E esta descaracterização seria como uma morte anunciada para estes tipos de sites, pois a fidelidade dos usuários é a base de sua credibilidade.
Parece que encontrar uma solução para monetizar o conteúdo gerado pelo usuário será um dos pontos-chave das ações de muitos players para 2008. A personalização total das mensagens publicitárias - por exemplo, lançar mão de links patrocinados com produtos relacionados aos vídeos apresentados - pode ser uma saída, embora a receita gerada ainda seja considerada pequena em relação ao potencial de audiência.
Parcerias com as "majors" parecem ser uma solução mais exeqüível - o YouTube e o MySpace já apresentam "canais exclusivos" de clipes e outros conteúdos com o aval de gravadoras e estúdios de Hollywood, que em troca podem ter acesso aos comentários dos usuários de modo simples e rápido - mas a chamada "monetização" ainda passa ao largo desse tipo de aplicação.
Num mundo onde tudo é mensurável - afinal, as métricas existem e podem ser usadas de forma bastante objetiva por quem queira avaliar o desempenho de suas ações online -, certamente a melhor solução para este caso parece estar perto. Talvez ela não seja convencional - afinal, quando se trata de obter receitas com conteúdos tão personalizados é preciso, antes de tudo, focar esforços num determinado tipo de audiência, muito segmentada. E este tipo de desafio não deve ser tratado da mesma maneira do que uma campanha com banners em portais de notícias gigantescos - a relevância e o impacto se dissipariam a níveis preocupantes e - pior - ineficazes, o que colocaria o investimento dos anunciantes a perigo.
As discussões sobre monetização de conteúdos permeará, com certeza, muitas discussões em 2008. Não se sabe se a solução virá neste ano - mas inevitavelmente ela passa por um maior conhecimento do mercado e, talvez, pela tão falada "quebra de paradigmas". E paradigmas são elementos que realmente não têm espaço em um ambiente tão dinâmico como o colaborativo.
PorMaristela Alves
Editora JumpExec
http://jumpexec.uol.com.br
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Thiago Ferrari
em
17:03
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia, Netnografia
23 de janeiro de 2008
Blogtraining
Os executivos das maiores empresas brasileiras já se acostumaram a reservar espaço na sua agenda para fazer media training. O exercício serve para facilitar a a vida de presidentes e diretores quando estão diante de um jornalista. Há desde aulas teóricas até simulações de entrevistas para TV ou mesmo jornais e revistas. Agora esse treinamento ficou mais sofisticado. Algumas das maiores agências de comunicação do País já começaram a estruturar o que estão chamando de Blogtraining, a versão 2.0 do mediatraining. A preocupação agora é outra. A intenção agora é ensinar os clientes a interagir ou mesmo escrever seus próprios blogs corporativos. Presidentes ou diretores de companhias de todo o mundo já descobriram o poder dessa poderosa ferramenta de comunicação interativa. Esse fenômeno é mais robusto nos Estados Unidos onde os executivos são mais inovadores nesse aspecto, mas na Europa e Ásia os exemplos se repetem. Na conservadora Áustria, por exemplo, o presidente da Telekom Austria, Rudi Fischer. “O blog é a extensão do diálogo das marcas com os seus clientes”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (ABRACOM), José Luiz Schiavoni. Também sócio e fundador da S2, que está entre as dez maiores empresas desse mercado, Schiavoni diz que o blogtraining se tornou uma questão quase imperativa nos últimos seis meses do ano passado. “Muitos dos nossos clientes me perguntam como podem se conectar a essa nova mídia e antes deles descobrirem o novo mundo é preciso mostrar as regras.” A S2 não está sozinha na abertura dessa nova oportunidade de negócio. Outra grande marca desse mercado, a In Press Porter Novelli, também está colocando o assunto na ordem do dia dos seus clientes. “Ainda não criamos um produto específico para atender essa demanda porque acreditamos que ela faz parte da consultoria de mídia que trabalhamos junto aos nossos clientes”, afirma Hugo Godinho, coordenador do núcleo de web da In Press. Essa tendência fica mais forte à medida que os blogs, como mídia de propagação, ganham mais força junto a outros consumidores que acessam a internet. “É um movimento sem volta para o mundo corporativo”, afirma Aloisio Sotero, que há sete anos vem estudando comportamento dos clientes na web e sua relação com as marcas. Como Business Processo Outsourcing (BPO) dos grupos Brasif e Dufry, Sotero diz que a “maior lição que podemos obter em relação aos blogs é a capacidade do executivo ficar alerta para os questionamentos e ainda ser rápido na resposta.” São essas técnicas que agências de comunicação, como a S2 e In Press, querem proporcionar aos seus clientes que já decidiram escrever os seus próprios blogs.
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Aloisio Sotero / Manoel Fernandes
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Palavras-Chave Conteúdos Gerados pelos Consumidores, Jornalismo de Indexacao, Nanomídia
22 de janeiro de 2008
E-Commerce fazendo cada vez mais a cabeça do consumidor
O Crescimento de usuários do comércio eletrônico é cada vez maior.
Segundo pesquisa do Ibope/NetRatings divulgada nesta quinta-feira, a venda de produtos pela Internet atingiu o maior número de usuários desde setembro de 2000, quando a Joint Venture entre o Ibope e a Nielsen começaram a fazer mediações sobre a Internet brasileira. No Mês de dezembro, o número de usuários ultrapassou a barreira dos 12 milhões.
E esse número só tende a crescer. É cada vez mais comum o uso da Internet para transações em geral. Segundo os dados divulgados, 57% dos internautas visitaram algum site de e-commerce:o maior alcance residencial atingido pela categoria.
Outro dado que devemos levar em conta: o Brasil continua sendo o país com o maior tempo médio de navegação residencial por internauta entre os 10 países monitorados pela Nielsen/Net ratings, com 22h59min. Considerando todos os ambientes (residência, trabalho, Escola, cybercafés, bibliotecas, etc), 39 milhões de pessoas com idade superior a 16 acessam a Internet.
Sem dúvida, é um mercado que está em constante crescimento e devemos ficar atentos a ele.Podemos perceber essa movimentação ao analisarmos o caso das lojas americanas que fazem lojas físicas cada vez menores (Americanas Express) e abriram a loja Virtual Americanas.com, investindo cada vez mais no atendimento online. Seria essa uma tendência geral do mercado?
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Ana Paula Gondim
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00:46
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Palavras-Chave Jornalismo de Indexacao