9 de janeiro de 2008

O fenômeno do conteúdo gerado pelo consumidor nos EUA

A consultoria Deloitte & Touche também aderiu ao conteúdo gerado pelo consumidor. A companhia lançou um estudo em torno dos americanos com acesso à internet. Quase a metade deles (45%) já publica o seu próprio conteúdo na web. A maior parte desses usuários da nanomídia está criando sites, blogs, álbuns on-line e apostando em serviços de música. O estudo da Deloitte também aponta uma queda das preferências em relação ao meio televisão: 69% dos americanos consideram que o PC um instrumento de entretenimento mais eficiente que a TV.

8 de janeiro de 2008

Usabilidade: O seu site está de acordo com o seu público?

A partir do momento que a sua empresa entra no mundo digital é extremamente importante que algumas questões sejam analisadas para que o seu site simplifique a relação Humano-computador. Precisamos partir do princípio que o site de uma empresa é uma forma de grande relevância na interação com o público e, para isso, algumas questões devem ser levadas em conta:


  1. Quem é o meu usuário?
  2. O usuário entende para que o site serve?
  3. O usuário percebe a vantagem de utilizá-lo?
  4. O usuário compreende o funcionamento?
  5. O usuário percebe as áreas destinadas a interatividade?
Uma página na internet bem feita, de fácil navegação e que leve em consideração o perfil de atitudes do público-alvo, pode garantir bons resultados nos negócios e uma valorização crescente da imagem pública.

7 de janeiro de 2008

Como se faz um comercial para a web

Esse vídeo é uma rica lição de como se fazer um bom vídeo publicitário para a web. A marca da empresa só aparece no final, mas a mensagem é bastante forte. É a nanomídia no seu estado mais puro porque a propaganda é russa e foi postada no mySpace por um usuário.

Blos no Estadão

Bela reportagem publicada hoje no Estadão pela jornalista Marili Ribeiro sobre a tendência de alguns blogs nacionais em buscar a profissionalização do seu negócio. Marili teve a sensibilidade de perceber um fenômeno que começa a tomar forma nesse mundo da nanomídia e o mais interessante foi o destaque dado ao artigo. Dessa forma, o Estadão, que andou tempos atrás se estranhando com os blogs, assume na mídia tradicional essa discussão.

Bom senso digital

Ricardo Cabianca*
Não fui pesquisar em nenhum livro ou citação dos gurus do marketing moderno, mas a minha definição para o Marketing Digital é toda ação direcionada ao público-alvo de uma empresa, que tem condições de segmentação, contato direto, conversão imediata e capacidade de mensuração de resultados. Como estamos evoluindo nas ações de marketing, qualquer descrição definitiva para o Marketing Digital estará obsoleta pela velocidade das mudanças com que os estrategistas e criativos conseguem imprimir.

Em 2007 assistimos a uma enxurrada de ações estratégicas de marketing usando todos os canais de comunicação e relacionamento nos meios digitais, culminando com a aprovação e entrada no ar da TV Digital e todas as centenas de possibilidades – até as impensáveis – que este meio pode proporcionar. E somamos neste ano, o crescimento do conceito do CGC (Conteúdos Gerados pelo consumidor) através principalmente do canal blog, passando pelo compartilhamento de áudio, vídeo, crescimento da participação das pessoas nas redes sociais e até o surgimento de diversos sites dentro deste segmento.

Chegamos ao final de 2007 com a sensação de uma ansiedade tomando conta do mercado, com muitas empresas querendo entender o que está acontecendo e como se posicionar no mercado, frente às novas possibilidades de se relacionar diretamente com seu público consumidor e como isso deve ser feito. E não vejo o ano de 2008 sendo diferente, não no quesito ansiedade e corrida para entender o que está acontecendo. Mas vejo que além de uma evolução no entendimento sobre os canais digitais e suas possibilidades, estaremos a frente de uma característica que será o diferencial no uso de estratégias de Marketing Digital: o bom senso.

Em primeiro lugar, as empresas lançarão mão do completo mix de Marketing Digital existente aproveitando as diversas formas de contato direto com o público, com o objetivo de testar quais os canais serão mais rentáveis. O bom senso estará efetivamente no respeito pelo conceito do opt-in, ou seja, a autorização expressa do consumidor para se relacionar com uma marca através do seu celular, e-mail, tv digital, bem como nos sites que as pessoas navegam, pois o volume de informações que este consumidor será bombardeado aumentará consideravelmente.

Isto porque, com o poder dado às pessoas de expressar suas visões, vontade e desejos para centenas de milhares de outras pessoas, através dos outros canais digitais, na Internet é claro, sendo os blogs, podcasts e redes sociais, as empresas terão que ter muito cuidado para usar de forma correta a possibilidade de interação e contato com seu público-alvo, com o risco de ver sua estratégia ir para o chão por parte de consumidores irritados, espalhando para os quatro cantos este sentimento.

Certamente teremos uma centena de eventos para se discutir as melhores formas e práticas de uso de estratégias usando ações de Marketing Digital, mas as empresas vencedoras serão aquelas que entenderem que o relacionamento permitido é o melhor negócio.
* Ricardo Cabianca é profissional de comunicação, especializado no planejamento ações de comunicação, marketing e relacionamento.

6 de janeiro de 2008

O ano das nanonetworks

Ninguém duvida que o ano passou foi marcado pela estréia de um novo personagem no mundo digital: o consumidor. É fácil dizer que 2007 foi o ano do conteúdo gerado pela consumidor. E 2008? Qual o próximo passo? Ele está começando a ficar claro nesses primeiros dias de 2008. Vamos assitir o surgimento das nanonetworks. Nesses novos ambientes virtuais os mesmos consumidores que geram seus próprios conteúdos começarão a fazer negócios entre si. Será uma nova fase desse fenômeno que o blog acompanha de perto desde o ano passado.

2 de janeiro de 2008

A nanomídia influenciando no comportamento dos anunciantes

Assistindo ao intervalo da novela das 21horas da rede globo comecei a avaliar quem investe neste veículo de mídia, já que acredito que a fragmentação das mídias através de estratégias de nanomarketing seja o futuro da propaganda.
Notei que grande parte dos anunciantes são grandes lojas de varejo que também são fortes no mundo virtual. Americanas, Casa e Vídeo, Ponto Frio além das Casas Bahia que ainda não entrou mas já se especula-se que está com tudo pronto. Junto deles estão os bancos e supermercados que praticamente dominam este veículo de mídia.
Acredito que o posicionamento destas grandes redes de varejo na mídia televisiva é útil para reforçar as marcas e fortalecer ainda mais a posição destes no meio digital, já que o consumidor, além de preço busca segurança nas compras virtuais.
E você o que acha deste posicionamento? Será que mídias mais segmentadas não potencializariam mais os resultados? Ou será que as nanomídias só serviram para pequenos anunciantes?

1 de janeiro de 2008

Rede social ajuda pessoas a trocarem sapatos

'Odd Shoe Finder' foi criado para quem tem um pé maior que o outro.Em vez de comprar mais sapatos, internauta pode vender e trocar calçados no site.Você sabia que 10% das pessoas chegam a comprar dois pares de sapatos de mesmo modelo, mas com tamanhos diferentes? Isso porque elas têm um pé maior que o outro, então compram quatro sapatos e acabam usando apenas dois.
A estimativa é do site "Odd Shoe Finder", uma rede social em que internautas com diferenças de numeração entre o pé esquerdo e o direito podem vender e até trocar os sapatos que estão sobrando.
No site, o internauta se cadastra gratuitamente. A ferramenta de busca permite encontrar calçados divididos por categorias (esportivo, casual, etc) e tamanho. Quando achar o que procura, o usuário negocia diretamente com o anunciante, comprando ou trocando sem interferência do "Odd Shoe Finder".
"Com tantas pessoas comprando dois pares de sapatos, há, provavelmente, milhões de calçados sem pares, abandonados nos armários ou sendo até jogados fora. Também há milhões de pessoas que poderiam usar esses sapatos. O site é uma tentativa de fazer essas pessoas e esses sapatos se encontrarem", diz o texto na seção de perguntas e respostas do "Odd Shoe Finder".
Daqui a pouco teremos também de biquinis, calças e outras coisas mais, nada mais é do que a fragmentação do mercado

31 de dezembro de 2007

Olimpíadas de Pequim – Oportunidades de nanomídia

Está chegando 2008 e com ele se aproxima o maior evento esportivo da Terra, as olimpíadas,que este ano será realizada na cidade de Pequim na China com início no dia 8/8 e encerramento no dia 24/8. Este evento reúne países de todos os continentes, sejam eles grandes ou pequenos numa festa única. E nada melhor que um evento deste porte para explorar todas as oportunidades de nanamídia.

Esportistas, confederações, países, patrocinadores, fornecedores entre outros podem e devem utilizar a nanomídia como uma fonte de divulgação e promoção dos seus trabalhos.

Blogs, sites de relacionamento, youtube e diversas outras mídias devem ser exploradas e aproveitadas já que este momento reúne milhares de pessoas com interesses em comum, sedentas por informações e muito propensas a consumir.

Mas o que será que já está sendo feito dentre cada uma das modalidades para explorar esse potencial? Esta será minha tarefa nestes meses que antecedem este maravilhoso evento. Se você já sabe de algo, deixe sua dica de onde podemos encontrar informações de qualidade sobre qualquer tipo de esporte.

Até breve com as informações da primeira modalidade!

30 de dezembro de 2007

Nanoveículos como nova voz dos Consumidores

A força dos conteúdos gerados pelos consumidores nos nanoveículos começa a ganhar notoriedade no Brasil.
Falei em um post anterior sobre a atuação da B&H Photo que agiu dignamente ao responder comentários em redes sociais sobre sua reputação e imagem pública.
O pessoal do Submarino.com deveria fazer o mesmo. Este site, um gigante do comércio eletrônico brasileiro, integrante do Grupo B2W, do qual também fazem parte: Americanas.com, Shoptime.com, Blockbuster e Ingresso.com fez muito feio neste Natal e deixou muitos clientes na mão por não entregar os presentes na data prometida.
Uma das vítimas foi o empresário Rodrigo Pimentel Teixeira, que no dia 6 de dezembro comprou um DVD Player para presentear um familiar. Segundo ele, sob promessa de entrega garantida em três dias úteis. No entanto, até quinta-feira, dia 27, não havia recebido o produto, apesar de ter dado vários telefonemas e enviado e-mails para a empresa.
Após vários contatos mal sucedidos, Rodrigou resolveu criar o blog Submarino Nunca Mais e uma comunidade no ORKUT, com o mesmo nome. Em apenas 3 dias, o blog recebeu cerca de 10.000 visitas e mais de 250 comentários de outros clientes que tiveram problemas parecidos no mesmo site ou nos outros sites do grupo B2W. O objetivo do blog é colher assinaturas para um abaixo assinado, que será encaminhado à Câmara dos Deputados, pedindo à criação de instrumentos que protejam o consumidor online. Além disso, Rodrigo pretende montar um dossiê com todas as reclamações recebidas. Segundo ele, o dossiê terá as seguintes finalidades:

1) Chegará às mãos do principais controladores da B2W
2) Será enviado, via sedex, para os principais jornais, redes de tv e revistas brasileiros e alguns internacionais
3) Será enviado, via sedex, para as corretoras de valores que operam na Bolsa de Valores de São Paulo como subsídio para avaliarem seus investimento, e de seus clientes, em ações BTOW3
4) Será enviado, via sedex, aos Ministérios Públicos dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro
5) Será enviado, via sedex, a parlamentares de todos os partidos, além de autoridades do Governo Federal, como alerta aos danos causados aos consumidores por esses sites.

O jornal O Globo noticiou em seu site os problemas gerados pelo não cumprimento da entrega dentro do prazo, e citou o blog, numa matéria que já recebeu 150 comentários até o momento em que faço este post.

O Submarino não enviou ao blog e aos seus leitores nenhum tipo de esclarecimento ou pedido de desculpas. Respondeu apenas ao jornal O Globo que havia enviado o produto para a casa do cliente.